As Aventuras de Cliff Booth ganhou um novo título, veio aí o primeiro trailer e ainda juntou um combo daqueles: Brad Pitt de volta, David Fincher na direção e Quentin Tarantino no roteiro. Sim, é o tipo de notícia que faz a alma gamer e o coração de cinema vibrarem ao mesmo tempo.
- O novo título que ninguém pediu (e todo mundo quis)
- Fincher, Tarantino e Cliff Booth: a química da treta
- Como será a história em 1977 e por que isso importa
- IMAX primeiro, Netflix depois: cronograma do rolê
- O que o primeiro trailer entrega (e o que ele provoca)
O novo título que ninguém pediu (e todo mundo quis)
O que a gente chama de era uma vez em Hollywood agora ganhou um capítulo a mais. A sequência, antes conhecida como parte do universo do Cliff, foi renomeada oficialmente para The Further Mis-Adventures of Cliff Booth. Tradução prática: é quase um convite para esperar confusão em nível “dark comedy cinematográfica”.
E tem um detalhe que pesa: o título já sugere que o filme não vem para ser “continuação reta”, e sim mais um daqueles episódios em que o personagem tenta viver a vida e acaba puxando um fio que vira incêndio.
Fincher, Tarantino e Cliff Booth: a química da treta
O retorno de Brad Pitt como Cliff Booth é o centro gravitacional do projeto. Brad não é só “o cara do elenco”, ele é uma peça de mecânica perfeita para esse tipo de personagem: o dublê que observa tudo com cara de quem sabe mais do que diz.
Agora junta isso com David Fincher na direção, que é praticamente o modo turbo para narrativa afiada e estética que dá vontade de pausar o filme a cada 10 segundos. E por cima, Quentin Tarantino no roteiro: aquele estilo que mistura referências, ritmo conversado e um humor que oscila entre genial e desconfortável.
Se você gosta de cinema “com assinatura”, esse trio é literalmente o cheat code.
Como será a história em 1977 e por que isso importa
O filme se passa em 1977, anos depois dos eventos do primeiro longa. Isso muda o jogo porque a Hollywood daquele período já não é a mesma: as engrenagens culturais, o jeito de produzir e até o clima de bastidor são outros. O Cliff entra nesse cenário como quem já conhece as regras antigas, mas precisa sobreviver às novas.
A sinopse também destaca que ele encara uma Hollywood diferente daquela que ele conhecia, então a expectativa natural é: mais personagens, mais conflitos e um monte de situações que parecem bobas até virarem problema de verdade.
Para quem curte essa vibe de bastidores, é quase uma investigação histórica disfarçada de aventura. E sim, vai ter tempero de época, referências e aquelas conversas que parecem simples, mas carregam subtexto.
IMAX primeiro, Netflix depois: cronograma do rolê
A Netflix anunciou uma passagem exclusiva pelos cinemas IMAX a partir de 25 de novembro. Ou seja: se você quer sentir o som e a imagem com impacto, esse é o momento. Depois, o filme chega ao catálogo da plataforma em 23 de dezembro.
Esse tipo de estratégia costuma ser bem inteligente: cria evento ao vivo para quem curte cinema como experiência e mantém o alcance da Netflix para a galera que prefere maratonar do sofá, com direito a “pausa pra comer algo”.
O que o primeiro trailer entrega (e o que ele provoca)
O teaser mostra a proposta do projeto sem entregar tudo, o que é exatamente o que gera ansiedade. A sensação é de que a Netflix voltou com uma sequência que não pretende apenas repetir fórmula, e sim expandir o tom: mais misadventures, mais estranhamento, mais humor ácido no meio do glamour.
E tem outra coisa: com Fincher no controle e Tarentino escrevendo, é comum ver cortes com intenção e diálogos que soam “naturais” mesmo quando são super coreografados. Em trailer, isso aparece em micro momentos: ritmo, enquadramentos e aquele ar de “não confie no que parece tranquilo”.
Se você é fã de Era uma Vez em Hollywood, esse novo título é um sinal claro de que o Cliff Booth vai continuar sendo o personagem que transforma caos em arte.
Para contextualizar o universo de Era uma Vez em… Hollywood e o elenco que fez história, vale também conferir a ficha do filme na Wikipedia.
Você acha que “misadventures” combina mais com Hollywood glamourosa ou com treta nos bastidores?
Porque, falando sério: quando você coloca Cliff Booth em 1977, com Fincher e Tarantino orbitando o set, a chance de virar uma viagem divertida e meio caótica é enorme. Agora me diz: você está mais no time “quero ver o drama” ou “quero ver a pancadaria verbal”? Comenta aí.
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