Ator de Emily em Paris entrou em um thriller de ação, e agora o elenco de The Good Samaritan ganhou um “upgrade” daqueles. A mistura de nomes é tanta que parece crossover de universo paralelo, só que com perseguição, sequestro e conspiração mortal.
- Quem entra no elenco (e por que isso importa)
- Pierre Morel no comando: do que esperar do tom
- Trama do thriller: resgate, piratas e uma armadilha global
- Elenco e dinâmica: Ridley, Duhamel e Copley em modo tensão
- O que esse elenco sinaliza para o filme
Quem entra no elenco (e por que isso importa)
Segundo informações divulgadas pela Variety, Lucien Laviscount, conhecido por Emily em Paris, foi adicionado ao elenco do thriller The Good Samaritan. Ele vai dividir a tela com Daisy Ridley, que já está confirmada como protagonista.
Se você está pensando “ok, mas é só mais um elenco”, calma. É o tipo de escolha que muda o ritmo do projeto: Laviscount traz familiaridade com público mais mainstream, enquanto Ridley chega com credibilidade de ação e suspense. Joga isso junto e pronto: expectativa subiu.
Pierre Morel no comando: do que esperar do tom
O filme é dirigido por Pierre Morel, nome que costuma entregar ação com pegada direta, sem enrolar demais. E quando a direção é firme, o suspense também costuma acompanhar: cenas tensas, geografia bem usada e personagens que reagem rápido quando a situação desanda.
No caso de The Good Samaritan, o roteiro é original de Matthew Ian Cirulnick. Com isso, a proposta tende a ser mais “fechada” e menos dependente de fórmula pronta. Em tradução nerd: menos “filme genérico”, mais “vamos ver no que vai dar”.
Trama do thriller: resgate, piratas e uma armadilha global
A história acompanha a empresária Dra. Rosalind Carver (Ridley) e o marido Matt (Laviscount) depois que eles resgatam um homem ferido que estava à deriva na costa da Indonésia. Só que, como toda boa tragédia cinematográfica, o “ato heroico” vira a porta de entrada para uma conspiração mortal.
Em poucas horas, o iate do casal desaparece, Matt é sequestrado e o paraíso vira armadilha. O sequestro envolve piratas liderados por Langbore (Sharlto Copley). E tem também a autoridade corrupta, aquele ingrediente que transforma o caos em “não tem pra onde correr”.
No meio disso, Rosalind cruza o caminho de Sean Fuller (Josh Duhamel), um ex-mercenário endurecido pela batalha e com objetivos próprios para derrubar os piratas.
Elenco e dinâmica: Ridley, Duhamel e Copley em modo tensão
O trio principal é, basicamente, uma receita de tensão bem montada. Daisy Ridley costuma ser ótima quando precisa alternar controle e desespero, e aqui ela tem um “labirinto” de ameaças. Josh Duhamel entra como o contraponto: alguém que já viu de perto o pior e sabe como sobreviver.
Já Sharlto Copley tende a ser o tipo de antagonista que dá aquele gosto de perigo real. Piratas liderados por alguém marcante geralmente significam cenas com conflito prático, não só discurso. Ou seja: vai ter porradaria, confronto e tensão em ritmo acelerado.
As gravações começam no outono americano, então ainda é cedo para dizer data de estreia. Mas, pelo “pacote” de nomes e pelo estilo do diretor, a sensação é que o filme vai mirar no público que curte ação com suspense, sem transformar a trama em sermão.
Esse elenco é sinal de um thriller que vai decolar, ou só hype de elenco?
Com Lucien Laviscount em Emily em Paris migrando para The Good Samaritan, e com Daisy Ridley, Josh Duhamel e Sharlto Copley fechando o time, fica difícil não ficar curioso. A questão é: vai ser aquele thriller que segura do começo ao fim, ou o elenco vai ser mais forte que a própria história?
Conta pra gente: você curte esse tipo de mistura entre suspense e ação? Porque pelo que foi descrito, tem tudo pra virar sessão de adrenalina, com direito a conspiração e “cada decisão piora tudo”.
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