Funk, dirigido por Aly Muritiba, chega com tudo na tela e fará sua estreia mundial na seção oficial de ficção do Festival de Cinema de Tribeca 2026.
- Por que “Funk” tá chamando atenção em Nova York
- O que significa entrar na mostra competitiva do Tribeca
- A ascensão da MC Sabrina e o clima de baile no Rio
- Elenco forte e um projeto que entende a cultura
- Vai ser hit de crítica ou só de pista?
Por que “Funk” tá chamando atenção em Nova York
Se você acha que funk é só trilha sonora de festa, “Funk” vai te colocar no modo história e sentimento. O longa dirigido por Aly Muritiba foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Cinema de Tribeca 2026 e terá sua estreia mundial na seção oficial de ficção do evento.
O filme, estrelado por Duda Reis, acompanha a ascensão de MC Sabrina, uma jovem cantora de funk brasileira. A trama começa no Morro dos Prazeres e vai abrindo caminho até as festas eletrizantes das favelas do Rio de Janeiro, com aquele “pulsar” que só quem vive a cultura sabe explicar. É praticamente um portal pra entender como música vira narrativa, e narrativa vira identidade.
O que significa entrar na mostra competitiva do Tribeca
Tribeca não é festival de “passar rapidinho”. Ele tem peso real no calendário e, em 2026, celebra a 25ª edição em Nova York, de 3 a 14 de junho. A seleção de “Funk” coloca o projeto no meio do jogo onde a crítica costuma prestar atenção com lupa, e onde estreias internacionais viram assunto mesmo antes de chegar nas plataformas.
Vale lembrar que o festival costuma trazer um bloco generoso de lançamentos. Para esta edição, a programação inclui 103 estreias mundiais, com nomes de peso circulando pelo evento. A presença de “Funk” nessa vitrine sugere que a indústria lá fora não está tratando o funk como tema exótico, e sim como matéria-prima cinematográfica.
E pra quem curte o lado geek do cinema, pense como se fosse uma raid em que o Brasil entra com um personagem que sabe lutar. Não é só representatividade, é linguagem. O tipo de filme que pode abrir portas para outras histórias parecidas.
A ascensão da MC Sabrina e o clima de baile no Rio
O coração do enredo está no arco de crescimento de MC Sabrina: de quem começa a trajetória no Morro dos Prazeres até chegar naquele estágio em que as noites parecem ter trilhos próprios. O filme pinta o Rio não como cartão-postal, mas como palco vivo, com energia que vem da rua e volta pra rua.
O jeito como a sinopse descreve a escalada para as “festas eletrizantes das favelas” acende uma expectativa bem clara: o funk aqui deve funcionar como motor dramático, não como enfeite. E isso conversa com o que o público já percebe nas redes, onde a cultura local vira linguagem global. Em outras palavras: “Funk” parece querer traduzir intensidade em cenas, e não apenas em som.
Para contextualizar o universo do festival e o porte do evento, dá para acompanhar informações oficiais do Tribeca Film Festival, que sempre publica novidades de programação, seções e destaques da edição.
Elenco forte e um projeto que entende a cultura
Além de Duda Reis como protagonista, “Funk” conta com um elenco que ajuda a dar textura ao mundo da história. Estão no filme Lellê, Kibba, MC Nem, Cláudio Gabriel, TZ da Coronel e Rafael Delgado. É aquele tipo de escalação que sugere cuidado com a construção de personas, porque funk, na vida real, não é só ritmo. Tem recado, tem postura, tem comunidade.
Duda Reis também já celebra a boa nova: a seleção para o Tribeca entrou no radar com tom de conquista, e a expectativa é que o filme chegue em junho para mostrar que ficção brasileira pode ser tão específica quanto universal. E sim, isso também tem cheiro de “momento histórico” para quem acompanha produção nacional e quer ver o Brasil disputando espaço lá fora em pé de igualdade.
Dirigido por Aly Muritiba, conhecido por trabalhos anteriores como “Deserto Particular”, o longa tem um plus de interesse: a chance de juntar olhar autoral com um tema que exige autenticidade. No fim, é como se o roteiro e a direção tivessem o mesmo objetivo: fazer o funk não só tocar, mas contar.
Vai ser hit de crítica ou só de pista?
Com estreia mundial marcada para a seção oficial de ficção do Tribeca 2026, “Funk” chega com status de cinema sério, mas com energia de baile. Se a competição do festival é o campo de batalha, a aposta é que MC Sabrina transforme palco em história e história em experiência.
Agora é só segurar a ansiedade até junho. Porque, do jeito que a seleção foi anunciada, dá pra sentir que essa estreia tem tudo para virar conversa, meme (no bom sentido) e referência. Tipo aquele lançamento que você cita semanas depois como se tivesse descoberto antes de todo mundo.
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