Kane Parsons, o diretor de Backrooms que transformou creepypasta em hit comercial, está negociando um novo contrato com a A24 e a galera já quer saber: vai ter sequência mais pesada aí? Spoiler: parece que sim.
- Por que a A24 virou o oráculo de horror
- Contrato de 3 anos: exclusividade ou fria?
- Quem quer roubar o Kane Parsons no braço
- Como o universo Backrooms vira cinema de verdade
- Backrooms vai virar franquia real ou “um lugar que nunca acaba”?
Por que a A24 virou o oráculo de horror
A A24 tem um talento meio sobrenatural para pegar projetos que nascem na internet e transformar em experiências cinematográficas que viram assunto por semanas. E com Backrooms não foi diferente. O filme saiu do território “só terror viral” para virar fenômeno de bilheteria, provando que o estranho também pode ser mainstream.
No centro disso tudo está Kane Parsons, jovem cineasta que fez a ponte perfeita entre YouTube e Hollywood. Ele foi contratado com 17 anos para dirigir a adaptação de sua própria série de vídeos, e o resultado pegou a indústria de surpresa. Quando um orçamento modesto vira montanha de arrecadação, estúdios do mundo inteiro começam a bater na porta.
Contrato de 3 anos: exclusividade ou fria?
Segundo Matt Belloni, do Puck, a A24 tenta fechar uma exclusividade de três anos com Parsons. Traduzindo para a linguagem do multiverso nerd: é a tentativa da casa de manter o “criador” no controle criativo e garantir que o próximo passo da franquia (ou do universo) siga a visão dele.
Dentro das conversas, entra uma sequência de Backrooms que o diretor teria idealizado. Também aparece a promessa de um novo filme original, do tipo que a A24 gosta: conceito forte, horror com identidade e aquele clima de “não é pra ser confortável”.
O ponto aqui é o equilíbrio. Exclusividade pode ser ótimo para construir planejamento de longo prazo, mas também costuma limitar negociações paralelas. Então sim, isso fica naquele modo “boss fight” entre estúdios.
Quem quer roubar o Kane Parsons no braço
A disputa, infelizmente para a A24, não parece tranquila. Warner Bros., Universal Pictures e Sony Pictures também entraram na briga, com reuniões pessoais para convencer o diretor a trocar de estúdio.
Isso acontece quando um nome vira “ativo de alto valor”. E Parsons virou, porque Backrooms conseguiu fazer o que muita coisa falha: dar forma narrativa a um conceito que nasceu fragmentado, em forma de posts, narrativas curtas e creeps que vivem no imaginário coletivo.
No fim, a A24 ainda surge como favorita, mas favorito em Hollywood é aquele negócio: você é favorito até o contrato cair na mesa errada.
Como o universo Backrooms vira cinema de verdade
Os vídeos de Parsons ficaram entre os creepypastas mais populares do gênero, com mais de 70 milhões de visualizações no YouTube. Só que para dar certo no cinema, a adaptação precisa traduzir o medo para linguagem de filme: ritmo, performance, arquitetura de tensão e um “porquê” emocional que não dependa só do susto.
No longa, o elenco traz Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve como destaques, além de Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell. Ou seja: não é “só um bagulho da internet”. Tem gente experiente ajudando a carregar o peso do conceito para um formato mais cinematográfico.
E tem ainda o rumor de aproximação com Osgood Perkins, diretor de Longlegs e O Macaco. A ideia seria ele escrever ou coescrever o roteiro, mas por enquanto é só especulação. Mesmo assim, o fandom já começou a fazer as próprias teorias do que pode sair dessa parceria.
Se você quiser se situar melhor no fenômeno do universo, uma boa referência é a página de Backrooms na Wikipédia, que organiza o contexto do fenômeno e suas origens culturais.
Backrooms vai virar franquia real ou “um lugar que nunca acaba”?
Com Kane Parsons negociando exclusividade na A24 e a fila de estúdios querendo colocar as mãos no projeto, a pergunta que fica é: a gente vai ganhar uma sequência que expande o terror, ou vai ser só mais um looping de negociações que nunca termina?
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