Marvel Tōkon: Fighting Souls | Magik [REVELADO] e suas Soulsboard

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Marvel Tōkon: Fighting Souls ganhou um novo trailer focado em Magik (Illyana Rasputin), e a personagem chega mostrando que portal é pouco: é cancelamento de ataque, flanco vindo do Limbo e Ultimate que muda o jogo.

Magik no ringue: o que o trailer entrega

O novo vídeo de personagem de Marvel Tōkon: Fighting Souls coloca Magik em destaque com um roteiro bem claro: mostrar o kit completo e deixar qualquer um com aquele pensamento de “ok, ela não veio pra brincar”. A proposta aqui é dominar o oponente com controle de espaço, reposicionamento e leitura de movimentos.

No trailer, a Soulsword aparece como o coração do estilo de luta, enquanto os Dark Portals e o poder de Limbo viram as ferramentas para ditar onde a luta acontece. Em outras palavras: não é só atacar, é impor regra.

Soulsword, Dark Portals e movimento “teleportado”

O detalhe mais chamativo é que Magik pode posicionar dois portais simultaneamente em qualquer direção, dependendo do comando. Isso dá uma liberdade absurda pra jogar com tempo e ângulo, flanqueando inimigos e encontrando janelas que a maioria das personagens só conseguiria com dash, mas com custo bem maior.

Outro ponto legal: projéteis e colunas de fogo conseguem atravessar os portais e reaparecer perto do adversário. Então, mesmo quando você acha que “se esquivou”, o Limbo pode te mandar de volta para o lado errado do mapa. Clássico Magik, porém em formato de gameplay.

Cancelamentos e pressão: como ela segura o ritmo

O trailer também dá aquela ênfase que é quase um aviso para jogadores competitivos: o Dark Portal permite cancelar ataques como o antiaéreo Rising Soul. Na prática, isso abre espaço para sequências mais fluidas, resposta rápida contra investidas e uma pressão que não “engasga” tão fácil.

Com cancelamentos e reposicionamento, Magik tende a virar aquela personagem que não fica só defendendo. Ela joga com expectativa: se o oponente entra, ela reposiciona; se o oponente segura, ela ameaça com ângulos e trajeto de dano. É o tipo de kit que transforma neutral em xadrez e oponentes em peões.

Darkchild e Queen of Limbo: o poder “assistido”

No supremo de Magik, o jogo fala a língua do “timer e resource management”. O golpe Darkchild faz a personagem se transformar e aumenta o dano de todos os golpes. E tem regra: a duração da transformação depende da quantidade do Skill Gauge no momento da ativação.

Se você achou que era só apertar e ganhar, calma: se Darkchild for ativado novamente, entra a Queen of Limbo, que o trailer mostra com um ataque mais estiloso e efetivo. É aquele design de Ultimate que premia planejamento, não só button mashing.

Data de lançamento e primeira impressão

Marvel Tōkon: Fighting Souls chega para PS5 e PC em 6 de agosto. Com Magik já apresentando portais duplos, cancelamentos e Ultimate com transformação, fica difícil não sentir que o jogo vai ser bem mais estratégico do que parece no primeiro olhar.

Se você gosta de lutar com controle de espaço e setups que “aparecem do nada”, essa versão de Illyana Rasputin parece feita sob medida. E pra contextualizar o background de Magik no universo dos X-Men, vale bater o olho na página de referência na Wikipedia.

Magik em Tōkon é portal demais ou o Limbo que faz sentido pra vencer?

Agora a pergunta fica com você: o kit da Magik em Marvel Tōkon: Fighting Souls vai ser só espetáculo, ou realmente vai dominar rank porque o controle de portais e cancelamentos está “quebrado” do jeito certo? Comenta aí se você jogaria mais no modo flanco ou no modo pressão contínua.

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