Stranger Things: Histórias de 85 [REVELADO] a ameaça inédita da 2ª temporada

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Stranger Things: Histórias de 85 volta com Eleven e seus amigos encarando uma ameaça inédita, daquelas que fazem o inverno de 1985 ficar bem menos “fofinho”.

[ENTENDA] A nova aposta da série animada e o que os trailers já deixaram escapar

Mesmo depois do fim da série principal, Stranger Things não para de expandir o universo. E a animação Stranger Things: Histórias de 85 está bem no caminho de virar aquela “lenda oficial” que explica lacunas entre eventos. O ponto é que a 2ª temporada parece trocar a cartada mais sci-fi por um terror mais sobrenatural, com direito a aparições que lembram fantasma, mas com cara de Monstro “de outro plano”. E sim, isso é exatamente o tipo de mistura que deixa a gente acordado às 3 da manhã pensando: “ok, mas como assim?”.

Inverno de 1985 entre temporadas: por que isso importa

A história de Stranger Things: Histórias de 85 acontece no inverno de 1985, funcionando como um “gancho” entre a e a 3ª temporada da produção original. Ou seja: qualquer ameaça que apareça por lá precisa fazer sentido dentro do que a gente já conhece de Hawkins.

Na temporada anterior, o grupo enfrentou criaturas vindas do Mundo Invertido, resultado de experimentos do Laboratório de Hawkins. Depois de fechar um portal e sobreviver ao caos, ainda rolou o susto final com aquela “flor” parecida com um Demogorgon. Agora, o trailer da 2ª temporada aponta que o destino da turma vai ser outro: algo que parece assombrado, mesmo quando todo mundo jura que “isso não existe”.

Ameaça inédita: fantasma do Mundo Invertido ou novo monstro?

O novo vilão não chega com o “cartaz” de Vecna. Pelo contrário: a dinâmica muda. As imagens sugerem uma criatura com aparência monstruosa, mas que também é tratada como se fosse um fantasma. E é aí que fica gostoso, porque Stranger Things sempre jogou em cima da ambiguidade: é ciência maluca, é magia do outro lado, é alucinação causada por trauma… ou é tudo junto mesmo?

O Clube de Investigadores de Hawkins vai ter que lidar com aparições e caos na cidade. E, se tem uma coisa que terror bom faz, é te colocar numa posição em que você não consegue “soltar” a explicação. Você observa. Você teme. E você tenta achar padrão… como se estivesse montando um puzzle do Mundo Invertido com peças que não deviam existir.

Tabuleiro Ouija entra em cena: o que isso muda no terror

Um detalhe que chama atenção é o uso do tabuleiro Ouija em busca de respostas. Sim, Ouija. Isso é bem fora do eixo do terror que a série original costumava vender, porque Stranger Things mistura ficção científica com fantasia, mas o medo “clássico” de fantasmas nunca foi o centro do palco como agora parece ser.

A escolha sugere que a 2ª temporada da animação quer aproximar mais o público do sobrenatural. E mesmo que exista uma explicação alternativa por trás, a atmosfera deve ser diferente: menos “visão por experimento” e mais “sensação de presença”. No fim, o que dá medo é o mesmo: a ideia de que alguma coisa está te vendo. Mesmo quando você tenta fingir que não.

Como não vira contradição na linha do tempo de Hawkins

Como o desenho faz parte da cronologia, fica a pergunta que todo fã nerd faz com a planilha imaginária aberta: se em 1985 rolaram fantasmas e eventos que ninguém comenta depois, por que isso não aparece no resto da história?

A resposta deve vir na própria temporada, evitando contradições. A série pode amarrar isso com explicações tipo “foi escondido pelo Laboratório”, “não chegou até o ponto em que a história principal mostrou” ou “foi algo localizado, que não virou manchete”. E, convenhamos, o Mundo Invertido adora criar problemas que somem como se nunca tivessem existido. É meio a cara da franquia.

Quando estreia e o que esperar do Mundo Invertido

Fique de olho: a 2ª temporada de Stranger Things: Histórias de 85 estreia em 17 de setembro e promete ampliar o Mundo Invertido com uma ameaça que, pelo trailer, foge do padrão que a turma conheceu.

Se o jogo é “assustar com o desconhecido”, a animação parece pronta para elevar o nível. E agora a turma vai precisar enfrentar algo que não se resume a um corpo grande e uma motivação clara. Vai ser mais psicológico, mais atmosférico, e talvez mais perigoso do que “só” enfrentar um monstro.

Para contextualizar o universo do Mundo Invertido, vale bater o olho em referências sobre a franquia em Stranger Things na Wikipédia.

Vai funcionar apostar no sobrenatural em vez do Vecna?

Se a série animada acertar a mão, a resposta é sim: trocar o “modus operandi” do terror pode deixar o Mundo Invertido mais imprevisível e menos previsível. Mas e você, acha que Stranger Things: Histórias de 85 está indo longe demais com o sobrenatural… ou esse é justamente o tempero que estava faltando?

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