Pedro Novaes muda visual para virar Alexandre em A Viagem

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Pedro Novaes começou a transformação para viver Alexandre, o espírito obsessor de A Viagem, e o novo visual já está dando aquele arrepio nostálgico em quem cresceu com a novela de 1994.

Transformação de Pedro Novaes: o cabelo platinado voltou

Depois de encerrar as gravações de Três Graças no último fim de semana, Pedro Novaes apareceu com uma mudança que não deixa margem pra dúvida: cabelos platinados e um corte mais curto, com aquele ar despojado que lembra o Alexandre que ficou na cabeça de muita gente. É como se o cosplay tivesse virado trabalho de verdade, tipo quando você ajusta um personagem no editor e o resultado finalmente “encaixa”.

Em A Viagem, Alexandre não é só um espírito obsessor. Ele é aquela figura icônica, quase um “chefão” emocional da trama, daqueles que a gente reconhece de longe. E justamente por isso, qualquer detalhe de visual pesa. O ator de 29 anos, então, foi bem direto no ponto: o platinado já grita referência e faz a comparação virar inevitável.

Comparação direta com Guilherme Fontes

O novo visual de Pedro Novaes chama atenção por um motivo específico: ele remete diretamente ao trabalho de Guilherme Fontes na versão do remake de 1994. A mudança de cor e o formato do corte parecem bem alinhados com a imagem que muita gente associa ao personagem. Resultado: quando o público coloca os dois em paralelo, a sensação é imediata.

E isso é importante porque A Viagem é daqueles casos em que o personagem virou quase patrimônio cultural pop. Alexandre é lembrado não só pela trama, mas pelo jeitão, pelo magnetismo e pela presença. Trocar o ator, aqui, exige mais do que atuar bem. Exige viver a silhueta que o público guardou.

Se a produção acertar nessa transição, pode ser que o filme consiga fazer o que muita adaptação tenta e poucas entregam: respeitar a memória afetiva sem virar só “cópia”.

Elenco do filme: novas caras para dinâmicas clássicas

Além do visual de Pedro Novaes, o projeto já traz um mapa de personagens que deve mexer com a expectativa. Segundo informações do Notícias da TV, Carolina Dieckmann vai interpretar Diná, protagonista que, na versão de 1994, foi vivida por Christiane Torloni. Já o advogado Otávio, papel feito por Antônio Fagundes no passado, agora ficará com Rodrigo Lombardi.

A grande surpresa para quem é fã de carteirinha fica por conta do retorno de Lucinha Lins ao universo de A Viagem. Ela volta como Dona Maroca, mãe de Estela e Diná. Na versão anterior, Yara Cortes interpretou a mãe das personagens. Ou seja: o elenco muda, mas a função dramática permanece ali, firme, como uma âncora emocional.

Também foram confirmados Emílio Dantas como Téo, Eriberto Leão como o médium Alberto. O longa começa a ser gravado em maio, com roteiro de Jaqueline Vargas e direção de Henrique Sauer, enquanto o enredo segue em sigilo. Clima de mistério total, do tipo que deixa a galera caçando pistas.

Quem é Alexandre em A Viagem e por que ele marcou tanto

Alexandre é apresentado como um espírito obsessor movido por vingança. Ele comete um crime, morre na prisão e retorna para se vingar de pessoas que enxerga como responsáveis pelo próprio destino: o advogado Otávio, o irmão Raul e o cunhado Téo. Só que, como toda boa tragédia televisiva brasileira, a vingança atravessa paredes e atinge também sua amada irmã Diná.

Essa mistura de destino, culpa e afeto é o que transforma o personagem em algo maior do que “um vilão sobrenatural”. E aí entra o porquê do visual importar tanto. O Alexandre de A Viagem precisa parecer, ao mesmo tempo, familiar e ameaçador. É aquela vibe de “eu te reconheço e não te perdoo”.

Nas duas versões que ganharam destaque, a história acabou consolidando um espaço enorme na cultura pop brasileira: tem gente que assistiu por entretenimento, tem gente que assistiu por nostalgia e tem gente que assistiu porque simplesmente não dava para parar.

O que esse visual entrega sobre o filme

Quando um ator muda para viver um personagem tão icônico, a gente fica esperando duas coisas: fidelidade e atualização. No caso de Pedro Novaes, a escolha do platinado e do corte mais curto funciona como uma ponte direta com a referência de 1994. Ou seja: o filme parece estar consciente do peso do legado.

E, pensando no momento, é difícil não imaginar que a produção vai usar o visual para reforçar o clima do espírito obsessor, deixando a presença de Alexandre mais “visível” já nos primeiros minutos. Se o roteiro for bom e as atuações encaixarem, a sensação pode ser aquela de ver uma história conhecida ganhar vida nova, sem perder a essência.

Vai rolar o “Alexandre” que a gente quer sentir de novo?

Com Pedro Novaes já usando o cabelo platinado e entrando na vibe de Alexandre, a adaptação de A Viagem acende a esperança de que o filme vá além do hype. O visual é um bom sinal de direção, e o elenco confirmado coloca personagens clássicos em mãos que parecem preparadas para continuar essa novela de perseguição emocional. Agora é esperar maio e torcer para o espírito obsessor causar impacto do jeito certo.

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