Gundam RG XARX-ZERO já virou assunto entre os fãs de mecha: a Sunrise anunciou um animê para 2027 e ainda amarra a história em um novo universo com jogo. Bora destrinchar o que vem aí.
- O que é o Projeto RG e por que isso importa
- Gundam RG XARX-ZERO: estreia, premissa e clima apocalíptico
- Ray Azumi e o Gundam ZERO: quem é o protagonista
- A equipe nerd de elite por trás do animê
- Onde o jogo Gundam Rogue Orbit entra na linha do tempo
O que é o Projeto RG e por que isso importa
O mais legal do anúncio do Mobile Suit Gundam RG XARX-ZERO é que ele não vem sozinho. A Bandai Namco e a Sunrise estão puxando o famoso “multiverso” da franquia com o Projeto RG, uma proposta de expandir o universo com outras mídias, incluindo jogo e produtos. Traduzindo: é Gundam no modo “tudo conectado”, tipo aquele caos organizado que a gente ama.
No Projeto RG, o objetivo é construir uma continuidade mais ampla, onde histórias em animação e gameplay conversam entre si. E, no caso de XARX-ZERO, a narrativa se passa em um ponto específico do tempo que dialoga diretamente com o Gundam Rogue Orbit.
Gundam RG XARX-ZERO: estreia, premissa e clima apocalíptico
A série estreia em 2027 e tem um gancho bem “cinematográfico sci-fi”: a humanidade teria alcançado três conquistas para viver no espaço, como controle gravitacional, comunicação mais rápida que a velocidade da luz e até materialização cognitiva. Parece tecnologia de ponta de tese, só que com cara de plot.
O problema é quando exploram o Sistema Solar e encontram uma espécie desconhecida chamada Apocalipse. Em resumo: a Terra tenta se manter firme, dura três meses defendendo o planeta e, depois, rola uma rendição. Aí vem o salto temporal: 45 anos depois, crianças vivem na Lua sem saber como era a vida antes dessa ameaça.
É aí que surge a base emocional da história: um mundo que normalizou o “fim” como parte do cotidiano. Pra quem curte mecha com identidade e não só batalha, isso tem cara de promessa.
Ray Azumi e o Gundam ZERO: quem é o protagonista
O protagonista é Ray Azumi, interpretado por Takeo Otsuka, que já trabalhou em papéis marcantes como Jinshi em Diários de uma Apotecária e Aqua em Oshi no Ko. Ou seja: tem talento de sobra pra dar peso emocional e ritmo pra esse protagonista.
Ray pilota o robô chamado Gundam ZERO. E aqui entra aquele detalhe que faz o fã de colecionáveis acordar sorrindo: já foi confirmado o lançamento de colecionáveis do Gundam ZERO, com prévias aparecendo junto do material divulgado do projeto.
Se a Bandai colocar o capricho de sempre e a narrativa conseguir manter tensão, esse Gundam pode virar “o favorito do próximo ciclo” rapidinho.
A equipe nerd de elite por trás do animê
Tem gente grande no time criativo. A direção e roteiro ficam com Kenji Kamiyama (famoso por Ghost in the Shell: Stand Alone Complex). Para design de personagens original, aparece o trabalho de STATO, com adaptação para animação feita por Miyako Takasu (também na direção de animação). Já o design de mechas é Eiichi Shimizu, que inclusive é autor do mangá de ULTRAMAN.
A trilha sonora fica por conta de Go Shiina (o cara de Demon Slayer). E a animação é do estúdio Sola Animation. Esse combo é aquele tipo de “escala de qualidade” que a gente sente antes mesmo de ver a primeira imagem animada.
Pra acompanhar o contexto oficial do título e as informações do universo, vale olhar o site oficial do Gundam RG XARX-ZERO.
Onde o jogo Gundam Rogue Orbit entra na linha do tempo
O Gundam Rogue Orbit é o outro pilar do Projeto RG. O jogo ainda não saiu, mas já tem previsão para 2027 e chega para PlayStation 5, Xbox Series e PC. E o pulo do gato é a cronologia: a história do animê acontece 90 anos antes da narrativa do jogo.
Isso é praticamente um mapa do tesouro pra fãs. Se você curte teoria de universo expandido, vai ter espaço pra comparar eventos, tecnologias, consequências e até aquela sensação de “tá tudo conectado”. E se você só quer pilotar mecha e sofrer bonito em missão, melhor ainda.
Com a confirmação de colecionáveis também ligados ao universo, dá pra sentir que a marca quer que RG vire hábito, não evento isolado.
Vai ser o Gundam mais “conectado” da era moderna, ou só hype de Projeto RG?
Entre Ray Azumi, Gundam ZERO, um roteiro com assinatura do Kenji Kamiyama e a ponte de 90 anos com o Gundam Rogue Orbit, a aposta tá alta. Agora me diz: você entra no Projeto RG por amor ao animê, pelo jogo, ou porque já sentiu o cheiro de universo expandido bem feito?
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