The Witcher 3: Songs of the Past ganhou mais de 10 minutos de gameplay e a CD Projekt Red mostrou um pedaço do que vem aí na gamescom 2026. Bora destrinchar o que rolou, sem prometer milagre do combate, mas com aquele clima de Geralt que a gente ama.
- O que foi mostrado no gameplay
- Cutscenes, cavalo e aquele ritmo “Witcher”
- Combate e a arma misteriosa em forma de corrente
- Quando Songs of the Past chega
- Vai valer a pena esperar até 2027?
O que foi mostrado no gameplay
Depois da revelação inicial durante o Opening Night Live, Songs of the Past apareceu com mais detalhes em transmissões ao vivo feitas pela CD Projekt Red na gamescom 2026. Ao todo, passaram do limite de 10 minutos de jogabilidade, compilados em clipes por criadores no YouTube, como Dan Allen.
A real é que o material não entrega tudo sobre combate nem sobre como serão as missões. O foco parece estar em “atmosfera e progresso”, com cenas em que Geralt transita pelo mundo, reage ao ambiente e puxa o jogador para dentro do clima da expansão.
Cutscenes, cavalo e aquele ritmo “Witcher”
Se você espera um dump de combos e golpes novos na tela o tempo inteiro, fica meio no susto. A maior parte do que foi visto vem em formato de cutscenes e momentos de deslocamento, principalmente com Geralt a cavalo. E sim, isso pode soar “pouco gameplay” para quem quer só pancadaria.
Mas, como fã do universo, dá para ler isso de outro jeito: a expansão tenta reforçar a identidade do mundo do The Witcher 3, mostrando que ainda vai ter aquela mistura de exploração, narrativa e peso emocional que fez muita gente se apaixonar pela série.
Em outras palavras, é aquele Witcher clássico: menos “turbo” e mais “história andando junto”.
Combate e a arma misteriosa em forma de corrente
Mesmo sem revelar tanto do combate, teve um ponto que chamou atenção. Rolou uma breve cena de combate mostrando movimento e timing, mas com um detalhe meio “caça ao easter egg”: não ficou claro (ou não foi exibido com clareza) como exatamente a nova arma, descrita como uma espécie de corrente, se comporta em batalha.
Isso é o tipo de coisa que irrita e empolga ao mesmo tempo. Irrita porque a gente quer ver a arma em ação por mais tempo, e empolga porque o design promete uma dinâmica diferente. Se a corrente realmente tiver uso e mecânicas próprias, pode ser uma resposta direta para quem achou o combate do base game “bom demais para ser só repetição”.
Quando Songs of the Past chega
Songs of the Past está marcado para chegar em 2027 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC. Antes disso, a boa é que existe uma janela de “reaquecimento” com uma versão remasterizada de The Witcher 3.
Essa remaster chega em 29 de setembro, com várias melhorias. Ou seja: quem quer ficar afiado para o DLC vai ter tempo para revisitar o mundo e perder horas caçando monstros como se fosse a primeira vez.
Para contextualizar o universo do jogo base, vale dar uma olhada na página de The Witcher e lembrar por que essa franquia virou referência em RPG narrativo.
Vai valer a pena esperar até 2027 ou é só hype de cutscene?
Com gameplay mais focado em clima, deslocamento e narrativa, Songs of the Past parece estar mirando em algo maior que só “mais combate”. Mas aí fica a pergunta: vai ser expansão obrigatória para quem ama o Witcher pela história e atmosfera, ou você sente que a falta de detalhes do combate vai deixar a ansiedade bater mais forte?
Conta pra gente: você quer ver mais da corrente em ação ou tá de boas com essa vibe mais cinematográfica?
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