Anime Friends 2026: o que rolou para gamers

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Anime Friends 2026 foi daqueles eventos em que a cultura pop oriental encontra o caos controlado dos games. E sim: o público gamer também saiu com histórias, fila andando e, em alguns casos, build na mão.

Sega botou a mão no Switch 2 (e a gente foi junto)

Logo na entrada do pavilhão comercial, dá para sentir o clima de “quem chega primeiro pega a melhor posição”. No meio do corre-corre, uma área de jogos aberta ao público sustentava a promessa de partidas rápidas e aquela socialização típica de convenções. Só que quem realmente rouba a cena é a Sega, com um estande que gritava presença.

O destaque era o painel gigantesco de Persona 4 Revival. Agora, aqui vai o plot twist: não tinha demonstração jogável ali, era mais uma peça de publicidade do que um hands-on. Para os órfãos do JRPG, fica o gostinho e a esperança de uma futura demo em algum evento mais direto.

Mas aí veio a surpresa boa para o lado gamer da Nintendo: a Sega mostrou o gameplay de Sonic Frontiers rodando diretamente no Nintendo Switch 2. Em vez de apostar só em plataformas que costumam dominar a vitrine, eles deram espaço para testar o ouriço azul no hardware do sucessor do Switch. E no mundo real? Foi exatamente aquele momento “ok, isso vai virar discussão no grupo do Discord”.

Para completar o combo da franquia, o estande ainda trouxe uma réplica de kart inspirada em Sonic Racing: Crossworlds, virando ponto oficial de fotos. Porque convenção sem foto é tipo boss fight sem checkpoint, né?

PUBG Mobile e Naruto: crossover liberado na hora

Se a Sega chamou atenção com demonstração em console, a PUBG Mobile fez o tipo “cheguei pra ficar”. O estande foi montado com foco total na colaboração com Naruto, e não era só aquele espaço institucional parado, sabe?

Quem passou pela área conseguiu testar a versão com o crossover ativo. O detalhe que deixou muita gente animada foi que a demonstração ficou disponível como uma exclusividade temporária do Brasil, ou seja, o público do evento teve acesso antes do resto do mundo. Isso é o tipo de coisa que faz o gamer lembrar do evento como “aquele em que eu vi a mecânica antes da massificação”.

Em paralelo, o clima de convenção também serviu para reunir fãs de Naruto com jogadores de battle royale, dois mundos que naturalmente conversam. E a quantidade de gente tentando sincronizar “print aqui, vídeo ali, depois a gente troca de loadout” provou que a colaboração funcionou no fator comunidade.

Aliás, para acompanhar mais novidades desse tipo de parceria, vale ficar de olho no site oficial do PUBG Mobile, que costuma concentrar anúncios e atualizações.

Área aberta de jogos: Mortal Kombat 1 e Street Fighter 6 na jogatina

Nem todo espaço precisa de patrocinador gigante para funcionar. E essa parte foi bem consistente: sem foco em uma única publicadora, a área de jogos oferecia uma seleção variada e com cara de “pode chegar, testa e joga”.

No meio do que rolou, estavam títulos como Mortal Kombat 1 e Street Fighter 6. O formato ajudava demais: partidas curtas, revezamento rápido e chance real de fazer amizade com desconhecidos. A fila era meio que o “modo multiplayer social” do evento.

Esse tipo de activação é ótima porque elimina aquela ansiedade de chegar tarde. Se você queria jogar algo com gente de verdade, e não só ficar olhando, era ali que você gastava a energia. E convenção também é isso: energia em consumo e energia em competição, sem tempo sobrando.

Entre uma demo e outra, dava para perceber que o Anime Friends vinha tentando abraçar a galera mais ampla. Não era só figurino e cosplay em modo passivo. Tinha gente indo com intenção de jogar mesmo.

Tokusatsu e Ultraman: o break perfeito entre partidas

Ok, essa parte não é exatamente “jogos de videogame”, mas pra cultura geek funciona como munição emocional. O evento levou um estande nostálgico focado em Tokusatsu e ainda celebrou os 60 anos de Ultraman com uma ala dedicada ao marco.

Para quem curte universo pop japonês, isso conecta direitinho com jogos, quadrinhos e estética de combate. Tokusatsu é quase um parentesco visual que aparece tanto em game quanto em anime. E Ultraman, no fim, é aquela referência que atravessa gerações, igual aquela música que você nem lembra de onde veio, mas reconhece na hora.

O resultado foi um ritmo mais leve para o público gamer: enquanto a galera descansava entre filas de gameplay, dava para entrar no clima de histórias gigantes, efeitos práticos e aquela nostalgia que encaixa na cultura pop como se fosse DLC grátis.

Gamer saiu do Anime Friends 2026 satisfeito?

Saíram, sim. O que mais marcou foi a mistura de mãos na massa com ativações bem pensadas: Sonic Frontiers no Switch 2, PUBG Mobile com Naruto com crossover liberado por tempo limitado no Brasil, e ainda a área aberta com Mortal Kombat 1 e Street Fighter 6. Ou seja: teve jogo para quem quer competir e teve conteúdo para quem só quer curtir a vibe.

No fim, o Anime Friends 2026 não ficou só no “olha que legal”. Ele trouxe aquele combo de comunidade, nostalgia e demonstrações que fazem a experiência virar papo depois do evento. E honestamente: isso é o tipo de coisa que a gente guarda. Igual item raro dropado no tempo.

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