PENTAGON vem ao Brasil com nova turnê? Em entrevista, KINO crava que “todos estão com saudades” e deixa pistas do reencontro com os fãs por aqui.
- O hiato que pegou pesado
- Por que a volta agora faz sentido
- Turnê e o mistério do itinerário na América Latina
- O que KINO mudou no som e na identidade
- Vai rolar encontro no Brasil de novo?
O hiato que pegou pesado
O PENTAGON voltou a circular forte depois de um hiato indefinido que deixou muita gente achando que o grupo tinha virado “lenda urbana do k-pop”. E olha, tinha motivo para preocupação: o período entre o final de 2023 e a retomada foi daqueles que fazem fã contar tempo como se fosse missão impossível.
Na entrevista ao Omelete, KINO aparece com a energia de quem lembra exatamente de onde veio. Em especial, ele destaca a conexão do grupo com o público latino, e deixa claro que o Brasil sempre esteve no radar afetivo do PENTAGON.
Por que a volta agora faz sentido
A parte mais “prática” da história é que a pausa não foi só emocional, foi logística. Segundo KINO, alguns membros precisaram cumprir o serviço militar, e também rolou o fim do contrato de sete anos com a gravadora. Ou seja: não era simplesmente “vamos voltar quando der”. Tinha prazo e situação real no meio do caminho.
Mas aí vem o twist nerd que virou combustível: eles estavam discutindo o décimo aniversário do grupo. Em tom bem sincero, KINO explica que essa é quase a última janela para reunir todo mundo antes da maknae line entrar no cronograma do exército em alguns anos.
Turnê e o mistério do itinerário na América Latina
No fim das contas, quando o assunto é turnê, a conversa fica no modo “não dá spoiler, mas dá pra sentir”. O grupo anunciou retorno com um novo single e, junto, a ideia de turnê com detalhes ainda em aberto.
Sobre a América Latina, KINO não entrega datas. Ele brinca que “não pode dizer nada”, mas em seguida deixa o recado emocional na lata: os membros sentem muita falta dos fãs latino-americanos. E ele reforça o objetivo principal: voltar ao Brasil como banda, não só com figura de solo.
Se você acompanha k-pop, sabe que isso é o equivalente a acender um “sinal de fumaça” no céu. Não é confirmação oficial, mas é caminho sendo desenhado.
O que KINO está construindo no som e na identidade
Além da pauta da volta do grupo, a entrevista passa pelo universo solo de KINO, que virou uma espécie de laboratório criativo. Ele fala da liberdade como tema central do período de criação e liga essa ideia ao seu projeto Free Kino. A lógica é simples: frustração, tentativa, e depois a sensação de que “ok, encontrei o rumo”.
Musicalmente, ele também aponta mudanças. KINO diz que tem sido bastante influenciado por músicas de festa com batida 4/4 e produção eletrônica, e que tenta conectar esse lado com a base mais “banda” que sempre acompanhou sua identidade. Em outras palavras: ele quer misturar gêneros sem parecer que está forçando cosplay sonoro.
E tem outro detalhe que fãs sempre reparam: as letras em inglês. Ele explica que não escolhe idioma por estratégia, e sim porque encaixa melhor na melodia e fica mais confortável no ritmo das frases. Isso acaba criando aquele sabor internacional que conversa direto com o público fora da Coreia.
Vai rolar encontro no Brasil de novo?
Se o PENTAGON disse que está com saudade e que quer voltar ao Brasil como banda, o que falta agora é só o “quando” oficial. E aí eu te pergunto: você acha que o retorno completo vai vir com tour pela América Latina já no próximo ciclo, ou vai ser aquele clássico “uma data, muita emoção e filas quilométricas”? Deixa nos comentários qual cidade você faria questão de ver o PENTAGON ao vivo.
Fonte de contexto sobre o grupo no PENTAGON (Wikipedia) para situar a trajetória e formações.
Canal oficial do PENTAGON no YouTube ajuda a acompanhar os lançamentos e anúncios.
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