Resident Evil de Zach Cregger já fez o trabalho sujo logo na estreia: primeiro lugar na bilheteria americana e, de quebra, um retorno forte para a própria franquia.
- O que aconteceu com a bilheteria em 3 números
- Por que isso é quase um “recordezinho” da franquia
- Quem está por trás do novo filme de Resident Evil
- O que esperar do longa nos cinemas brasileiros
- A franquia finalmente achou o caminho?
O que aconteceu com a bilheteria em 3 números
Segundo dados da Variety, a fase tá bem favorável para Resident Evil (o novo reboot dirigido por Zach Cregger). Só pra calibrar a régua do caos:
Em primeiro dia em cartaz, o longa somou US$ 26,3 milhões. Isso colocou o filme na liderança do ranking de lançamentos da sexta-feira (18). E não para por aí: a projeção para até domingo (20) é de US$ 55 milhões. Ou seja, tá parecendo daqueles finais de trailer que você assiste duas vezes, só pra conferir se entendeu tudo.
Por que isso é quase um “recordezinho” da franquia
A matéria também aponta que, se a projeção se confirmar, o filme vira a maior estreia da história da franquia nos Estados Unidos. Antes disso, o maior final de semana era de Resident Evil: Recomeço (2010), que tinha arrancado US$ 26,6 milhões no primeiro fim de semana em cartaz.
Em outras palavras: a franquia, que já viveu altos e baixos, parece estar respondendo ao chamado do público. E vale lembrar: quando um reboot cai mal, a gente sente rápido. Quando dá certo… a bilheteria praticamente vira um placar de videogame, com contagem regressiva pra “subir de nível”.
Quem está por trás do novo filme de Resident Evil
O novo Resident Evil traz Austin Abrams no papel central. A premissa é bem direta e com cara de surto inevitável: ele é um entregador médico que acaba no meio de um surto de criaturas infectadas. Tradução nerd: “você só queria resolver sua rotina, mas o universo decidiu ligar o modo apocalipse”.
No elenco, também aparecem Paul Walter Hauser (de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos), Kali Reis (de True Detective), Zach Cherry (de Ruptura) e Johnno Wilson (de I Love That For You). O roteiro fica com Shay Hatten, e a direção, com Zach Cregger, que já tem no currículo trabalhos como A Hora do Mal e Noites Brutais.
O que esperar do longa nos cinemas brasileiros
O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros, então quem é fã do universo de jogos da Capcom tem chance de ver como esse reboot está tentando ajustar a mira. E sim, o contexto pesa: esse é o segundo reboot da franquia depois de Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City (2021), além da série da Netflix, que deixou um gosto amargo em parte do fandom.
Com isso, o público deve chegar com uma mistura de esperança e desconfiança, bem no estilo “tô torcendo, mas não zera o medo”. Se a bilheteria continuar forte, o filme ganha mais espaço, mais sessões e mais conversa. E aí o reboot deixa de ser só tentativa e vira assunto de verdade.
A franquia finalmente achou o caminho?
Quando um reboot lidera a bilheteria logo na largada, fica difícil ignorar. Então bora ser sincero: Resident Evil de Zach Cregger finalmente acertou o tom que a franquia precisava ou isso é só o começo de mais um “vai dar certo” que a gente vai descobrir no próximo final de semana?
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