Square Enix: melhor publicadora de 2025 no Metacritic

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Nem Capcom, nem PlayStation Studios: em 2025, a melhor publicadora do ano segundo o Metacritic foi uma velha conhecida dos fãs de JRPG, a Square Enix.

Índice do rolê: quem ganhou e por quê

O que o Metacritic mediu em 2025

Todo ano o Metacritic aparece com aquela lista que faz a galera discutir como se fosse match de torneio: quem foi a melhor publicadora com base no desempenho dos jogos lançados e nas notas recebidas. Em outras palavras: não é só “vendeu mais”, é “foi bem avaliado por crítica e agregados”. Em 2024, a Capcom levou o troféu. Aí em 2025, a conversa muda de cidade e, desta vez, o destaque vai para a Square Enix.

O mais legal é que a lista não trata a indústria como um RPG de uma só classe. Tem publisher focada em AAA, outras no indie e algumas com um talento específico para transformar franquia em evento. E, desta vez, a Square Enix conseguiu juntar tudo num ano que pareceu carta na manga para quem ama JRPG.

Square Enix no topo: remakes, HD-2D e pancada de nota

Segundo o levantamento, a Square Enix ficou com o primeiro lugar na lista de melhores publicadoras de 2025. O carro-chefe dessa história foi a versão de PC de Final Fantasy VII Rebirth, que cravou Metascore 90 com base em 54 análises. Ou seja: teve review de respeito, não foi sorte de algoritmo nem “nota porque sim”.

Mas o topo não veio só de um título. A publicadora também reforçou o repertório com remasters e remakes de Final Fantasy Tactics e Dragon Quest, além de um novo Octopath Traveller. É aquele pacote clássico que faz o fã respirar fundo: quando a Square Enix acerta o timing, parece que a gente volta direto para uma party de JRPG, só que agora com gráficos mais bonitos e menos desculpa para não jogar.

E se você é do time que gosta de estética própria, vale notar que a vibe da empresa ainda circula pelo universo HD-2D. Para quem acompanha a cena, é quase como dizer “sim, a gente sabe fazer bonito e nostálgico ao mesmo tempo”. E nesse tipo de jogo, review costuma reagir bem ao cuidado com direção, ritmo e apresentação.

O “segundo lugar” que mexeu com o ranking

No papel, a Square Enix domina, mas o ranking não é só sobre nomes gigantes. A Gamirror Games ficou em segundo lugar e apareceu puxando um sucesso indie: Absolum. E aí entra um ponto que é bem nerd, mas real: quando o Metacritic fecha o ano com jogos indie fortes no mix, ele sinaliza que o mercado não está refém de produção enorme.

Na prática, isso cria um cenário onde uma publicadora pode ganhar espaço por consistência e curadoria, e não apenas por budget. Para quem vive entre plataformas e gosta de descobrir coisas novas, isso é quase uma bênção.

Top 5 de publishers e como cada uma se encaixa

O top 5 das melhores publicadoras de 2025, segundo o Metacritic, ficou assim:

  1. Square Enix
  2. Gamirror Games
  3. Capcom
  4. Thunderful
  5. Xbox Game Studios

A Capcom vem forte mesmo sem ganhar o primeiro lugar. Dá para sentir o esforço em títulos como Monster Hunter Wilds e também nas coletâneas de luta e Phoenix Wright. Ou seja: mesmo quando não leva o prêmio, a empresa segue sendo aquele jogador que sempre aparece no scoreboard.

A Thunderful também merece respeito por apostar em indies com assinatura, tipo Islanders New Shores e Lost in Random: The Eternal Die. Já o Xbox Game Studios fecha o top 5 com um ano que dependeu pesado das desenvolvedoras, como a Bethesda, impulsionando lançamentos em novas plataformas. E sim, esse tipo de resultado costuma vir acompanhado de discussões paralelas na comunidade, mas as notas podem ser bem implacáveis.

JRPG foi rei ou foi só o Metacritic caindo de cabeça?

No fim das contas, a escolha da Square Enix como melhor publicadora de 2025 tem cara de acerto estratégico. A empresa não só entregou títulos fortes, como manteve a identidade e ainda surfou em tendências que agradam tanto quem cresceu com JRPG quanto quem entrou na franquia agora.

Então, fica a pergunta: isso foi só “timing perfeito de review”, ou a Square Enix realmente consolidou 2025 como um daqueles anos que a gente lembra depois? Se depender desse tipo de ranking, a resposta parece ser: o JRPG ainda tem voz alta, e ela vem com sotaque bem conhecido.