Netflix em junho: Rocky, Creed e O Hobbit chegam

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Parceria com a MGM garante a chegada das sagas completas de Rocky Balboa e Creed, além da trilogia O Hobbit, já no início de junho. Sim, é aquele combo que dá vontade de pedir pizza e fingir que é “só mais um episódio”.

Agenda de junho: o dia 1 na Netflix

Ao divulgar a lista de lançamentos do mês, a Netflix confirmou que vai liberar os filmes da franquia Rocky Balboa, incluindo os seis longa-metragens do protagonista de Sylvester Stallone e os três títulos da saga Creed, com Michael B. Jordan. E como se isso não fosse o bastante para lotar o “ver depois”, a trilogia O Hobbit também entra no catálogo, logo no dia 1º de junho.

O pulo do gato é que isso acontece por conta de um acordo de licenciamento com a MGM. O estúdio pertence à Amazon, dona do Prime Video, e esse detalhe explica por que algumas produções da própria MGM mudam de serviço ao longo do tempo. Em outras palavras: é o tipo de movimento que faz a gente ter que atualizar a lista mental de onde cada franquia “mora”.

Rocky Balboa completo: os 9 filmes do ringue

A Netflix vai colocar no catálogo toda a linha clássica de Rocky Balboa, começando por Rocky: Um Lutador (1976). Aqui, a história nasce naquela vibe improvável: Rocky é um boxeador quase sem nome em Philadelphia, mas ganha uma chance gigantesca de enfrentar o campeão mundial dos pesos-pesados.

Depois vem Rocky 2 – A Revanche (1979), onde o protagonista lida com a aposentadoria e precisa encarar o quanto a primeira luta contra Apollo Creed realmente significou. Em seguida, Rocky 3 – O Desafio Supremo (1982) vira quase uma aula de resiliência, porque Rocky é derrotado por um lutador mais jovem e decide recuperar o ritmo com a ajuda do ex-rival.

No pacote, também estão os títulos que viraram referência pop do gênero. Rocky 4 (1985) leva o ringue até Moscou, para enfrentar Ivan Drago e fechar o clima de “vingança com trilha dramática”. Já Rocky 5 (1990) mostra o lado mais duro: falido, Rocky volta ao bairro e começa a treinar um lutador em ascensão, carregando memórias que doem.

E pra fechar a jornada, entra o moderno Rocky Balboa (2006), quando o aposentado encara luto pela morte da esposa e uma relação complicada com o filho, buscando propósito mesmo depois de tudo. É aquela escalada emocional que funciona tanto pra quem viu na TV anos atrás quanto pra quem vai descobrir agora.

Creed entra na briga: Adonis e o legado

Se Rocky é o coração da franquia, Creed é o “futuro com memória”. A Netflix também libera os três filmes da saga com Michael B. Jordan. No primeiro, Creed: Nascido para Lutar (2015), Adonis Creed tenta construir a própria história no boxe profissional e encontra no veterano Rocky o treinador ideal, na medida certa entre inspiração e bronca.

Em Creed 2 (2018), o desafio vira equilíbrio: Adonis precisa lidar com a vida em família e, ao mesmo tempo, com a vontade de lutar contra quem tem ligação direta com a morte do pai. Já Creed 3 (2023) fecha o ciclo com uma virada dramática: um campeão de boxe aposentado volta ao ringue para encarar um amigo de infância que quer provar seu valor de qualquer jeito.

Curtiu a ideia de rever e matar a nostalgia? Pelo calendário, a maratona fica “automática” a partir do dia 1º. E sim, dá para fazer aquele esquema de assistir Rocky em sequência e, depois, cair na vibe Creed sem esforço.

Trilogia de O Hobbit: da toca à guerra de exércitos

Além do boxe, a Netflix também traz a trilogia de O Hobbit. O primeiro filme, O Hobbit – Uma Jornada Inesperada (2012), acompanha Bilbo Bolseiro com imagens que lembram o universo de Senhor dos Anéis, mas com um ritmo próprio. A viagem começa naquela mistura de aventura, humor leve e perigo real, que é quase a assinatura de Peter Jackson.

Em O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013), Bilbo, Gandalf e os anões seguem para enfrentar o temível Smaug e tentar retomar Erebor. Já em O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014), a história escala para o lado épico, com exércitos da Terra Média se reunindo na Montanha Solitária e colocando ouro, honra e sobrevivência no mesmo caldeirão.

Ou seja: é fantasia clássica com cara de evento. O tipo de conteúdo que combina com maratona noturna, meia luz e aquela expectativa de “mano, vai dar ruim, né? Vai.”

Por que a MGM liberou tudo agora

A explicação do movimento é um acordo de licenciamento envolvendo a MGM, estúdio ligado à Amazon. E isso também já foi visto em outros casos: certas franquias migram de plataforma por contrato, como quando produções de 007 deixaram o catálogo de um serviço e apareceram em outro. Para quem vive no modo stream, isso é basicamente a “economia dos direitos autorais”, só que com atores famosos.

Se você quer entender como esse mecanismo funciona no ecossistema de streaming, vale uma olhada no contexto da MGM e na relação com o grupo que hoje influencia a distribuição. No fim, a parceria da vez é o que garante o combo Rocky, Creed e O Hobbit na Netflix, sem enrolação no começo do mês.

Vai ter maratona de boxe e Terra Média no seu feriado?

Com estreia no dia 1º de junho, a Netflix prepara um daqueles catálogos que parecem feitos sob medida para fãs de franquia: Rocky Balboa e Creed completos na mesma leva, e ainda a trilogia O Hobbit para equilibrar pancadaria com aventura épica. É golpe de nostalgia com trilha sonora emocional e, sinceramente, dá para dizer que é um grande “modo turbo” para começar o mês.

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