Sessão da Tarde inédito: Todo Tempo Que Temos hoje

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Sessão da Tarde de hoje (08/06) chega com aquele gostinho de “uai, isso é novidade?”: um filme inédito para a TV aberta brasileira.

Sintonize na Globo: horário e o que vai passar

Se você ama descobrir na última hora que tem estreia na grade, hoje é o seu dia. A Sessão da Tarde desta segunda-feira (8) exibe Todo Tempo Que Temos, de 2024, pela primeira vez na história da TV aberta brasileira. Ou seja: não é só “mais um filme aleatório para preencher a tarde”, é aquele tipo de exibição que faz a sala ficar em modo atenção.

O longa vai ao ar na TV Globo às 15h30, horário de Brasília. Com duração original de 1h48, a proposta é clara: um drama romântico que mistura amor, escolhas e um retrato bem humano do que a gente chama de viver. Vai dizer que não dá vontade de ficar de boa no sofá?

E se você é do time que curte acompanhar também como o filme foi recebido lá fora, o trabalho de direção e elenco costuma render papo bom em sites como a IMDb.

Todo Tempo que Temos em detalhes (sem spoilers chatos)

A história acompanha um casal improvável que começa do jeito mais “cinematográfico e azarado” possível. Uma promissora cozinheira atravessa a vida com esperança e ambição. Só que, no momento mais inesperado, ela acaba atropelando um rapaz divorciado que não está exatamente num mar de rosas.

A partir desse encontro, a narrativa vai construindo a relação como quem monta um quebra-cabeça. E tem um detalhe importante: o filme é não-linear, alternando passado e presente, equilibrando momentos alegres com cenas mais pesadas. É como se a montagem estivesse dizendo: a vida não segue uma linha reta, ela vai e volta conforme a gente sente.

Conforme o tempo passa, o casal tenta formar uma família juntos. Até que surge um diagnóstico de câncer em estágio avançado, mudando tudo. Não é o tipo de drama que fica só no sofrimento. O foco é mostrar como as pessoas lidam com o que não dá para controlar.

Andrew Garfield e Florence Pugh: a química que sustenta tudo

Se o filme tem força, é porque o elenco entrega de um jeito raro. Andrew Garfield traz aquele estilo de personagem que parece estar sempre pensando um segundo antes de reagir. Ele consegue ser vulnerável sem cair no caricato, sabe? Já Florence Pugh interpreta a cozinheira com uma energia que vai do calor humano ao peso do real, sem precisar de pose.

O diretor John Crowley, conhecido por Brooklyn, costura a história para que a emoção não vire “melodrama automático”. Em outras palavras: o romance não é só romantizado, ele é vivido. E quando a trama aperta, os protagonistas respondem com atuação de verdade, daquelas que seguram a cena mesmo quando a narrativa troca o tempo.

O resultado é um filme que funciona em dois níveis: um é o emocional, de se identificar com momentos e decisões. O outro é o técnico, que usa a estrutura não-linear para reforçar o tema central: cada instante pesa, mesmo quando a gente não percebe na hora.

Por que esse drama gruda depois do fim

Tem muita produção hoje tentando “vender sentimento” com trilha genérica e reviravolta para choque. Todo Tempo Que Temos faz diferente: ele constrói a emoção com ritmo. A sensação é de que a história respira, e por isso quando chega o ponto mais duro, ela parece inevitável. Não é exagero barato.

Além disso, a forma como o filme trata o amor tem aquele tempero que a gente reconhece: o relacionamento não é só sobre “ficar junto”, mas sobre escolhas contínuas. Mesmo quando aparece o diagnóstico, a narrativa insiste em mostrar o que ainda dá para fazer, como planejar o próximo capítulo e como existir com dignidade quando o futuro fica incerto.

No fim das contas, é aquele tipo de drama que você até assiste rápido porque “quer ver o que acontece”. Só que, depois, fica refletindo um pouco. E isso, né, é o famoso efeito “não foi só entretenimento”.

Vai assistir hoje ou vai deixar pra depois?

Se você quer uma Sessão da Tarde com cara de novidade e coração na mão, Todo Tempo Que Temos é uma escolha certeira. Hoje (08/06), às 15h30 na TV Globo, tem drama romântico inédito na TV aberta brasileira, com Andrew Garfield e Florence Pugh carregando a emoção nas costas. Agora é com você: vai assistir no sofá e sentir tudo, ou vai fingir que lembra depois?

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