Xógun teve um plot digno de samurai: as filmagens da 2ª temporada chegaram ao fim após quase 200 dias.
- Fim do set: quase 200 dias de tatami
- Quem volta e o que muda no elenco
- Roteiro e linha do tempo: 10 anos depois
- Por que essa produção promete diferente
- Agora é esperar ou enlouquecer com spoilers?
Fim do set: quase 200 dias de tatami
As gravações da 2ª temporada de Xógun terminaram neste domingo (13), segundo um post do criador Justin Marks no X (antigo Twitter). A mensagem tem aquele clima de “acabou, mas vai dar bom” que a galera do fandom ama: os estúdios começaram vazios e, ao final, voltaram a ficar vazios novamente.
Na legenda, Marks cravou o tempo total do processo. Foram quase 200 dias dedicados a filmar cenas com tatames, palanquins e detalhes em peças de laca. Tradução nerd: não é só “gravou e pronto”. É aquela obsessão estética que transforma figurino e cenário em parte do roteiro.
Se a 1ª temporada já tinha aquele sabor de épico histórico bem feito, dá para esperar que o 2º ano aumente o nível. E a própria frase “esperem até ver o que vem por aí” soa como ameaça leve de spoiler e hype pesado ao mesmo tempo.
Quem volta e o que muda no elenco
O segundo ano já tem confirmação de retornos importantes. Hiroyuki Sanada volta como Yoshii Toranaga e Cosmo Jarvis retorna como John Blackthorne. E tem bônus: Sanada sobe de nível na produção.
No ciclo anterior, ele também atuava como produtor da série. Agora, passa a ser produtor executivo, em parceria com Jarvis. Ou seja, mais controle criativo na veia. Para quem curte bastidores, isso normalmente significa mais atenção aos arcos e ao ritmo das decisões políticas.
Além do núcleo, a segunda temporada também conta com retornos de Fumi Nikaidô, Shinnosuke Abe, Hiroto Kanai, Yoriko Dôguchi, Tommy Bastow, Yuko Miyamoto, Eita Okuno e Youka Kouri.
Roteiro e linha do tempo: 10 anos depois
A trama do 2º ano vai se passar dez anos após os acontecimentos da primeira temporada. Isso muda o jogo: em vez de continuar no mesmo “caos em construção”, a história chega como consequência. Consegue imaginar as alianças novas, as dívidas antigas e o tipo de poder que se acumula quando o mundo já não está tão instável?
O planejamento também teve timing de produção bem documentado. A pré-produção começou em setembro de 2024. Os roteiristas e produtores consideraram 3 ou 4 caminhos para a obra antes de fechar a rota final. Pelo que o showrunner indicou, o roteiro já estava finalizado desde o fim do ano passado.
Falando em produção, as filmagens começaram em janeiro de 2026, em Vancouver, no Canadá. E sim, aqui cabe a parte geek: cenários históricos em locação e sets controlados criam uma consistência visual que o público sente sem saber explicar.
Para contextualizar o período e o Japão feudal que inspiram a série, dá para conferir a base geral sobre o Período Edo no Wikipédia.
Por que essa produção promete diferente
Quando um drama histórico decide caprichar em detalhes como laca, madeira e execução de cenografia, ele está dizendo: “a política também mora nos objetos”. Em Xógun, isso vira linguagem. Um gesto, um ambiente e até um tipo de transporte carregam significado.
E tem outro ponto: a mudança de “energia” de década para década. Como já foi anunciado que o segundo ano ocorre 10 anos depois, a série tende a explorar como personagens mudam com o tempo. Não é só continuidade. É evolução, desgaste e reposicionamento.
Além disso, Hiroyuki Sanada e Cosmo Jarvis seguem como o eixo emocional e estratégico da trama. Quando dois nomes desse tamanho retornam, a chance de a temporada vir mais afiada em diálogos e confrontos políticos aumenta.
Agora é esperar ou enlouquecer com spoilers?
Filmagens encerradas após quase 200 dias é aquele sinal claro de que a 2ª temporada de Xógun está sendo montada com calma e ambição. Agora a pergunta fica no ar: você vai conseguir esperar sem cair em teorias e “e se?” pela internet?
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