Rock in Rio terá espaço de creators: TIM House [ENTENDA]

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Rock in Rio vai ganhar um espaço dedicado à creator economy com a TIM House, trazendo desafios, cenários e até celebridades para turbinar a produção de conteúdo no festival.

TIM House: o lado nerd do Rock in Rio

A ideia aqui é simples (mas com cara de projeto grande): transformar um canto da Cidade do Rock em um estúdio aberto para creators e curiosos. A TIM House vai funcionar no Global Village e vai ser, basicamente, um hub de criação e conexão entre frequentadores, criadores e a marca.

Na prática, quem passar pelo espaço encontra cenários pensados para fotos e vídeos, distribuição de brindes e até estrutura de gravação aérea para pegar ângulos diferenciados do rolê. Ou seja: dá para sair de lá com conteúdo com vibe de bastidores, como se fosse o “making of” do festival.

Missões e desafios: vídeo que dá prêmio

Além do espaço para gravar, a TIM vai colocar o público dentro de uma dinâmica tipo “jogo de missões”. A proposta é promover desafios de vídeo e experiências interativas que incentivam a galera a produzir conteúdo no local.

Segundo a marca, haverá missões no festival e também uma lógica de curadoria e mentoria, com alguém mais experiente orientando creators. Isso ajuda a tirar do modo “postei qualquer coisa e rezei” e empurrar a galera para um caminho mais consistente de criação.

Quem tapa o papel da curadoria: Xamã, Cauã Reymond e mais

Se você acha que seria só cenário bonitinho, senta aqui que tem mais. A TIM escalou embaixadores e celebridades para interagir com o público e amplificar a cobertura nas redes. Entre os nomes citados estão Cauã Reymond, Juliano Floss, Pequena Lo, Xamã, Ana Paula Renault, Amanda Meirelles, Pedro Bonvivant e Diva Depressão.

Em linguagem de internet: é a curadoria fazendo aquele “plot twist” que todo mundo queria. O resultado esperado é simples: mais criadores rodando, mais gente vendo e, claro, mais conteúdo circulando com o olhar de quem entende de redes sociais.

Se você quiser contextualizar o conceito de creator economy de forma rápida, vale conferir a visão geral na creator economy na Wikipedia.

Estruturas, estandes e brindes para o público

A presença da TIM não vai ficar restrita à TIM House. A marca também terá um estande principal de três andares perto do Palco Sunset, além do patrocínio do Mega Download, a tradicional torre de queda livre com 30 metros.

No lado “loot box” do mundo real, o público pode garantir brindes disputados como shoulder bags, ventosas de celular, cordinhas com charms e pulseiras colecionáveis. A cereja do bolo é que parecem existir itens para cada dia temático, então rola aquela estratégia clássica de ir mais de uma vez para completar o set.

Ah, e também tem pontos de recarga de celular espalhados pelo gramado. Porque ninguém merece chegar no show e descobrir que a bateria virou pó.

Ingresso sem sorteio: ação até 31 de agosto

Outra parte interessante: a TIM disse que, diferente dos anos anteriores, vai apostar também em oferta. A marca vai dar ingressos para clientes, e a ação promete passaportes para o festival, inclusive para datas já esgotadas na venda oficial.

A operadora mantém a promoção até 31 de agosto com 4 mil ingressos sem sorteio. Em vez de “boa sorte na roleta”, funciona por compra de produtos selecionados e adesão a planos elegíveis. Traduzindo: é uma chance bem mais objetiva de garantir presença no Rock in Rio.

Rock in Rio vai virar evento de conteúdo, ou isso é só mais um upgrade do festival?

Com TIM House, missões, mentoria e celebridades circulando com o público, fica difícil ignorar: o festival está migrando para uma experiência que mistura show e produção. A pergunta é: você acha que isso melhora o rolê e fortalece a creator economy, ou vira só mais um cenário para ganhar brindes?

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