NCIS: Origins vai receber Emily Wickersham na terceira temporada, em sua primeira aparição como Ellie Bishop no spin-off.
- Bishop volta à investigação
- O caso que reúne os agentes
- Duas linhas do tempo, uma franquia
- O que esperar do encontro
Bishop volta à investigação
Quem acompanha NCIS há um tempo tem mais um motivo para espiar a nova temporada de Origins: Emily Wickersham retorna como Eleanor “Ellie” Bishop. A atriz participa de vários episódios da terceira temporada, e essa será a estreia da personagem no spin-off.
Wickersham viveu Bishop por oito temporadas na série original, até sair do elenco em 2021. Agora, a agente reaparece numa história situada nos dias atuais, bem distante da trama de época que dá nome a Origins. É uma ponte direta entre produções da franquia, sem precisar de multiverso, portal ou explicação com quadro branco. Às vezes, o bom e velho crossover resolve.
A primeira aparição está marcada para “Shimmy Shimmy Ya”, episódio previsto para 27 de outubro nos Estados Unidos. A participação não deve ficar restrita a uma visita rápida: a informação divulgada é que Bishop estará em vários capítulos.
O caso que reúne os agentes
Na narrativa atual, Gibbs, interpretado por Mark Harmon, investiga quem está por trás de uma tentativa de assassinato contra ele. É nesse cenário que Bishop entra em campo: Tony DiNozzo, agora diretor do NCIS, recruta a agente para ajudar Gibbs a rastrear os suspeitos.
Sim, Michael Weatherly também volta como Tony. A reunião com Harmon já seria um chamariz considerável para quem sente falta da dinâmica da série original; colocar Bishop no mesmo tabuleiro acrescenta outra camada de nostalgia. Mas o retorno funciona melhor se vier acompanhado de algo além de rostos conhecidos, e a investigação parece oferecer justamente um motivo concreto para esse reencontro.
O detalhe interessante é a posição de Tony na trama. Ele não aparece apenas como o antigo colega que chega para trocar uma piada e sumir nos créditos: a história o apresenta como o novo diretor da agência, responsável por envolver Bishop no caso. Isso abre espaço para mostrar como os personagens se encaixam nessa fase posterior à saída de Gibbs do NCIS.
Duas linhas do tempo, uma franquia
NCIS: Origins acompanha Gibbs no começo da carreira, em 1993. Já a investigação atual explora acontecimentos posteriores à sua saída da agência. A série, portanto, trabalha com dois períodos bem diferentes: de um lado, a formação do agente; do outro, as consequências de uma trajetória que o público conhece há décadas.
Essa estrutura é um jeito esperto de ampliar o universo sem transformar a produção numa simples repetição da série-mãe. O passado dá espaço para contar histórias novas sobre Gibbs jovem, enquanto a linha atual pode reencontrar personagens familiares e mexer com o legado do protagonista. É como revisitar um arco antigo de One Piece e, ao mesmo tempo, descobrir o que aconteceu com a tripulação depois: o apelo está tanto na memória quanto nas mudanças.
Para quem chegou à franquia por Origins, Bishop e Tony são boas portas de entrada para entender a dimensão desse universo. Para os veteranos, o retorno tem aquele gostinho de rever gente querida, só que com os personagens em posições diferentes das que ocupavam antes.
O que esperar do encontro
A participação de Wickersham não apaga o foco da série em Gibbs jovem, mas reforça que Origins também pode olhar para o presente da franquia. E, com Tony liderando o NCIS e Bishop ajudando numa investigação ligada a Gibbs, a temporada tem material para fazer o reencontro valer por mais do que uma foto de elenco reunido.
Claro, retorno de personagem querido não é passe livre para a série: a química e o espaço dado à investigação ainda precisam sustentar esses episódios. Mesmo assim, juntar Bishop, Tony e Gibbs num caso de tentativa de assassinato é uma combinação que chama atenção sem depender de aceno vazio. Agora resta ver como a produção vai equilibrar a nostalgia com a trama própria de Origins.
Sugestão para o seu Set-up Nerd:
Encontramos produtos incríveis com desconto!















