Toy Story 5: Guilherme Briggs chora ao rever Paulo Flores

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Toy Story 5 chegou com aquele gosto de infância na boca, mas o momento mais forte não foi em tela. Foi na memória do reencontro de Guilherme Briggs com Paulo Flores, o veterano que emprestou voz a tantas lendas da dublagem brasileira.

O reencontro que virou abraço e lágrima

Em clima de nostalgia pela estreia de Toy Story 5, Guilherme Briggs, que volta ao papel de Buzz Lightyear, contou um encontro que parece cena de filme. Segundo ele, ao conversar com Paulo Flores, o veterano por trás de atuações marcantes como Mufasa em O Rei Leão, a conversa saiu do normal rapidinho e foi parar no modo emoção total.

Briggs revelou que ficou simplesmente impactado: não era “Toy Story” em si, era a Disney como um todo, e a presença daquele nome da dublagem brasileira. O ator disse que se emocionou ao encontrar Paulo, e que, naquele momento, a própria história do trabalho dele foi conectada com a admiração de fã, só que do jeito mais genuíno possível.

Buzz com carinho: como o retorno dos fãs pesa

O que deixa a fala do Briggs ainda mais bonita é a comparação que ele faz. Para ele, o carinho recebido dos fãs de Buzz Lightyear tem um efeito real, tipo aquele feedback que te lembra que o trabalho importa. E, do mesmo jeito, ver o trabalho de um colega veterano reconhecido do outro lado, com essa intensidade, dá aquele “caramba, é isso mesmo”.

Briggs comentou que Paulo Flores percebeu as lágrimas e perguntou o que tinha acontecido. A resposta veio com o coração: “O seu Mufasa”. Aquele elogio, que poderia ser só educado, virou um momento emocional, com direito a Paulo chorando também.

É quase como se a dublagem tivesse virado linha do tempo: uma pessoa que cresceu ouvindo aquele tipo de voz encontra outra pessoa que está carregando um personagem icônico para o futuro.

O Mufasa de Paulo e a ponte entre gerações

Paulo Flores, com “voz pesada” e presença de quem domina o ofício, começou a reagir à admiração. Briggs relatou que o veterano, emocionado, disse algo na direção de: “Que bom que você gostou, então não fala mais nada, me abraça”. E, sinceramente, isso é muito Brasil, mas também é muito dublagem: a profissão aqui é uma família silenciosa, que se reconhece.

Esse tipo de reencontro não só confirma o impacto do trabalho do Paulo, como mostra como artistas mais novos aprendem no contato. Briggs chegou até a comentar que, dependendo do período, talvez nem tivesse dublado Buzz ainda quando as pessoas começaram a valorizar o trabalho dele. E aí vem aquela verdade meio nerd e filosófica: o público não tem noção do peso emocional que existe atrás de uma voz.

Se você quiser contextualizar esse universo de emoções e legado, um caminho é olhar a história da animação e do estúdio em Pixar, que entende como poucos a força da narrativa em detalhes.

Nostalgia em cada cena do novo filme

Toy Story 5 mantém a tradição de brincar com o coração de quem acompanhou a franquia desde o começo. Anunciado em fevereiro de 2023, o filme segue a linha dos longa-metragens lançados entre 1995 e 2019, com Woody e Buzz voltando ao centro da bagunça afetiva.

O longa vai acompanhar os brinquedos com consciência quando seus donos não olham, e o diferencial desta vez é a atenção de Bonnie desviada por uma atração nova: um tablet infantil chamado LilyPad, com a pretensão de saber o que é melhor para a menina.

Também tem novidades no elenco de personagens. Um deles é Rolinho, um brinquedo para treinar Bonnie a usar a privada. Em inglês, o personagem terá voz de Conan O’Brien, e no Brasil o papel fica com Rafael Infante. Traduzindo: é mais um capítulo em que a franquia mistura humor, aprendizado e aquela sensação de “eu entendo, porque já fui criança também”.

E agora, quem vai emocionar no seu sofá?

Quando você junta o que o Briggs falou com o que Toy Story 5 promete trazer, fica fácil entender por que a nostalgia pega tão forte. Não é só sobre brinquedos e aventuras. É sobre trabalho de bastidores, sobre gerações se encontrando e, claro, sobre a magia de uma voz que atravessa anos.

No fim, talvez o melhor spoiler seja esse: se você vai assistir esperando só diversão, ok. Mas tem alta chance de sair com o coração apertado. E, do tipo que chega atrasado, igual aquela lágrima que você só percebe quando a cena termina.

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