Netflix acabou de dar um empurrãozinho e tanto no mercado de anime: segundo o relatório de tendências da GEM Partners, a plataforma virou o serviço de streaming mais popular para assistir animes, com a Crunchyroll perdendo a liderança na maioria dos mercados.
- O que a GEM Partners mediu e por que isso importa
- Netflix vs Crunchyroll: quem levou a melhor
- Pokémon, Conan e o ranking do Brasil
- Crescimento do consumo de anime entre 2020 e 2025
- O que muda para quem só quer maratonar
O que a GEM Partners mediu e por que isso importa
A GEM Partners soltou um relatório focado nas tendências da indústria de anime no mundo e, sim, isso inclui quem está ganhando a batalha do “onde assistir”. No levantamento, foram ouvidos 15 mil participantes em 15 países, comparando mudanças no consumo entre 2020 e 2025. E o recado é claro: com exceção de Japão e China, a Netflix aparece como a plataforma mais popular para ver animes.
Na prática, isso não é só “quem é mais famoso”, é um retrato do comportamento do público. Se a pessoa entra no catálogo da plataforma X e fica por lá, isso afeta licenças, aquisições e até a forma como estúdios pensam campanhas e estreias. Anime já virou parte do mainstream, e a Netflix vem surfando essa onda forte.
Netflix vs Crunchyroll: quem levou a melhor
O relatório coloca a Netflix no topo em praticamente todo o mapa pesquisado. Prime Video e YouTube também aparecem com presença relevante, o que faz sentido. Afinal, a galera hoje não escolhe só “qual site”, ela escolhe o que está disponível e o que encaixa na rotina.
Já a Crunchyroll tem um destaque curioso: o estudo indica que o serviço só aparece no top 3 em todos os cenários, mas com uma exceção importante. O Brasil foi o único país onde ela aparece entre as três plataformas mais populares. Ou seja, aqui a Crunchyroll ainda segura bem a onda com o público mais tradicional do fandom, aquele que já chega no episódio novo do jeito “tem que ver agora”.
Para colocar a pesquisa em contexto, o tipo de dado por trás dessas comparações costuma ser divulgado em releases e reportagens do mercado, como o conteúdo que circula a partir do PR Times. Esse tipo de referência ajuda a entender a tendência além do feeling do “eu sinto que sim”.
Pokémon, Conan e o ranking do Brasil
No Japão, China e Coreia do Sul, o campeão do streaming é Detetive Conan. É aquele caso clássico de longevidade vinda de fórmula e consistência: quando uma obra vira hábito cultural, ela atravessa gerações sem pedir desculpa.
No resto do mundo, quem lidera é Pokémon. Isso é quase inevitável: Pokémon é tipo o “Dragon Ball” do planeta, só que com um histórico ainda mais universal. E aí entra outro detalhe do relatório: entre lançamentos após 2020, Jujutsu Kaisen aparece no top 15 de todos os países, mostrando que a geração mais nova de anime continua forte e faz barulho mesmo fora do núcleo mais hardcore.
No Brasil, o ranking traz Pokémon na liderança, seguido por Naruto/Boruto, Dragon Ball (com exceção do Daima), One Piece e Yu-Gi-Oh!. Em outras palavras: o público brasileiro segue fiel ao “ouro” do shonen, mas sem perder espaço para novidades que explodem na internet.
Crescimento do consumo de anime entre 2020 e 2025
O relatório também reforça que houve crescimento do consumo de anime em todos os mercados analisados. E onde o crescimento foi mais agressivo? Índia e Coreia do Sul registraram os maiores índices. Já Japão, EUA e China continuam como mercados fundamentais, mesmo com a competição global ficando cada vez mais pesada.
Traduzindo: o anime virou um produto global. Não é só “modinha de 2020 para cá”, é expansão real de base de fãs. Isso também explica por que plataformas como Netflix investem em catálogo, dublagem e curadoria: anime vende continuidade e, quando você prende a audiência, ela volta.
Aliás, é interessante notar como a internet funciona como vitrine. O público descobre pelo TikTok, assiste no streaming e, depois, migra para o resto do ecossistema. É fandom em modo metroidvania: você ganha poder ao longo do caminho.
O que muda para quem só quer maratonar
Se a Netflix está no topo, a experiência do usuário muda. Mais gente vai começar a jornada do anime por lá, enquanto a Crunchyroll tende a seguir como o “lar do fã” em alguns mercados. Isso pode afetar tudo: de quem ganha tração para novos títulos até como os animes são posicionados em rankings e recomendações.
Para quem é do time “animação é minha religião”, a boa notícia é simples: a disputa por popularidade costuma significar mais investimento e mais opções. E, com Pokémon, Jujutsu Kaisen e companhia no radar, o fandom segue alimentado. Agora a pergunta que fica é: você vai de Netflix ou continua fiel ao seu serviço principal? No fim, o multiverso do entretenimento agradece.
O anime vira streaming dominante, e todo mundo sente
Com a GEM Partners mostrando a Netflix como o streaming mais popular para anime na maior parte do mundo, o recado é que a indústria está mais integrada ao consumo global do que nunca. A Crunchyroll segue forte, especialmente no Brasil, mas a liderança do catálogo e da descoberta de novos fãs agora tem um novo rei, pelo menos nos números do relatório.
Fonte: PR Times. PR Times
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