Lanternas episódio 2 [CRÍTICA] revelações e Hal Jordan

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Lanternas episódio 2 fecha um caso com gosto de ficção científica, mas mantém o principal mistério bem vivo: o que aconteceu com Hal Jordan?

[ENTENDA] Por que o episódio 2 de Lanternas é mais “sci-fi investigativo” do que ação

No ritmo do episódio 1, Lanternas poderia simplesmente acelerar a trama e soltar respostas. Só que o segundo capítulo escolhe o caminho meio “procedural” com tempero nerd: separa Hal Jordan e John Stewart, entrega revelações suficientes para gerar teoria e, ao mesmo tempo, deixa uma pergunta grande como chefe de final de dungeon.

O resultado é que você sai do episódio com um caso praticamente encerrado, mas com outro em aberto, e ambos conectados pelo mesmo fio: tecnologia alienígena, escolhas dos Guardiões e a sensação de que alguém está jogando xadrez em 4D.

O caso dos aliens em Rushville foi resolvido?

Sim, e isso é o mais importante do episódio 2. A investigação sobre os invasores no campo de futebol americano encontra um fim bem direto: não foram “monstros do nada”. Foi planejamento.

As mortes dos aliens têm dedo da milícia de Macon, que estava pronta para identificar invasores em Rushville. É aquele tipo de revelação que parece simples quando chega, mas que toma tempo para o roteiro montar com pistas e decisões.

E enquanto o caso inicial fecha, a série abre um “gancho” mais perigoso: um grupo liderado por Antaan aparece com uma missão clara. Eles querem um Caçador Cósmico escondido em Nebraska. Se der errado, eles transformam Terra em modo pesadelo.

O anel do Hal que vira ciência e uma planta carnívora

John Stewart ganha a parte mais legal em termos de “uau, isso é novo”. Forçado a buscar a bateria do anel na casa do herói, ele descobre que o anel não é só poder. É um pacote inteiro de regras, limites e possibilidades… incluindo uma criatura que é basicamente ficção científica com gosto de horror.

A série ainda acerta no detalhe: o momento em que Hal orienta John com um “pense em voo” parece simples, mas rende uma cena memorável. Stewart cria um passarinho com o anel, e ele não desintegra mesmo quando o anel volta para as mãos dele. Ou seja: o que está “quebrando as regras” pode não ser acaso.

Some isso ao fato de que a casa do Jordan abriga uma planta alienígena carnívora, e você entende o recado do episódio: aqui, Lanternas quer que você observe como o anel reage ao usuário e às condições do mundo real.

A milícia de Macon, Antaan e o Caçador Cósmico

Vamos na pancada, porque o roteiro foi bem direto: a milícia de Macon matou os aliens, e o grupo de Antaan é parte do mesmo quebra-cabeça. Eles não vieram só para causar caos. Vieram para caçar.

Por que eles estão na Terra? Porque os visitantes do espaço suspeitam que existe um Caçador Cósmico escondido em Nebraska. E aqui o texto fica bem “comic book raiz”: no universo dos quadrinhos, os Caçadores foram criados pelos Guardiões, originalmente como instrumentos de justiça, mas evoluíram para algo muito pior.

Para completar, surge um fator ainda mais interessante: a ligação de Hal com Nebraska, conectando o passado com o presente. Abin Sur caiu e morreu lá, e o episódio sugere que a origem desse perigo tem raízes em escolhas antigas dos Guardiões.

Para quem quer um contexto extra, vale bater o olho na visão geral do tema em Lanterna Verde, mesmo que o seriado tome liberdade na adaptação.

O encontro com Sinestro e o que isso apronta

O episódio 2 também tem sua melhor cena emocional e narrativa: John é obrigado a esconder informações de Hal, mas, quando reencontra seu mentor, ele abre o jogo. Não rola aquela cisão artificial de “segredo que vira briga por 3 temporadas”. O conflito vem mais de personalidade do que de exposição.

Enquanto isso, o final dá aquela sensação de etapa vencida, porém com troféu venenoso. Hal parte para o espaço, vestido de Lanterna Verde, pronto para interrogar seu grande algoz: Sinestro (e o carisma do Ulrich Thomsen já vem com clima de ameaça).

Ou seja: o episódio fecha uma parte, mas abre duas frentes grandes. E sim, a mais importante segue sendo “o que aconteceu com Hal Jordan”, porque o seriado trata a morte como um negócio que precisa ser entendido, não só aceito.

Hal Jordan morreu mesmo, ou a série só está te puxando pela coleira?

Se você achou que o episódio 2 seria “resposta rápida e boa”, o roteiro deu risada e mudou o jogo. Entre revelações sobre Caçadores Cósmicos, tecnologia alienígena e a chegada de Sinestro, fica cada vez mais difícil engolir a ideia de que Hal caiu e acabou.

Agora me diz: você tá no time que acha que Hal morreu de verdade, ou no time que acredita que ainda tem truque de roteiro nessa cena? Quero ver as teorias no comentário.

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