Ubisoft cancela 6 projetos e anuncia reestruturação que mexe com franquias clássicas e equipes ao redor do mundo.
- O que rolou de verdade
- Impacto no remake de Prince of Persia
- Estúdios fechados e onda de demissões
- As ‘Casas Criativas’ e o novo plano
- E agora, qual o futuro das franquias?
O que rolou de verdade
A Ubisoft anunciou uma reestruturação pesada: seis projetos cancelados, sete adiados, previsão financeira revista e duas equipes fechadas permanentemente. A empresa disse que fez uma revisão dos projetos por causa de um mercado “cada vez mais seletivo” e da concorrência feroz no último trimestre. A notícia caiu como bomba e provocou discussões sobre prioridades, qualidade e sustentabilidade dos estúdios AAA.
Impacto no remake de Prince of Persia e outros títulos
O cancelamento mais simbólico é o do remake de Prince of Persia: Sands of Time, que já tinha sido reiniciado uma vez. Para fãs do clássico, é um balde de água fria, tipo quando a internet descobre que aquela espera épica virou limbo. Além disso, rumores apontam que o remake de Assassin’s Creed: Black Flag foi adiado no cronograma e entrou na lista de incertezas.
Estúdios fechados e a tal ‘onda’ de demissões
Dois estúdios serão fechados: Ubisoft Estocolmo é um deles, que já trabalhou em projetos como Avatar: Frontiers of Pandora em parceria com Halifax. Outras equipes, como a Massive e o estúdio de Trials, enfrentarão reestruturações e cortes. A empresa também determinou que equipes voltem ao escritório cinco dias por semana, com dias remotos limitados, decisão que deve gerar debate sobre cultura do trabalho e retenção de talentos.
As ‘Casas Criativas’: estratégia ou rearranjo de poltronas?
A Ubisoft está reorganizando o desenvolvimento em cinco “Casas Criativas” que deverão operar como unidades de negócio. A ideia é agrupar franquias por temática, por exemplo, Vantage (Assassin’s Creed, Far Cry, Rainbow Six) e outra casa focada em experiências online como The Division e For Honor. A empresa afirma que o foco será em mundos abertos e serviços online, mas a mudança também serve para cortar custos e concentrar investimentos em projetos com maior potencial comercial.
E agora, qual o futuro das franquias?
O movimento da Ubisoft reflete um momento de adaptação do setor: investimentos maiores em jogos-serviço ao mesmo tempo, em que IPs narrativos e remakes mais arriscados perdem prioridade. Para jogadores e devs, a lição é clara: franquias nostálgicas não estão imunes à lógica financeira. Se você quer acompanhar a cobertura e detalhes da declaração oficial, o IGN Brasil trouxe uma apuração bem completa. No fim, resta torcer para que as grandes decisões tragam qualidade e não só cortes, porque cancelar games é fácil, reconstruir confiança com a comunidade é outra história.















