Robin Hood: A Origem na Sessão da Tarde (18/05)

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Robin Hood: A Origem vai passar na Sessão da Tarde nesta segunda-feira (18), pela TV Globo, às 15h15, com uma pegada moderna, muita ação e revolta contra a corrupção.

O que esperar de Robin Hood: A Origem na Globo

Se você é do time que cresce com Robin Hood, mas também curte ação com estética de thriller moderno, Robin Hood: A Origem é uma boa pedida para a tarde. A TV Globo encaixou o filme na Sessão da Tarde desta segunda-feira (18), com exibição marcada para 15h15. A história pega a lenda inglesa clássica e joga num liquidificador de perseguições, conspiração política e revolta popular.

O resultado é aquele tipo de filme que tenta agradar geral: tem batalha na medida, um suspense político temperado e uma narrativa que procura deixar o arco do herói mais “pé no chão”, mesmo com todo o exagero cinematográfico. É como se a versão dos anos 2010 dissesse: “Robin Hood também é para quem gosta de ação rápida e spray de adrenalina”.

Trama: Cruzadas, Nottingham podre e a virada do arqueiro

Na trama, Robin de Loxley retorna das Cruzadas bem marcado pela guerra. Ao chegar, ele descobre que Nottingham está dominada pela corrupção e pelos abusos do Sheriff local, que usa o poder para esmagar a população. Traduzindo: não é só “um vilão da semana”, é um sistema inteiro apodrecido.

Revoltado com a exploração, Robin decide enfrentar o jogo grande. E é aí que entra uma das sacadas do longa: ele não parte direto para a guerra aberta. Primeiro, organiza uma revolta secreta e começa a construir a própria lenda. Com ajuda de John, um guerreiro mouro conhecido como Little John, Robin usa habilidades adquiridas no campo de batalha para iniciar uma resistência que mira diretamente a elite corrupta.

O filme trabalha bem a transformação do personagem: de alguém que voltou da guerra para uma figura que passa a encarnar a esperança dos comuns. E, em vez de só “atirar flecha e vencer”, a narrativa coloca conspirações e perseguições no meio do caminho, dando ritmo de filme de ação mais atual.

Elenco e personagens: Taron Egerton e o “Little John” diferentão

O coração da produção é Taron Egerton, responsável por dar cara e atitude ao novo Robin. O cara entrega aquela mistura de intensidade e carisma, que ajuda a segurar o público mesmo quando a história acelera. Para completar, o elenco traz nomes pesados que elevam a leitura do universo: Jamie Foxx, Ben Mendelsohn, Eve Hewson, Jamie Dornan e Tim Minchin.

Um detalhe que chama atenção é como o filme trata o papel de Little John. Em vez de seguir exatamente o arquétipo clássico, a produção apresenta John em uma perspectiva diferente, como mentor de Robin. Isso cria aquela sensação de “vou ter que reaprender essa lenda”, o que combina com o tom de reimaginação do longa.

Aliás, para quem gosta de ver o elenco em modo “personagens com função dramática”, esse é um daqueles filmes que deixam cada figura com um objetivo claro dentro do tabuleiro político.

Curiosidades do filme: produção, locações e o orçamento da aventura

Se você curte bastidores, aqui vai combustível nerd. O filme teve participação de Leonardo DiCaprio na produção via Appian Way Productions. Além disso, parte das gravações aconteceu em Dubrovnik, na Croácia, e em Budapeste, o que contribui para a estética mais grandiosa e com clima de aventura medieval cinematográfica.

Durante o desenvolvimento, o longa chegou a receber o título Robin Hood: Origins, algo que já dá dica do foco em origem e recomeço. O orçamento foi estimado em cerca de US$ 100 milhões, então dá para sentir que não foi “produção de fim de semana”, né?

Para quem quer conferir mais detalhes sobre o filme e obra, dá para acompanhar a ficha na IMDb, que costuma reunir elenco, equipe e informações de produção.

Vale a pena assistir hoje às 15h15 na Sessão da Tarde?

Se a ideia é pegar algo leve, com ação, política e aquela energia de “rebelião contra o sistema”, Robin Hood: A Origem tende a funcionar bem para a Sessão da Tarde. Não é a versão mais “folclórica” da lenda, e sim uma releitura que usa ritmo de blockbuster moderno para entregar um Robin Hood com cara de filme de ação.

No fim, o que manda é o gosto do público: se você curte reimaginação de clássico e gosta de perseguição e conspiração, essa sessão pode virar aquele programinha que você acaba assistindo até o final, mesmo achando que ia só dar uma olhada.

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