Paper Tiger: James Gray com Adam Driver [REVELADO] na Mostra SP

Twitter
LinkedIn
Threads
Telegram
WhatsApp

Paper Tiger, o novo filme de James Gray com Adam Driver, foi escolhido para abrir a 50ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo.

O que acontece com Paper Tiger na Mostra SP

O Paper Tiger vai abrir a 50ª Mostra de Cinema Internacional de São Paulo no dia 14 de outubro. A sessão acontece na Sala São Paulo, e a notícia não fica só no “uma exibição e acabou”: também há programação comercial prevista, ou seja, tem chance real de você encontrar o filme além do circuito de festival.

O festival rola entre 15 e 29 de outubro, e escolher um lançamento de James Gray para abrir já diz bastante sobre o tipo de curadoria que o evento quer puxar em 2026: cinema de autor, com cara de filme que você não termina pensando “ok, foi legal”, e sim “caramba, vou digerir isso”.

Elenco: quem são os jogadores (Driver, Johansson e cia.)

No centro do rolê estão Adam Driver e Scarlett Johansson, além de Miles Teller. Se você é do tipo que gosta de elenco forte porque já sabe que vai ter tensão dramática e performance marcante, esse combo acende a luz amarela. Driver costuma oscilar entre intensidade e controle, Johansson tem uma entrega que cresce conforme a narrativa aperta, e Teller garante aquele contraste humano que deixa tudo mais crível.

O filme acompanha dois irmãos que se veem presos num esquema “bom demais para ser verdade” com a máfia russa. É o tipo de premissa que promete colisão entre sonho americano e realidade cruel, só que com a câmera e a sensibilidade de Gray deixando tudo com textura, ritmo e consequências.

Cannes 2026 e o tipo de história que ele entrega

Paper Tiger estreou mundialmente no Festival de Cannes 2026 e concorreu à Palma de Ouro. E sim, isso importa: Cannes costuma funcionar como termômetro de filmes que misturam ambição formal com história que não economiza impacto. Para checar o contexto do festival, dá para acompanhar informações em Wikipedia do Festival de Cannes.

O tom do enredo, pelo que já foi descrito, puxa para o thriller dramático com camada moral. Você entra achando que o plano vai “dar certo” e, aos poucos, percebe que o custo já está embutido. A dinâmica entre irmãos, o peso do crime organizado e a tentativa de reescrever a própria vida costumam render aqueles filmes que parecem lentos, mas na real estão calculando cada virada.

Por que essa abertura mexe com o circuito

James Gray tem uma assinatura bem específica: ele gosta de personagens com conflito interno e costuma construir tensão de um jeito quase “inexorável”. Quando um filme assim chega para abrir a Mostra SP, o recado é que o evento quer ser vitrine de cinema que conversa com o público, mas não baixa a régua.

Além disso, existe um detalhe nerd e gostoso: o produtor Rodrigo Teixeira, via RT Features, também está ligado a Ainda Estou Aqui. Não é “mesma fórmula”, mas é sinal de alguém que sabe montar projetos com ambição e impacto. E no meio disso tudo está a Diamond Films distribuindo no Brasil, o que aumenta a chance de o filme alcançar gente que não vive de festival.

Você vai querer ver Paper Tiger no cinema ou vai deixar pra depois?

Com James Gray comandando, um elenco desses e um espaço gigante como a abertura da 50ª Mostra SP, parece difícil tratar Paper Tiger como “só mais um filme”. A pergunta é: você vai encarar a sala e absorver tudo na hora, ou vai ficar no modo backlog e correr atrás quando chegar na plataforma?

Sugestão para o seu Set-up Nerd:

Encontramos produtos incríveis com desconto!

Ver Funko Pop Adam Driver colecionável na Amazon