Taylor Sheridan está no meio de um processo por plágio de Yellowstone, e o bafafá envolve elementos que, segundo a acusação, já existiam em um projeto anterior. Bora entender o que tá em jogo.
- O que foi acusado no processo
- De Sovereign Nation para Yellowstone
- As semelhanças apontadas pela autora
- Quem está sendo citado na ação
- Isso muda o legado de Yellowstone?
O que foi acusado no processo
A roteirista Lauren J. Salkin entrou com uma denúncia acusando Taylor Sheridan de ter usado partes do seu projeto, Sovereign Nation, para desenvolver Yellowstone. A ação também inclui 101 Studios, Paramount e Elevate Entertainment, segundo documentos apresentados na última sexta-feira (21).
Traduzindo do mundo jurídico para o mundo nerd: é o tipo de processo em que a discussão não fica só no “tema faroeste”, mas em detalhes específicos de construção de história, universo e estrutura dramática.
De Sovereign Nation para Yellowstone
De acordo com a Variety, Salkin teria apresentado Sovereign Nation para a Elevate Entertainment em 2016. O argumento é que a proposta era um drama de faroeste com disputas políticas e territoriais, e que depois Sheridan teria usado elementos para transformar aquilo em Yellowstone.
O detalhe que pega: a denúncia sustenta que Yellowstone ganhou sinal verde alguns meses depois da apresentação do material. A série estreou em junho de 2018 e virou uma das franquias mais relevantes da TV americana, com derivados como 1883 e 1923.
As semelhanças apontadas pela autora
A parte mais “fofoca com evidência” do processo está na lista de semelhanças. A acusação afirma que as obras compartilham elementos protegidos por direitos autorais, indo além do que seria só algo comum ao gênero. Entre os pontos citados:
Há um cassino tribal como centro de poder político e econômico, uma discussão em escritório do presidente tribal sobre expansão além dos limites da reserva e mecanismos específicos para viabilizar crescimento territorial.
Também entram na conta o uso de terras em regime de trust, ausência de restrições de zoneamento e contratos de arrendamento de 99 anos para sustentar a expansão. Por fim, a denúncia menciona até imagens de planos-mestres usadas para retratar a disputa pelo controle territorial.
Quem está envolvido nessa treta
Além de Lauren J. Salkin e Taylor Sheridan, o processo cita empresas e envolvidos do ecossistema por trás da produção. Segundo a denúncia, também foram incluídas 101 Studios, Paramount e Elevate Entertainment.
Outro argumento que dá uma temperada extra é a alegação de que Salkin teria sugerido atores ainda na fase de apresentação do projeto: Danny Huston e Gil Birmingham. No elenco de Yellowstone, Birmingham vive Thomas Rainwater, ligado à estratégia de desenvolvimento centrada no cassino, e Huston interpretou Dan Jenkins, interessado em expansão imobiliária.
As equipes de Sheridan e das empresas citadas ainda não se manifestaram oficialmente sobre o processo, então por enquanto a história é “versão da autora” versus “versão da defesa”, no modo espera do tribunal.
Isso muda o legado de Yellowstone?
Se o caso pegar fogo no tribunal, Yellowstone vai virar outro tipo de conversa entre fãs e críticos, ou será que no fim tudo vai ser tratado como coincidência de gênero? O que você acha: plágio de verdade, ou só narrativa parecida demais para a coincidência sobreviver?
Sugestão para o seu Set-up Nerd:
Encontramos produtos incríveis com desconto!
Ver boneco colecionável Sinestro Lanternas amarelo 7 polegadas na Amazon















