Orbitals chega em 3 de setembro com exclusividade no Nintendo Switch 2 e já parece aquele tipo de jogo que você começa “só pra testar” e termina maratonando feito maratona de anime de TV aberta.
- O detalhe que parece anime, mas é jogo
- Coop que cai bem no seu tempo livre (e no modo duas pessoas)
- Por que a estética 80 e 90 funciona tanto
- Preço e duração: dá pra zerar e ainda querer mais
- Orbitals vale o Switch 2 no dia 3 de setembro?
Introdução. Se você curte cultura nerd, cutscenes com cara de produção retrô e jogos que não enrolam, Orbitals tem cara de “combo perfeito”. E, com exclusividade no Switch 2, a galera vai mirar exatamente naquele fim de semana onde você fala “vou só dar uma partida”. Spoiler: vira sessão infinita.
O detalhe que parece anime, mas é jogo
O jogo é descrito como “um anime jogável” e isso faz sentido. Em vez de ser só visual, a proposta conversa com a mecânica. As artes, cenários e personagens usam uma pegada que alterna entre 12 fps e 24 fps, simulando aquele blur e o clima de TV de tubo das décadas de 1980 e 90.
Não é só estilo: também dá um ritmo diferente ao que você faz na tela. O resultado é uma experiência que parece arte animada, mas com objetivo, exploração e puzzles. E sim, tem cutscenes, só que a história empurra você pra continuar jogando.
Coop que cai bem no seu tempo livre (e no modo duas pessoas)
Orbitals bebe em referências bem conhecidas do gênero. A ideia de cooperação lembra jogos como It Takes Two no espírito de “duas pessoas, dois cérebros”, mas com foco em avanço direto: cada cenário traz desafios sem ficar repetindo a mesma aula de mecânica.
Na prática, você alterna perspectivas e precisa coordenar ações em ambientes distintos. Tem power-ups complementares, como armas d’água, lasers e ferramentas de atração. É aquele tipo de coop que funciona tanto pra quem joga junto todo dia quanto pra quem só chama o amigo no modo “vamos lá, só mais uma fase”.
Por que a estética 80 e 90 funciona tanto
Tem um carinho por detalhes aqui. A narrativa acompanha Maki e Omura, dupla de opostos que se complementa: ela é extrovertida e vibrante, ele é mais na dele. O elenco ainda inclui Kinakoko, mecânica carismática que passa aquela vibe de produção ghibliana, e Togen, comandante com segredos no bolso.
E a cereja geek: o jogo tem um gato que lembra aqueles “companheiros inevitáveis” de universo animado, além de criaturas marcantes, incluindo uma capivara com chifres. Sim, isso é tão absurdo quanto parece, e justamente por isso funciona.
Preço e duração: dá pra zerar e ainda querer mais
A campanha é curta, com menos de 10 horas. No começo, parece que vai faltar coisa. No fim, vira elogio: o ritmo é maratonável. Você termina num fôlego e pensa “beleza, só que eu queria mais um capítulo”.
O próprio posicionamento do jogo reforça isso: por menos de R$ 170 na eShop, ele entrega uma dose de nostalgia, criatividade e diversão cooperativa acessível. E no dia 3 de setembro, com exclusividade no Switch 2, a sensação é de “chegou na hora certa” pra quem quer algo diferente, sem tomar 40 horas do seu calendário.
Orbitals vale o Switch 2 no dia 3 de setembro?
Se você quer um jogo que parece anime, joga bem em coop e não te prende num grind infinito, Orbitals é praticamente um convite pra sentar, chamar alguém e maratonar no fim de semana. Exclusivo no Switch 2 a partir de 3 de setembro, então a pergunta é: você vai esperar ou vai ser do time que abre hoje e termina amanhã?
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