Lanternas: morte de Hal Jordan é mentira? [REVELADO]

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Lanternas começa prometendo certezas, mas o 4º episódio dá um golpe digno de multiverso e coloca em dúvida a morte do Hal Jordan.

Introdução: Lanternas é aquele tipo de série que te faz pausar e reler pistas como se fosse missão de detetive. Só que, depois de começar com a morte do Lanterna Verde na estreia, o 4º episódio muda o clima: em vez de fechar o mistério, ele abre uma porta nova. E, honestamente, quando a DC faz isso, você já sabe que o roteiro quer que a gente questione tudo.

O 4º episódio virou um tribunal

Logo no começo, Hal Jordan (interpretado por Kyle Chandler) aparece morto em Rushville. A série então recua no tempo para acompanhar a investigação com John Stewart (Aaron Pierre) e o mistério do Caçador Cósmico. Só que a quarta parte começa a plantar uma dúvida bem desconfortável.

A informação central do capítulo é simples, mas explosiva: a trama começa a insinuar que nem tudo que parece “fato” na tela precisa ser verdade literal. E quando você cruza isso com o jeito como a narrativa brinca com ameaças e identidades, o episódio vira quase um interrogatório.

Sinestro empurra Hal pro crime

Tem uma conversa com Sinestro (Ulrich Thomsen) que funciona como alertinha de plot twist. Ele incentiva Hal a matar John. A recusa do protagonista não vem só de ética, vem com uma lógica que pesa: ele não se vê como “mal”. Ou seja, matar alguém assim seria uma quebra total da linha que ele não quer cruzar.

Mas é aqui que o público começa a desconfiar. Se Hal só não é “capaz” de agir por motivos de caráter, então quem teria motivo, acesso e frieza para fazer isso por ele? A série não confirma quem, mas planta o cenário perfeito para você começar a montar teorias.

O truque das cópias corporais pode ser a chave

Desde cedo, Lanternas estabeleceu um detalhe que muda o jogo: existem mais de doze espécies alienígenas que conseguem reproduzir corpos humanos sem que a diferença seja detectada. Isso dá um tempero muito específico ao mistério, porque o “corpo encontrado” pode não ser o que parece.

O episódio faz você voltar na cena da estreia com outra lente. Não é só “quem matou Hal”. É “o que exatamente é esse Hal no estádio?”. De repente, a ideia de uma cópia, uma manipulação ou um corpo substituto começa a soar bem plausível.

Não dá para cravar como certeza, mas o roteiro coloca pistas suficientes para tirar a morte do pedestal de “certeza absoluta”. E quando você perde essa certeza, vira tudo um quebra-cabeça.

O Caçador Cósmico como hipótese perigosa

O Caçador Cósmico sempre aparece como ameaça central. Ele surge de forma “natural” para identificar, rastrear e manipular situações. Se a lógica dele é essa, então ele pode ser o responsável tanto por encenar um desfecho quanto por orientar a investigação para um resultado específico.

O detalhe é que Lanternas também pode estar invertendo a expectativa do público. Você pensaria que o inimigo seria “alguém que Hal reconheceria como mal”. Só que a série abre espaço para um golpe ainda mais cruel: alguém que Hal não rotularia como vilão pode estar por trás da morte. E, para piorar, a própria estrutura do mistério ajuda a esconder quem está operando nos bastidores.

Se o Caçador realmente conseguir criar confusão em cima de identidades, a morte vista no estádio pode ser só uma peça do tabuleiro.

Lanternas está te trollando com o funeral do Hal?

Com o 4º episódio, a morte do Hal Jordan deixou de ser ponto final e virou pergunta existencial. E a melhor parte é que a série não entrega respostas fáceis, só mais camadas para você desconfiar de tudo.

Agora me diz: você acredita que o Hal está vivo, ou acha que a série vai surpreender de um jeito diferente e ainda mais DC?

Referência em DC e Lanternas na Wikipédia.

Canal oficial da HBO Max no YouTube para materiais e trailers.

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