Godzilla Minus Zero: 135 min e 2º mais longo da franquia [REVELADO]

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Godzilla Minus Zero vai ter 135 minutos, e a conta fica séria: é o segundo filme mais longo da franquia, só perdendo para o Godzilla de 1998.

Quanto vale 135 minutos no caos

Rolou uma listagem do Godzilla Minus Zero no Festival de Cinema de Nova York apontando duração de 135 minutos. Traduzindo do idioma dos relatórios e fichas técnicas para o nosso: é quase 2h e 15min de Godzilla fazendo o rolê destrutivo, só que com cara de “vai ter história também”.

Na prática, esse tipo de duração tende a abrir espaço para mais respiração entre as cenas de impacto, construir tensão e, principalmente, deixar o espectador acompanhar o peso emocional do que está acontecendo. Sim, isso existe quando a gente fala de kaiju moderno, viu?

O ranking da franquia (spoiler: tem 1998 na jogada)

O filme vira o segundo mais longo da franquia do Godzilla. O líder é o Godzilla de 1998, dirigido por Roland Emmerich, com 139 minutos. Ou seja: Minus Zero chega bem perto do topo, tipo aquele final boss com 4% de vida… mas quase lá.

Antes dele, o posto de vice também tinha outro gigante: Godzilla: Rei dos Monstros (2019), com 131 minutos. Com 135 minutos, o novo filme “rouba” essa medalha e ainda deixa a conversa mais interessante para quem curte comparar eras, ritmos e escolhas de roteiro.

Quanto isso muda vs Minus One

O comparativo com o antecessor é direto: Godzilla Minus One tinha 125 minutos. Agora, o Minus Zero sobe 10 minutos no total. Esse detalhe parece pequeno no papel, mas em filme de monstro geralmente significa uma coisa: mais tempo para preparar o terreno e, depois, cobrar com uma sequência mais bem amarrada.

E tem mais um ponto nerd aqui: como a duração cresce, o filme pode variar mais o “pacing”, alternando entre momentos de drama humano e escaladas de tensão até o inevitável “chegou a hora do Godzilla”. Nem sempre filme maior é melhor, mas dá para ser mais completo.

Por que o filme pode render mais pancadaria e emoção

A produção volta com Takashi Yamazaki, novamente escrito e dirigido por ele. A história acontece dois anos após os eventos de Minus One, com Kōichi Shikishima e família tentando viver em paz, até que o clássico “não era pra ser assim” acontece de novo.

E desta vez, Godzilla chega em Nova York. Dá para imaginar o contraste: cidade e escala mudam tudo, e uma duração maior ajuda a justificar a transição para esse cenário sem ficar parecendo que trocaram de mapa e pronto. Para quem gosta de ver o kaiju como fenômeno (e não só como late night de destruição), mais tempo costuma ser um trunfo.

Se você quiser conferir o contexto do universo e como essa fase do personagem se conectou com Monsterverse e variações globais, vale dar uma olhada na base da história do Godzilla na Wikipédia, que organiza as eras de forma bem prática.

Vai ser tempo suficiente para segurar o hype?

Se 135 minutos já colocam Godzilla Minus Zero como quase rei da duração, a pergunta fica: a franquia vai usar esse tempo para aprofundar os personagens e transformar o impacto em algo memorável… ou só vai esticar cena de destruição?

Com pré-estreia em 26 de setembro no Festival de Cinema de Nova York e estreia nos cinemas em 3 de novembro, a gente vai descobrir logo. E aí, você tá do time “quanto mais tempo, melhor” ou prefere o Godzilla mais enxuto e certeiro?

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