Baki Gaiden: Kaioh Retsu Doesn’t Mind Getting Isekai’d vai ganhar adaptação em anime e a briga promete ser nível “desova de energia vital”, só que agora em um mundo de fantasia.
O anúncio que fez barulho
A TMS Entertainment anunciou que o mangá BAKI GAIDEN: KAIOH RETSU Doesn’t Mind Getting Isekai’d vai virar anime. Sim, você leu certo: é um spin-off isekai focado no Retsu Kaioh. Porque aparentemente a franquia resolveu que “mais porrada” nunca é suficiente, né?
O enredo coloca o mestre do Kenpo no caminho de um novo tipo de desafio. A promessa é que, além das lutas, você vai ver ele tendo que adaptar suas técnicas a um cenário sobrenatural, com criaturas e poderes que fogem do “normal” do universo de Baki.
Quem é Retsu Kaioh nisso?
O Retsu Kaioh é aquele personagem que sempre foi sinônimo de disciplina e precisão. Ele não é só força bruta. É estilo, treino e leitura de combate. E o mangá usa isso como base para o twist do isekai: a lógica do personagem é tão rígida que, quando cai em outro mundo, vira uma espécie de “algoritmo de luta” contra o impossível.
A história começa depois do duelo do Retsu contra o espadachim Musashi Miyamoto em Baki-Dou. No spin-off, o mestre reencarna e precisa provar que as artes marciais chinesas dele funcionam até quando o universo resolve mudar as regras no meio do caminho.
Isekai de Baki: como assim?
Traduzindo em linguagem de fã: é como se o “modo treinamento infinito” do Retsu tivesse sido teleportado para um RPG. Só que sem HUD, sem tutorial e com monstros que não pedem licença pra te dar dano.
Nesse mundo de fantasia, a obra promete colocar o personagem para enfrentar criaturas mágicas e poderosas. E aí entra o charme nerd: em vez do isekai padrão de “ganhar habilidades aleatórias”, a proposta parece ser mostrar a capacidade dele de se reinventar usando o que já sabe fazer de melhor.
Por que essa história faz sentido
Desde 2020, o derivado está em serialização na revista mensal Shōnen Champion. Até agora são 16 volumes em circulação, com mais de 2 milhões de cópias, incluindo a edição digital. O 17º volume está programado para sair em 8 de setembro. Ou seja: não é só hype de anúncio, tem tração real.
O mangá tem Sai Ihara na história e Eiji Mutsui na arte, com o autor da obra original, Keisuke Itagaki, creditado pelo conceito. Essa mistura costuma funcionar porque mantém o espírito da franquia, mas dá espaço para explorar um caminho diferente sem perder a identidade.
Se você gosta de Baki por causa do absurdo das lutas, aqui vai rolar um tipo diferente de caos. E, sinceramente, a Netflix já tem Baki-Dou: O Samurai Invencível no cardápio, então a galera que acompanha a franquia provavelmente vai querer ver esse “Retsu no modo isekai” o quanto antes.
Baki
é um daqueles universos em que a fantasia pode até mudar, mas a obsessão por combate continua.
Vai dar certo ou é cilada?
Com TMS Entertainment no comando e um spin-off que já tem história e público, essa adaptação tem tudo pra virar um daqueles animes que você assiste e pensa: “ok, isso aqui é burro, mas é muito bom”. Você acha que o isekai vai valorizar o Retsu Kaioh ou vai desviar demais do DNA de Baki?
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