Final Fantasy VII Revelation vai trazer uma mecânica que deixa você ignorar side quests e o grind sem perder a vibe do RPG.
- O que muda na progressão do jogador
- Como funciona: o jogo pergunta e ajusta o nível
- Quem vai curtir (e quem pode sentir falta do grind)
- E o modo “tradicional”? Ele fica de pé, prometo
- É justo com quem vive de side quest?
O que muda na progressão do jogador
A Square Enix parece estar focando em um tipo de acessibilidade que é praticamente um pedido antigo da comunidade: menos tempo rodando conteúdo paralelo só para subir nível e mais tempo curtindo a história. Em entrevista ao IGN Japão, o diretor Naoki Hamaguchi comentou que Final Fantasy VII Revelation terá uma mecânica para subir os personagens automaticamente, mirando especialmente quem não quer encarar grind ou side quests como obrigação.
Em outras palavras: é como se o jogo dissesse “relaxa, mano, a gente te leva pro nível recomendado” quando a trama exigir. E sim, isso bate de frente com aquela rotina clássica de RPG em que você vira refém de batalhas aleatórias e missões paralelas “só mais uma” até chegar no boss.
Como funciona: o jogo pergunta e ajusta o nível
Segundo Hamaguchi, o sistema aparece em momentos específicos da história. A cada trecho relevante, o jogo vai perguntar se você quer que os seus personagens subam automaticamente para o nível recomendado daquela missão.
Se você disser sim, o jogo faz o ajuste. Se você disser não, segue a rota tradicional: explorar missões paralelas, farmar recursos e reforçar habilidades do jeito “manual”, bem estilo Final Fantasy clássico.
Esse design é inteligente porque não impede a progressão para quem quer seguir a história, mas também não joga fora o “jeito nerd” de jogar. É menos punição por não querer sofrer e mais liberdade de escolha.
Quem vai curtir (e quem pode sentir falta do grind)
Se você é do time que sempre diz “vou fazer as side quests, prometo” e, no fim, mata metade da lista e parte pro boss, essa mecânica é basicamente um abraço no peito. Para jogadores mais novos também ajuda demais, porque grind costuma ser aquele requisito silencioso que transforma curva de dificuldade em curva de paciência.
Por outro lado, existe um grupo que sente falta do suor. Para esse pessoal, o grind não é só estratégia, é parte do ritual: você explora, aprende, cria intimidade com o sistema e volta mais forte. A pergunta aqui é se o jogo vai manter recompensas e caminhos atraentes para quem ainda curte o modo tradicional.
E pelo que foi indicado, a ideia é dar opções, não substituir o conteúdo por uma “varinha mágica” permanente.
E o modo “tradicional”? Ele fica de pé, prometo
Mesmo com o ajuste automático, Hamaguchi reforça que Revelation vai manter um mundo expansivo e uma infinidade de missões paralelas. Ou seja, se você quer grindar por escolha própria, ainda vai ter combustível pra isso.
Além disso, a conversa sobre acessibilidade não fica só nesse ponto. Em entrevistas anteriores ao Omelete, foi mencionado que os minigames vão continuar aparecendo, mas com remodelações para ficarem
Se você joga pensando em narrativa e fluidez, isso pode ser uma virada. Se você joga pensando em desafio e construção de build, o sistema automático tende a ser um “plano B”, não um roubo da sua identidade gamer.
Final Fantasy VII Revelation vai equilibrar liberdade com respeito ao jogador?
Porque, no fim, a grande pergunta é: se você pode ignorar side quests e grind, o jogo perde a sensação de conquista ou ganha tempo pra te colocar na história na hora certa? A galera vai agradecer… ou vai reclamar que ficou fácil demais?
Fontes externas: entrevista ao IGN (IGN Japão, via reportagem) e cobertura do tema em veículos de games.
Sugestão para o seu Set-up Nerd:
Encontramos produtos incríveis com desconto!
Ver Action Figure Cloud Strife (Final Fantasy VII) boneco colecionável na Amazon















