Lanterna Verde na DC está vindo com uma reviravolta daquelas: a série coloca Hal Jordan (Kyle Chandler) na ativa muito antes de Superman brilhar no novo universo.
- Cronologia maluca: o que a série entrega no começo
- Hal Jordan foi o primeiro Lanterna Verde da Terra?
- Então Superman não era o começo absoluto do “mito”?
- Como John Stewart e Guy Gardner entram nessa linha do tempo
- O que isso muda para os heróis no novo universo DC
Introdução: quem achou que o universo da DC ia manter as coisas no modo “cartão postal” (tipo, todo mundo começa do mesmo ponto) vai se surpreender. Em Lanternas, a HBO Max parece querer fazer uma recontagem com novas peças no tabuleiro. E a primeira delas já aparece no ritmo do piloto, daquele jeito que só fan nerd pega e fica “ok, então agora faz sentido”.
Cronologia maluca: o que a série entrega no começo
Logo nos primeiros minutos divulgados pela HBO Max, a série volta até 1996 com uma reportagem sobre Hal Jordan. E o detalhe que acende todas as luzes do fandom é simples: naquele tempo, ele já faz parte da Tropa dos Lanternas Verdes há pelo menos uma década.
Traduzindo para a matemática do cosplayer (e do nerd do Reddit): se Hal já estava na Tropa antes de 1996, ele recebeu o anel e assumiu como Lanterna do Setor 2814 no mínimo em 1986. Aí vem o soco no estômago do crossover mental: isso coloca Hal como super-herói pública por volta de 36 anos antes de Superman começar sua era em cena, na continuidade recente do novo universo.
Ou seja, a série não só expande o passado como reordena prioridades. E sim, isso é bem “DC faz e eu aceito”, do jeito que deixa a gente com vontade de pausar o frame pra conferir a legenda.
Hal Jordan foi o primeiro Lanterna Verde da Terra?
Além do tempo de serviço, Lanternas indica outra parada importante: Hal Jordan teria sido o primeiro Lanterna Verde da Terra nesse universo. Isso abre uma porta enorme para a pergunta que o público vai ficar martelando.
E se Hal foi o primeiro da Terra, o que acontece com Alan Scott? Nos quadrinhos, ele é o Lanterna Verde original, mas com uma mitologia diferente da Tropa tradicional. A série parece estar apontando para um encaixe seletivo, onde certas origens podem existir, mas com outra função na linha do tempo audiovisual.
É aquela sensação de “OK, então não é só adaptação. É reescrita”. E a DC já provou que quando mexe, mexe pra valer.
Então Superman não era o começo absoluto do “mito”?
Se tem Lanternas agindo décadas antes, fica difícil sustentar a ideia de que o universo “começou” quando Superman ficou público. E a série conversa com isso ao reforçar que existem camadas históricas no mundo da DC.
Dentro do que já foi estabelecido, Superman deixa pistas de que meta-humanos podem existir na Terra há séculos. Além disso, há referências visuais em locais do tipo mural da Gangue da Justiça que sugerem figuras antigas como Black Pirate, Super-Chief e Zatara.
Ou seja, Lanternas entra como peça que conecta o passado “mítico” com o presente mais heroico. Não é um reboot de origem gratuito. É construção de mundo, na pegada universo compartilhado.
Como John Stewart e Guy Gardner entram nessa linha do tempo
O elenco não é só chamada de marketing. O roteiro parece usar a cronologia para organizar o time. A série terá John Stewart (Aaron Pierre) em treinamento ao lado de Hal Jordan, enquanto Guy Gardner (Nathan Fillion) já foi apresentado antes em outras partes do novo ciclo.
Com pelo menos três Lanternas Verdes relevantes nesse universo, a pergunta que vira caça ao tesouro é: como cada um encaixa na “hierarquia” do tempo? Hal como primeiro na Terra, John como próxima geração e Guy como peça que já está rodando faz o espectador sentir que tem uma história maior sendo desenhada, e não só episódios soltos.
Para quem curte mitologia, isso é ouro. Para quem não liga, ainda assim fica divertido porque dá aquele gosto de “tem coisa maior por trás”.
O que isso muda para os heróis no novo universo DC
Com Hal Jordan ativo décadas antes de Superman, Lanternas reforça que o novo universo da DC não vai seguir apenas a ordem clássica de “um herói inaugura tudo”. Em vez disso, a série sugere que já existia uma rede de proteção, propaganda de coragem e, provavelmente, muita bagunça intersetorial escondida no noticiário.
Se a Terra já tinha um Lanterna Verde antes do Homem de Aço virar símbolo nacional, então o mundo onde os heróis vivem é mais antigo, mais complexo e cheio de consequências acumuladas. E isso geralmente significa conflitos mais densos para o próximo arco.
Link externo relevante: para contextualizar a mitologia da Tropa dos Lanternas Verdes e as origens clássicas, vale conferir a página da Lanterna Verde na Wikipédia.
Vai ser Hal Jordan o “verdadeiro começo” que a DC estava escondendo?
Se o passado de Lanternas é mesmo tão antigo, a série entrega uma promessa clara: o universo DC pode estar construído em camadas, e você só percebe quando a cronologia resolve aparecer. E aí me diz: você curte mais quando a DC reordena a história para surpreender, ou prefere o clássico “começo pelo quadrinho”?
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