7 filmes e séries com Krysten Ritter (Jessica Jones)

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7 filmes e séries com Krysten Ritter para você matar a curiosidade sobre a atriz que deu vida a Jessica Jones em Demolidor. Entre dramas intensos e tramas esquisitonas no melhor estilo geek, ela sabe transitar como ninguém.

Comece por onde a gente já ama

Krysten Ritter é aquele tipo de artista que parece ter um “modo camaleão” ligado. Ela consegue ser vulnerável sem ficar frágil, engraçada sem virar piada fácil e firme quando o assunto é ação ou investigação. E claro, tem o detalhe que todo mundo associa na hora: a Jessica Jones de Demolidor. Mas a verdade é que a Ritter não vive só de super-herói.

Nesta lista do Minha Série, a proposta é simples: passar por sete produções que mostram como ela oscila entre drama, comédia, thriller e universo Marvel. Algumas coisas são fáceis de achar no streaming, outras dependem de catálogo. Já adianto: vai ter gente que você vai reconhecer mais do que imagina, mesmo quando não lembra do rosto no começo.

Breaking Bad e o impacto rápido da Jane

Se você pensa em Krysten Ritter e não lembra de Breaking Bad, provavelmente mora numa caverna com Wi-Fi ruim. Na série, ela interpreta Jane, namorada de Jesse Pinkman. A participação é relativamente curta, mas o arco é daqueles que deixam marca. Tem aquela sensação de “ok, isso ficou real demais”, sabe?

O que torna Jane tão memorável é a forma como ela mistura afeto e caos. Ela não é só “mais uma personagem”, ela funciona como uma peça que muda o clima da história. E se você está atrás de continuidade, a Jane também aparece no filme derivado El Camino em flashbacks. Ou seja: mesmo quando a tela não está com a Ritter, a presença da personagem segue ecoando na narrativa.

Breaking Bad, aliás, é um prato cheio para quem curte performances que parecem conversar com o espectador. É o tipo de série que prende sem pedir licença.

Marvel na veia: Jessica Jones, Os Defensores e Demolidor

Agora a gente entra no território que transformou a carreira da Krysten Ritter pra uma dimensão “Marvel raiz”. A primeira parada é Jessica Jones, que estreou na Netflix em 2015. A série acompanha a heroína que, depois de um capítulo trágico, troca o uniforme e o holofote por uma vida de detetive em Nova York. Só que essa escolha não é exatamente “vida comum”. A cidade continua cheia de problema, e ela continua caindo no meio do fogo cruzado.

Na sequência, vem Os Defensores (2017). Ali, a Ritter volta a ser Jessica Jones ao lado de Luke Cage, Punho de Ferro e Foggy Nelson, formando um quarteto com química e tensão. A trama gira em torno de uma seita misteriosa, e quanto mais o grupo investiga, mais o confronto final parece inevitável. É aquele tipo de história em que cada personagem tenta controlar o próprio caos, mas o universo resolve bagunçar geral.

E para fechar o ciclo Marvel sem perder a piada interna do fandom, tem Demolidor: Renascido, onde a Ritter retorna como Jessica Jones na segunda temporada. Matt Murdock, advogado com habilidades especiais por causa do acidente radioativo, vira o ponto de gravidade da história. E a Jessica entra como quem soma conflito, humanidade e aquele pragmatismo meio irônico que deixa o universo bem mais interessante.

Se você curte cronologias e conexões, a base wiki da Marvel ajuda a organizar referências do multiverso e das fases. É bom para não se perder quando a história troca de timeline.

De sitcom a suspense: Apartamento 23 e o lado sombrio

Ok, agora respira, porque não dá para ignorar o lado comédia da Krysten Ritter. Antes dela virar queridinha do universo de ação e investigação, ela foi protagonista em Não Confie na P— do Apartamento 23. A série é uma sitcom lançada em 2012, com duas temporadas, e aposta em um enredo divertido e criativo. A protagonista, June, se muda para Nova York com um sonho na cabeça, mas a vida real aparece com força.

O detalhe que muda tudo é a Chloe, a amiga “um pouco demais” da June, interpretada por Ritter. A graça está no contraste: uma personagem que parece estar sempre pronta para virar o jogo e criar situações, enquanto a outra tenta manter o controle do próprio mundo. É aquele tipo de comédia em que o caos vem com carisma.

E quando você acha que a Ritter só sabe ser engraçada, entra Dexter: Ressurreição. Aqui ela interpreta uma serial killer que faz amizade com o protagonista. É um papel diferente, com uma energia que joga o espectador para o desconforto certo. Mesmo com aparição mais pontual, a interpretação é impactante, porque ela entrega uma persona convincente e foge do óbvio.

Orphan Black: Echoes e as reviravoltas de Lucy

Para fechar a lista com chave que parece “plot twist” do nada, temos Orphan Black: Echoes. A derivada de Orphan Black acompanha a personagem Lucy, interpretada por Krysten Ritter. O ponto central da trama é a origem chocante da personagem, que vai sendo descoberta aos poucos em meio a uma rede de conexões.

Conforme Lucy investiga quem realmente é, ela encontra um grupo de mulheres que muda o jeito como ela enxerga o próprio passado. A série tem aquele DNA de suspense e identidade, com um clima de “tem coisa errada aqui” que prende desde o começo. E a Ritter funciona muito bem porque consegue fazer o público sentir curiosidade e desconfiança ao mesmo tempo.

Mesmo com disponibilidade variando por país, a experiência costuma valer a maratona para quem curte história com múltiplas camadas e interpretações que não entregam tudo de uma vez.

Pronta para ver a Krysten Ritter fora do modo Jessica Jones?

No fim, 7 filmes e séries com Krysten Ritter é quase uma aula de alcance de atuação. Tem a Jane de Breaking Bad com impacto emocional, o universo Marvel com Jessica Jones, Os Defensores e Demolidor: Renascido, e ainda a comédia ácida de Apartamento 23, o suspense de Dexter: Ressurreição e o mistério de identidade de Orphan Black: Echoes. Ou seja: se ela é capaz de ser tudo isso, imagina o que mais ela pode surpreender.