Tomi Adeyemi disse que saiu chorando do set após problemas nas gravações de Filhos de Sangue e Osso, filme do qual foi co-roteirista.
- O que Adeyemi contou sobre o set
- Por que ela disse que não quer mais ouvir do projeto
- Como isso afeta o filme e a divulgação
- O que vem agora para Filhos de Sangue e Osso
- E agora, o que esperar
O que Adeyemi contou sobre o set
Em um vídeo no TikTok, Tomi Adeyemi relatou que a produção do longa da Paramount teria sido “a pior coisa que ela já teve que viver”. Segundo a autora, ela teria saído do set hiperventilando e chorando depois de problemas durante as gravações.
O depoimento vai além do drama do momento e pega pesado no contexto. Adeyemi afirmou que “não é segredo” e que haveria testemunhas do que aconteceu, deixando claro que sua intenção não era expor quem estava envolvido diretamente, mas sim registrar a realidade que, na visão dela, ficou tempo demais sem solução.
Vale lembrar que Filhos de Sangue e Osso nasceu de uma trilogia literária. E quando a história vem “da autora para a tela”, a cobrança emocional é automaticamente maior. É tipo colocar um cosplay que você mesmo desenhou para a vida real e, no meio da montaria, perceber que as peças não se encaixam.
Por que ela disse que não quer mais ouvir do projeto
No vídeo, Adeyemi também disse que não quer mais ouvir falar desse projeto. A autora explicou que, após sair das filmagens, teria voltado aos Estados Unidos e passado por dores somáticas intensas e ataques de pânico. Ou seja, não foi só “um dia ruim”: o impacto teria sido físico e mental.
Ela ainda descreveu uma situação de hostilidade nos bastidores e afirmou que, apesar de reconhecer a gravidade, ninguém teria feito nada para melhorar. Esse tipo de relato, quando aparece em escala, costuma reacender debates que já circulam no fandom: comunicação, cuidado com elenco e respeito ao criador que ajudou a materializar a obra.
Dentro do universo geek, isso também acende um alarme mental: quando uma adaptação falha em cuidar do lado humano, a chance de a produção “despencar” para um modo mais rígido aumenta. E rigidão, às vezes, vira atrito. Atrito vira notícia. E notícia vira trending.
Como isso afeta o filme e a divulgação
O comunicado de Adeyemi também cita o ciclo de divulgação do longa. Ela teria usado o trailer como gatilho para explicar que, enquanto o filme era promovido, a situação nos bastidores continuava, e isso tornaria impossível manter tudo em silêncio. A autora menciona que esperava que o que ela viveu ficasse restrito ao set, mas que acabou ficando evidente para o público de outra forma.
O longa tem Viola Davis, Idris Elba e Cynthia Erivo no elenco, além de Damson Idris. São nomes grandes, então é difícil o público não pensar em duas coisas ao mesmo tempo: primeiro, “uau, que elenco”; segundo, “será que a produção conseguiu manter o clima que a história exige?”.
Para quem acompanha Filhos de Sangue e Osso, o reino de Orisha e a missão da Zélie não são só fantasia. É identidade, esperança e sobrevivência. Por isso, quando a experiência da autora é descrita como devastadora, o choque é inevitável.
Se você quiser contexto do universo, vale conferir uma visão geral do livro na Wikipedia, que ajuda a entender de onde vem a adaptação.
O que vem agora para Filhos de Sangue e Osso
A previsão de lançamento do filme é 15 de janeiro de 2027. Até lá, a Paramount e o time envolvido ainda terão que sustentar a narrativa oficial e, principalmente, lidar com o barulho gerado pelo depoimento da co-roteirista.
Ao mesmo tempo, o fandom deve continuar dividindo opiniões. Tem gente que vai cobrar explicações formais, tem gente que vai acreditar no relato e cobrar mudanças de processos. E tem quem só queira ver o filme pronto, mesmo com tudo isso no histórico da produção.
Em termos de comunicação, esse é o tipo de caso que coloca a marca em modo “tenha cuidado com o que diz”. Porque, no fim, não é só sobre elenco e direção. É sobre confiança. E confiança é o combustível que faz uma adaptação manter a alma da obra viva.
Para acompanhar o material de divulgação oficial, uma checagem no YouTube costuma ser o caminho, já que trailers e vídeos promocionais são publicados por canais oficiais e agregadores confiáveis.
Dá para separar a obra do que aconteceu no set?
Com a mensagem de Tomi Adeyemi tão direta, fica difícil engolir esse caso como “só mais uma fofoca”. No fim das contas, a pergunta que fica é: você vai assistir pensando no filme, ou também pensando no que a autora passou para colocar essa história no mundo?
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