PRECOGNITION: Diretor de Immortality revela novo horror [ENTENDA]

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PRECOGNITION é o novo jogo do diretor de Immortality, e ele já chegou com a promessa mais nerd e sinistra possível: ficção científica, narrativa não linear e aquele clima de “vou me arrepender, mas vou jogar”.

O retorno de Sam Barlow e a “pancada” narrativa

Se Immortality foi aquele prato cheio para quem ama história complexa e tomada de decisão com gosto de “não dava pra ser fácil”, Sam Barlow está voltando para fazer a mesma turma sofrer de propósito. O diretor, que já mostrou força ao criar uma experiência não linear com base em pistas e recontextualizações, agora entra num território ainda mais apetitoso para fãs de quebra-cabeça.

O estúdio Half Mermaid Productions, junto da Kinetic Publishing, anunciou PRECOGNITION (na época conhecido como Project-C). E, sim: a proposta continua naquele DNA de “cada escolha abre uma porta e fecha outra”. Só que agora a porta é meio que… cerebral, literal, com visões do futuro batendo na testa da protagonista.

O que é PRECOGNITION, na prática

Em PRECOGNITION, você acompanha Diana, uma mulher que recebe um implante experimental no cérebro. Resultado: ela passa a ter visões de seu futuro. E aí entra o coração da coisa: ao explorar essas premonições, ela altera o presente. Spoiler implícito: isso não vem sem consequência.

A premissa mistura uma ideia bem sci-fi com um gancho de horror psicológico. Porque prever não é controlar. E a sensação que o jogo parece querer entregar é exatamente essa: você acha que está “corrigindo” o destino, mas pode estar só realocando o sofrimento para um outro momento mais sinistro.

Também fica claro que o diretor quer manter a estrutura de narrativa não linear, mas empurrar o limite do formato. Ele não está dizendo apenas “vamos fazer de novo”, e sim “vamos testar até onde dá para torcer a história sem quebrar a experiência”.

Live-action, FMV e por que isso muda tudo

O projeto é live-action, com pegada de FMV (full motion video), aquele tipo de jogo que transforma atuação, direção e montagem em ferramenta de gameplay. Se em Immortality a investigação acontecia com base em clipes e fragmentos, aqui o foco parece migrar para a tensão de “o que eu vi vai acontecer?”

Essa abordagem costuma funcionar muito bem quando o jogo consegue usar o olhar do personagem como mecânica. E, em um título sobre premonições, isso fica ainda mais natural: a narrativa pode te colocar em looping emocional, no qual você precisa decidir como interpretar as visões. É tipo assistir um filme de terror sabendo que o final já existe… mas ainda assim escolher como chegar até ele.

Com PRECOGNITION chegando em 2028, a expectativa é que o time aproveite a tecnologia e a direção para deixar o “tempo” da história mais elástico, sem perder a sensação de realidade do live-action.

Revelações e inspirações: Metroid no banho?

Durante perguntas e respostas, Sam Barlow soltou detalhes que dão aquele gostinho de “o universo conspira para ser estranho”. Ele afirmou ser fã de histórias de ficção científica com finais tristes. E isso conversa diretamente com o tipo de experiência que ele costuma construir: não é só surpresa, é impacto.

Outra revelação foi sobre a origem do conceito: a ideia inicial surgiu quando ele se perguntou como seria um “game FMV de Metroid”. A comparação é genial, porque Metroid é exploração com progressão, e FMV é narrativa em vídeo. Misturar isso sugere um sistema em que você avança e reinterpreta informações, como se o jogo fosse um mapa mental que muda conforme você “volta” em outra fase da história.

Além disso, a história foi escrita em parceria com o diretor Brandon Cronenberg, responsável por filmes como Piscina Infinita e Possessor. Se você curte sci-fi com corpo, mente e consequências, esse nome já é quase um selo de “vai ter desconforto de qualidade”.

O jogo será lançado na primavera americana de 2028 para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.

PRECOGNITION vai te fisgar… ou vai te fazer questionar cada escolha?

Com o hype certo na medida, PRECOGNITION parece pronto para virar aquele tipo de jogo que você conta pra alguém e fala “não é só história, é experimento”. E aí eu te pergunto: você jogaria mais por curiosidade… ou por medo do que suas próprias premonições diriam? Comenta aí: qual seria o seu pior futuro que o jogo poderia te mostrar?

Immortality (contexto do diretor Sam Barlow e da proposta narrativa).

Brandon Cronenberg (parceria na escrita, reforçando o tom sci-fi e de horror).

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