Contrato de James Gunn e Peter Safran pode acabar em 2027

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Contrato de James Gunn e Peter Safran na DC Studios pode ter um fim previsto para 2026 ou 2027, segundo informações repercutidas pelo The Hollywood Reporter. Enquanto isso, o plano de lançar projetos segue na mesa.

O que o Hollywood Reporter diz sobre o fim em 2026 ou 2027

A parada aqui é a seguinte: fontes ouvidas pelo The Hollywood Reporter indicam que os contratos de James Gunn e Peter Safran como co-presidentes da DC Studios podem chegar ao fim em 2026 ou, mais provavelmente, no fim de 2027. Ou seja, a janela existe e ela não é tão longa assim.

Mesmo com o contrato na contagem regressiva, a matéria reforça que a dupla continua no comando. E isso faz sentido porque, no mundo do cinema, ninguém planeja do zero toda vez que muda uma canetada. Tem cronograma, tem equipes, tem entregas e, principalmente, tem um monte de produção já em curso.

Supergirl, bastidores e o efeito domino no DCU

O detalhe curioso é que a informação aparece na mesma reportagem que mergulhou nos bastidores de Supergirl. A recepção e os números do filme chamaram atenção, especialmente por conta do desempenho considerado fraco para os padrões esperados do estúdio, com estreia de cerca de US$ 37,1 milhões nos EUA.

Mas, na prática, esse tipo de pressão sempre vira debate sobre “mudança de rumo”. Só que, pelo que foi relatado, Gunn e Safran seguem responsáveis pela estratégia de longo prazo. A leitura mais honesta seria: mesmo quando um projeto não performa como a turma queria, o plano macro não necessariamente desanda no mesmo instante.

Projetos em andamento: Cara de Barro, Man of Tomorrow e Batman: Parte II

Enquanto o contrato pode acabar em 2026 ou 2027, o DC Studios não parece estar pausando a missão. Entre os títulos citados na cobertura, aparecem Cara de Barro e Man of Tomorrow, que o Gunn dirige. Também existe Batman: Parte II, que continua no radar como parte da sequência do planejamento.

Isso é importante porque dá a sensação de que a dupla ainda quer fechar arcos, amarrar ideias e manter a linha narrativa, mesmo que parte do público esteja impaciente. Em tradução nerd: ninguém quer que o DCU pareça um RPG sem mestre, cada sessão com regra diferente.

Paramount Skydance, Warner e a dança corporativa que muda tudo

Outro fator que pesa no quebra-cabeça é a movimentação corporativa envolvendo Warner Bros. e a possível reconfiguração com a Paramount Skydance. A reportagem sugere que a permanência de Gunn e Safran pode se desenrolar depois dessa aquisição. Sim, a sensação é aquela clássica: enquanto a equipe criativa tenta construir um universo, o setor de negócios mexe o tabuleiro.

E tem mais um detalhe gostoso de bastidor: Lars P. Winther, produtor executivo de Supergirl, afirmou que a dupla já conversou com David Ellison, CEO da Paramount. Segundo ele, as discussões teriam sido positivas e o interesse estaria ligado ao cronograma de lançamentos e ao que está em desenvolvimento, incluindo Lanternas.

O que muda se a dupla sair do comando

Se os contratos realmente fecharem no fim de 2026 ou em 2027, a pergunta vira: quem assume e como fica a continuidade? Em estúdios de super-heróis, trocar a liderança não é só trocar figurinha. Pode mudar a forma de escolher roteiros, o apetite por risco, o ritmo de produção e até o tom das histórias.

Por outro lado, existe uma chance de “continuidade por inércia”, já que muita coisa já foi aprovada e está em andamento. A DC Studios pode usar os projetos atuais como ponte, evitando um salto no escuro enquanto a nova gestão monta o próprio plano. De todo jeito, 2027 parece um marco inevitável, quase tipo a season finale do planejamento.

O DCU vai sobreviver à virada de ano de 2027?

No fim, o contrato de Gunn e Safran pode estar com os ponteiros perto de 2026 ou 2027, mas o universo está em produção. A questão é menos “eles ficam ou saem” e mais “como as peças vão se encaixar quando essa etapa terminar”. Porque, né: em DC, até o calendário parece personagem.

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