Resident Evil reboot de Zach Cregger pode estrear com impacto máximo, chegando a US$ 60 milhões no mercado doméstico e tentando superar todas as aberturas anteriores da franquia.
- Projeções para a estreia: por que o número assusta
- Zach Cregger na direção: o “selo de imprevisibilidade”
- Elenco e premissa: o que muda no apocalipse
- O reboot e o passado caótico da franquia
- Dá para bater recorde sem assustar os fãs?
Projeções para a estreia: por que o número assusta
Segundo informações da Variety, o novo filme de Resident Evil chega aos cinemas como uma das apostas para movimentar a bilheteria no começo do outono americano. As expectativas iniciais apontam para uma estreia doméstica na faixa de US$ 40 milhões a US$ 50 milhões.
Agora vem a parte que deixa qualquer fã com aquela ansiedade de “vai dar bom”: concorrentes e serviços de monitoramento independentes acreditam que o projeto pode passar de US$ 50 milhões e se aproximar de US$ 60 milhões.
Se as críticas vierem positivas e o público curtir a recepção, a franquia pode encostar em uma meta bem agressiva. E, somando o mercado internacional, a projeção sobe para US$ 80 milhões. Traduzindo: é o tipo de janela em que o filme tenta não só abrir forte, mas também “segurar a onda” na semana seguinte.
Zach Cregger na direção: o “selo de imprevisibilidade”
O salto de expectativa não acontece no vazio. Uma das forças por trás do interesse é o diretor Zach Cregger. Ele ganhou atenção do mercado após A Hora do Mal, que funcionou como aquele lembrete para Hollywood: às vezes, arriscar um tom mais autoral dá certo.
Para Resident Evil, isso importa porque a franquia já viveu anos oscilando entre formula “segura demais” e decisões que dividiram bastante quem veio dos jogos da Capcom. Um diretor com outra pegada pode ajudar a franquia a soar menos como repetição e mais como reinvenção.
Ou seja: a equação aqui é “marca reconhecível + direção que não tem medo de ser diferente”. Se isso bater com as expectativas de quem gosta de terror mais tenso e com ritmo, o recorde de abertura pode virar realidade.
Elenco e premissa: o que muda no apocalipse
O filme tem Austin Abrams no papel principal, como um entregador médico que se vê no meio de um surto de criaturas infectadas. A premissa é simples de entender, mas boa para sustentar tensão, porque o protagonista não é um “escolhido” tradicional de franquia. Ele entra na bagunça no pior momento possível.
O elenco também inclui Paul Walter Hauser, Kali Reis, Zach Cherry e Johnno Wilson. Em termos de elenco, a mistura sugere que o filme pode equilibrar terror com personagens memoráveis, e não só com cenário e efeitos.
No roteiro, Shay Hatten, conhecido por trabalhos como Bailarina e passagens por filmes de ação como John Wick 3 e 4, é creditado. Com isso, a aposta parece ser ritmo de entretenimento direto, sem perder a chance de explorar o horror de sobrevivência.
O reboot e o passado caótico da franquia
O novo Resident Evil é descrito como um reboot, e isso já acende um alerta geek na mente de todo mundo: “ok, mas qual reboot?”. Esse é justamente o ponto.
O projeto vai para a Sony, supervisionado pela Columbia Pictures, depois de um histórico de tentativas e reconfigurações. Inclusive, quando o reboot foi anunciado, havia disputa entre estúdios como Warner e Netflix, mas agora o projeto permanece com a Sony.
Curiosamente, esse também é o segundo reboot da franquia. Em 2021, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City trouxe uma versão que deixou uma parte do público com gosto amargo. Antes disso, a Netflix também passou pelo caminho com uma série que teve recepção difícil para quem esperava algo mais alinhado ao universo dos jogos.
Agora fica a pergunta: será que este reboot vai “virar a página” ou vai só ser mais um capítulo de tentativa e erro? Com um diretor como Zach Cregger e uma aposta forte de bilheteria, a chance de dar certo sobe bastante.
Resident Evil tem estreia marcada para 17 de setembro.
Bater US$ 60 milhões vai depender mais do terror… ou da fé dos fãs?
Com projeções apontando para um começo histórico, Resident Evil pode finalmente fazer a franquia soar como “a versão certa”. Mas, no fim do dia, dá para superar o passado só com números, ou o público vai cobrar emoção, coerência e respeito ao universo?
Se você estivesse no lugar da Sony e da Columbia, apostaria tudo nessa fórmula de reboot com Zach Cregger. E você, acha que dessa vez a franquia engrena de vez?
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