Remake de Ocarina of Time e futuro de Zelda: Monolith fala

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Remake de Ocarina of Time virou assunto de corredor entre rumores, e agora a Monolith Soft entrou no chat falando do futuro da série The Legend of Zelda.

Rumor reacende o hype

Enquanto a internet faz a dança do “vai ou não vai” com um remake de Ocarina of Time, a Monolith Soft soltou novos detalhes que acabam alimentando ainda mais a ansiedade dos fãs. A conversa não é um anúncio oficial, mas é aquele tipo de pista que acende a luz amarela na cabeça de qualquer zeldado: a empresa está cada vez mais integrada ao desenvolvimento de Zelda, e isso muda o jogo.

Os novos pontos vieram de um site recém-lançado com uma entrevista dedicada ao time de desenvolvimento da Monolith Soft em projetos ligados à franquia. E isso chega poucos dias depois de um vazamento dizer que a Nintendo estaria preparando o remake para lançar no período do Natal.

Traduzindo: mesmo sem confirmar o próximo título, a mensagem geral é clara. A Monolith não está mais apenas “dando suporte”. Ela está construindo junto, desde a base, e assumindo responsabilidades que costumam ficar do lado interno da Nintendo.

Monolith Soft mais central do que nunca

O que chama atenção na entrevista é o nível de participação descrito pelos produtores. A Monolith Soft, agora totalmente controlada pela Nintendo, teria mais liberdade para discutir ideias e processos, algo que antes era mais restrito quando a colaboração era terceirizada em formato mais tradicional.

Em termos práticos, isso reforça a ideia de que a Monolith se tornou uma engrenagem indispensável para o futuro da série. O estúdio fala sobre estar em desenvolvimento constante e sobre um ambiente em que a equipe pode sugerir melhorias e propor caminhos com mais autonomia.

Isso também conversa com uma tendência moderna da Nintendo: em vez de “chamar ajuda” pontualmente, ela parece preferir formar times mais robustos e reaproveitar sinergias. Tipo quando o fandom percebe que a mesma crew está sempre por trás do bom trabalho, e pronto, o hype vira combustível.

Como a parceria com a Nintendo evoluiu

Pra entender por que esses detalhes importam tanto, vale voltar no tempo. Fãs de Zelda já conhecem a Monolith Soft desde o período do Skyward Sword no Wii, mas a relação realmente cresceu ao longo dos anos.

Segundo os produtores citados na entrevista, a Monolith foi contratada inicialmente para reforçar o desenvolvimento, mas a conversa mudou conforme a parceria se provou eficiente. Houve um momento específico em que a equipe do estúdio se juntou ao projeto antes mesmo de o Breath of the Wild começar a mostrar suas primeiras imagens. A direção estética e o design base já estavam definidos, mas a Monolith entrou para ajudar a transformar essa visão em realidade.

Depois veio A Link Between Worlds no 3DS e, com o sucesso de Breath of the Wild, a equipe também trabalhou no DLC e na sequência independente, Tears of the Kingdom. Ou seja: não foi uma colaboração “uma vez e tchau”. Foi uma história de continuidade, com confiança acumulada.

E é aqui que a entrevista fica interessante de verdade: a Monolith descreve que quer aumentar as oportunidades para sugerir proativamente coisas dentro do processo. Isso, no mundo geek, é basicamente dizer “deixaram o estúdio falar com voz de dono”. E quando isso acontece numa franquia enorme, o próximo passo costuma vir junto.

E o remake de Ocarina of Time, vai?

Ok, ainda não tem confirmação direta de “o remake é X”. A entrevista não entrega qual jogo inédito a Monolith está tocando. Mas o contexto e os sinais são difíceis de ignorar.

O ano de 2026 marca o 40º aniversário de Zelda. Fãs esperam um reconhecimento mais forte da Nintendo ainda neste período, com um anúncio robusto do remake de Ocarina of Time e uma visão mais detalhada do próximo filme live-action da franquia.

Se a Monolith está assumindo papéis cada vez mais importantes desde o início dos projetos, então faz sentido especular que ela possa estar envolvida em algo grande. Remakes também são projetos que pedem expertise técnica, escala de conteúdo e consistência de design, porque não é só “atualizar gráfico”. É reensinar a alma do jogo para caber em uma nova era.

E para quem joga Zelda desde sempre, essa é a combinação perfeita: nostalgia com produção de gente grande. Se der match, o fandom vai do “ah não, mais um boato” para “ok, agora eu acredito”.

Para acompanhar o que está acontecendo na franquia, vale ter o histórico da série na Zelda oficial como referência de contexto e lançamentos.

Zelda vai voltar ao tempo certo ou só ao hype?

No fim, a entrevista da Monolith Soft funciona mais como um termômetro do futuro do que como um mapa. Ela sugere que o estúdio virou parceiro estruturante, e não apenas apoio. Com isso, o rumor do remake de Ocarina of Time ganha peso porque indica que a Nintendo quer um projeto com colaboração profunda, e não algo improvisado.

Seja no caminho do próximo Zelda inédito ou no remake que os fãs mais querem ver reluzindo em uma nova geração, o recado é o mesmo: a série está sendo preparada por um ecossistema maior, com mais gente construindo junto desde cedo. E se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é transformar ansiedade em evento.