Resident Evil reboot: estreia recorde? [REVELADO] bilheteria

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Resident Evil reboot de Zach Cregger pode chegar chutando a porta do recorde: projeções apontam uma estreia gigantesca e você vai entender o porquê já já.

Quanto o reboot deve render no 1º fim de semana

As projeções que estão circulando com força pela imprensa americana indicam que o novo filme de Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, mira bem alto. A estimativa inicial fala em algo na casa de US$ 35 milhões no primeiro fim de semana nos Estados Unidos, mas as projeções não ficam paradas aí.

Com vendas antecipadas e desempenho no primeiro dia puxando, o número pode escalar para até US$ 50 milhões. Em termos nerd e bem práticos, isso colocaria o longa como candidato direto a maior estreia doméstica da franquia.

Hoje, o recorde de estreia doméstica fica com Resident Evil 4: Recomeço (2010), que fez US$ 26,6 milhões. Então sim: estamos falando de uma diferença de nível, tipo sair do modo “sobrevivência” e ir direto para “chefão final”.

O que Zach Cregger fez diferente (e por que isso importa)

O motor por trás dessa expectativa é o histórico recente de Zach Cregger com A Hora do Mal. O filme entregou resultados relevantes tanto nos EUA quanto no mundo: US$ 151,5 milhões nos Estados Unidos e US$ 270 milhões no total. Esse tipo de performance costuma virar “aval” para estúdios e público.

O perfil do público também chama atenção. A tendência é que a audiência masculina, com menos de 25 anos, esteja mais presente na conversa, impulsionada pelo apelo do trabalho anterior do diretor. Traduzindo: isso ajuda a abrir bilheteria, mas o desafio é sobreviver ao “vai ver se presta” de quem não é fã raiz de jogo.

Se o reboot conseguir agradar tanto quem jogou quanto quem só conhece Resident Evil pela fama e por referências pop, aí sim a franquia tem chance de voltar a ter relevância no circuito grande de lançamentos.

Elenco e premissa: quem entra no surto e como a história pega fogo

Além do nome do diretor, a aposta passa pelo elenco. O protagonista é Austin Abrams, que vive um entregador médico. A vida dele desanda quando ele cai no meio de um surto de criaturas infectadas, daquele jeito que faz você apertar o playback e pensar: “ok, isso aqui vai dar ruim rápido”.

No elenco, também aparecem Paul Walter Hauser, Kali Reis, Zach Cherry e Johnno Wilson. Com nomes que transitam bem entre drama, tensão e humor nervoso, existe espaço para o filme equilibrar susto e ritmo.

Para uma franquia com legado de jogos e adaptações que já tiveram caminhos tortos, esse tipo de mistura costuma ser o que separa um “filme legal” de um fenômeno de público.

Data, roteiro e direção: o que esperar da nova versão

O reboot estreia nos cinemas em 17 de setembro. E tem mais gente importante por trás da história: o roteiro fica com Shay Hatten, que já trabalhou em projetos conhecidos por adrenalina e reviravolta, incluindo John Wick 3 e John Wick 4 (o que, convenhamos, combina com franquia que vive de caos).

Como direções e roteiros acabam refletindo no “como a tensão se sustenta”, vale olhar para o filme também como um experimento de ritmo. Até porque este será o segundo reboot da franquia, depois de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (2021). E a memória recente do público não é exatamente gentil com tudo que veio antes.

Para contextualizar a franquia e seu universo, dá para acompanhar o histórico do Resident Evil na Wikipedia, que ajuda a ligar nomes, períodos e versões.

Esse reboot vai ultrapassar o hype e virar sucesso de verdade?

Se as projeções se confirmarem, Resident Evil pode bater recorde de estreia e, mais importante, recuperar confiança fora do nicho. Mas bilheteria na abertura não garante permanência.

Agora a pergunta que importa para todo fã e todo curioso: o reboot vai conseguir criar uma identidade que convença mesmo quem não é fã raiz, ou vai ser só aquele “grande primeiro fim de semana” que logo some das telas? A resposta vem em setembro.

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