Ridley Scott volta a Alien: [ENTENDA] o plano

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Ridley Scott cravou que vai voltar para ajudar a franquia Alien. E sim, isso mexe direto com o futuro do projeto com David, agora que o universo segue depois de Alien: Covenant.

O que Scott disse sobre “ajudar” Alien

Em entrevista recente, Ridley Scott admitiu que a franquia Alien perdeu o rumo em algum momento e, como ele mesmo descreveu, está “de volta” para fazer a coisa funcionar direito. A fala veio depois de novas confirmações envolvendo seu trabalho no universo, incluindo uma sequência conectada a Alien: Covenant, com foco em David, interpretado por Michael Fassbender.

Ou seja: não é só nostalgia de diretor lendário querendo aparecer. A ideia comunicada é bem direta: colocar o trem no trilho novamente, com o criador do clima da série voltando para conduzir o próximo capítulo.

Por que ele citou Alien: Romulus e o “precisa de ajuda”

Scott comentou sobre Alien: Romulus, lançado em 2024. Na visão dele, o filme foi “bonzinho”, mas ainda assim a franquia precisa de uma força extra para voltar a engrenar. É aquele tipo de crítica que parece elogio, mas vem com a mão estendida para “ajustar rota”.

Ele resumiu a própria participação do jeito dele: “Eu voltei e acabei me envolvendo”. Traduzindo do jeito geek: o cara tentou ficar longe, mas viu que o universo precisava de um empurrão dos bons. E ele parece disposto a ser esse empurrão.

Do ponto de Covenant: David, Ozymandias e o próximo passo

O foco do próximo Alien, segundo o que foi dito, parte de Alien: Covenant. E aí mora o coração nerd da notícia: Scott mencionou que já tem uma ideia do que vem pela frente e pretende seguir a partir do ponto em que tudo parou em Covenant, com Michael Fassbender retomando o papel de David.

Scott também soltou a referência provocativa de que o David, agora, “acha que é Ozymandias”. Para quem curte ficção com vilão carismático e ambição cósmica, isso soa como um sinal claro: a próxima fase deve abraçar ainda mais a lógica do personagem. Não é só “sobrevivência no espaço”. É poder, criação e a sensação de que o laboratório nunca fecha.

O que muda na franquia quando o diretor volta

Quando Ridley Scott volta para “ajudar a franquia”, o que a galera espera é mudança de direção em três frentes. Primeiro, tom: Alien é uma mistura de horror industrial e sci-fi pessimista, e Scott sempre soube ajustar o nível de paranoia. Segundo, continuidade: seguir o fio de Prometheus e Alien: Covenant sem virar um “pocket universe” desconectado. Terceiro, ambição temática: Alien não é só criatura e nave. É sobre humanidade se encarando no espelho errado.

E tem um detalhe que pode pesar: o diretor já tinha dito no passado que “tinha feito o suficiente” para a série e que esperava que seguissem sem ele. O fato dele voltar agora sugere que algum conjunto de decisões recentes, mesmo que bem-intencionadas, ainda não capturou exatamente o que ele considera o “novo mundo” para David.

Para contexto do universo, dá para acompanhar como o roteiro e o legado do criador da franquia se conectam ao que foi apresentado em Alien.

Scott está salvando Alien ou só recomeçando do jeito dele?

Se o plano de Scott sair do papel, a franquia pode ganhar uma espinha dorsal de novo. Mas fica a pergunta: é “salvar Alien” com controle total do rumo, ou é só mais um recomeço com o David no comando e a franquia voltando a fazer o público debater até onde essa loucura pode ir?

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