Apple Music e Apple One ficaram mais caros no Brasil. O reajuste veio com uma mordida entre 5% e 17,2% e, sinceramente, deu aquele frio na espinha no rolê do streaming.
- O que mudou nos preços?
- Quanto subiu em cada plano?
- Por que a Apple mexeu nas mensalidades?
- Apple One ainda vale a pena?
- Você vai trocar ou segurar o plano?
O que mudou nos preços?
A Apple reajustou os valores do Apple Music e do Apple One tanto nos EUA quanto no Brasil. Por aqui, o recado é bem direto: alguns planos subiram e outros permaneceram no mesmo patamar. Em geral, a estratégia parece ser “ajustar” os custos de licenciamento de música, sem deixar os assinantes sem nenhuma explicação.
O impacto é mais sentido em planos que muita gente usa em casa ou com galera, especialmente no formato familiar. Então se você é do time “eu pago e todo mundo usa”, é bom conferir se seu bolso já tomou aviso prévio.
Quanto subiu em cada plano?
Vamos ao que interessa, sem enrolar. Os aumentos no Brasil variam de 5% até 17,2%, dependendo do seu combo.
Apple Music
- Individual: R$ 21,90 para R$ 23,90 (alta de 9,1%)
- Familiar: R$ 34,90 para R$ 40,90 (alta de 17,2%)
- Universitário: R$ 11,90 para R$ 12,90 (alta de 8,4%)
Apple One
- Individual: R$ 42,90 permanece R$ 42,90
- Familiar: R$ 59,90 para R$ 64,90 (alta de 8,3%)
- Premium: R$ 99,90 para R$ 104,90 (alta de 5%)
Traduzindo para o idioma nerd: alguns combos foram “buffados” para cima no preço, mas pelo menos o plano Individual ficou de boa. Para quem é do time Apple e já tinha a assinatura cravada, é aquele reajuste que você percebe mês a mês.
Por que a Apple mexeu nas mensalidades?
A Apple justificou o reajuste pelo aumento nos custos de licenciamento de música. Em termos práticos, é a conta chegando para o consumidor final: direitos autorais, negociações com gravadoras e os custos que orbitam o catálogo gigante do serviço.
E já teve efeito colateral no cenário competitivo: nos EUA, o Apple Music continua mais barato que o Spotify, que tinha reajustado seus planos no começo do ano. Ou seja, não é uma “derrota” total para o Apple Music no preço global, mas aqui no Brasil a pancada existe.
Para contextualizar como funciona esse ecossistema de música e licenciamento, vale entender o básico de licenciamento de música, que é a base do que essas plataformas pagam para manter o catálogo no ar.
Apple One ainda vale a pena?
Depende do seu perfil, porque o Apple One é praticamente um pacote de “serviços extras” da Apple. E aqui tem um ponto importante: o reajuste não afetou avulsos como iCloud+, Apple TV, Apple Arcade e Apple Fitness+. Então, se você só usa música, talvez seja mais racional olhar o Apple Music direto.
Agora, se você já vive no ecossistema Apple, o raciocínio é mais simples: compare quanto você usa de música, espaço no iCloud e outros conteúdos. O plano Individual do Apple One ficou travado no preço, o que pode deixar ele mais “na régua” para quem quer simplificar tudo em um pagamento só.
Em resumo geek: Apple One é tipo assinatura de “combo de DLC”. Se você consome vários recursos, o aumento pesa menos. Se não, vira aquele DLC que você nem abre no jogo.
Você vai trocar de serviço ou vai aceitar o novo preço?
Com Apple Music e Apple One mais caros no Brasil, a pergunta que fica é: você vai seguir firme, ajustar o plano ou procurar alternativa? Diz aí nos comentários qual é seu plano hoje e o que mais pesa para você: qualidade, catálogo ou custo.
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