Chad Powers disparou no Disney+ depois de cravar 100% de aprovação da crítica na segunda temporada. E sim, isso é daquele tipo de sucesso que faz o streaming abrir um sorriso de canto.
- Nota perfeita: 100% com o selo da crítica
- Top 10 em 71 países: o efeito “volta em modo novo”
- A fórmula do disfarce que virou identidade
- Por que Glen Powell combina com esse golpe do destino
- Vale assistir a segunda temporada agora ou deixar pra depois?
Nota perfeita: 100% com o selo da crítica
Na prática, a segunda temporada de Chad Powers: O Quarterback chegou atropelando todo mundo. No Rotten Tomatoes, a série estrelada por Glen Powell atingiu 100% de aprovação da crítica, virando aquele termômetro que muita gente geek usa antes de dar play.
O contraste também pesa: a temporada de estreia ficou com 60% de aprovação no agregador, e agora a produção praticamente reescreveu o próprio placar. É a clássica virada narrativa que, em série, dá aquela sensação de “ok, talvez eu ainda esteja no arco certo”.
Top 10 em 71 países: o efeito “volta em modo novo”
O hype não ficou só no papel. Segundo o desempenho divulgado do streaming, a comédia esportiva apareceu no top 10 do Disney+ em 71 países com a chegada dos novos episódios. Em outras palavras: a audiência global abraçou a ideia de dar uma segunda chance para um personagem que já queimou o próprio filme uma vez.
Nos Estados Unidos, o alcance foi ainda maior: Chad Powers liderou entre os títulos mais assistidos do Hulu. E essa mistura de plataforma e distribuição em vários mercados ajuda a explicar por que virou conversa em tanta timeline nerd ao mesmo tempo.
A fórmula do disfarce que virou identidade
A série foi criada por Michael Waldron, nome ligado a Loki, e acompanha Russ Holliday, uma estrela em ascensão do futebol americano universitário. A treta começa quando ele destrói a própria carreira por atitudes durante uma partida de campeonato. Sem muitos caminhos, ele parte para uma tentativa improvável.
O plano? Um disfarce que faz Russ assumir outra identidade e se apresentar como Chad Powers. A identidade funciona, e ele acaba entrando para o South Georgia Catfish, com Steve Zahn interpretando o treinador. Também aparecem no elenco Quentin Plair e Perry Mattfeld, entre outros nomes.
Na construção do roteiro, Waldron se inspirou em esquetes protagonizadas por Eli Manning, além de beber em referências como Uma Babá Quase Perfeita (1993) e Tootsie (1982). O tema é parecido: personagens imperfeitos, outra identidade e um crescimento que acontece no processo.
Por que Glen Powell combina com esse golpe do destino
Tem algo muito “cinema de comédia” em Chad Powers: a história é leve, mas o personagem tem carne e conflito. O carisma de Glen Powell funciona como cola emocional para uma trama que, sem isso, poderia virar só uma pegada maluca de disfarce.
E sim, a segunda temporada parece ter acertado o timing. Se na estreia a crítica foi mais exigente, agora a série entregou o que o público queria: ritmo melhor, piadas mais afinadas e aquele equilíbrio entre esporte, confusão e auto descoberta. Ou seja: o tipo de série que deixa você pensando “por que eu demorei pra apertar play?”
Se você curte acompanhar o histórico do agregador, o Rotten Tomatoes é uma boa referência para ver como a percepção do público e da crítica costuma evoluir.
Chad Powers vai ser sua próxima maratona no Disney+ ou só mais uma recomendação que você ignora?
Com 100% na crítica, top 10 em 71 países e a energia de “segunda chance” que funciona melhor do que deveria, fica difícil negar: Chad Powers parece ter virado prioridade no Disney+ para quem gosta de comédia com coração e futebol americano no modo turbo.
E aí, você já começou a segunda temporada ou vai deixar pra depois, do jeito que a gente promete e nunca cumpre?
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