A Princesa e o Sapo vai ganhar um live-action com foco em Tiana e o roteiro já chamou atenção: Colman Domingo e Robert O’Hara entram no projeto derivado do filme animado de 2009.
- O que está acontecendo com o spin-off de Tiana
- Quem assina o roteiro e por que isso importa
- Como a Disney está repetindo a fórmula de live-action
- Alinhamento entre tom e história: o desafio do projeto
- O spin-off de Tiana vai surpreender ou só reciclar?
O que está acontecendo com o spin-off de Tiana
Segundo informações do Deadline, Colman Domingo e Robert O’Hara estão desenvolvendo um spin-off live-action de A Princesa e o Sapo, agora com foco na Tiana. O projeto está em estágio inicial e é descrito como uma “derivação” do filme animado de 2009.
Traduzindo: a ideia é pegar o universo que muita gente ama, manter o DNA da jornada da Tiana e expandir a franquia com mais holofote para a protagonista, num formato que vem sendo cada vez mais comum na Disney. A vibes são de “mais história, novos rumos”, mas sem sair muito do trilho que já funciona.
Quem assina o roteiro e por que isso importa
A cereja do bolo (e o motivo de a notícia rodar rápido por aqui) é o time por trás do roteiro. Colman Domingo já foi indicado duas vezes ao Oscar e também tem passagem pelo Emmy. Já Robert O’Hara foi indicado ao Tony por Slave Play.
O que isso sugere para o spin-off de Tiana? Um roteiro com mais peso dramático e, potencialmente, mais atenção a subtexto, relações e construção de personagem. Em outras palavras: a Disney pode manter o encanto, mas trazer camadas que façam o público sentir que aquilo não é só uma repetição bonitinha.
Como a Disney está repetindo a fórmula de live-action
O projeto não chega sozinho. A Disney segue investindo em live-actions e spin-offs que funcionam como “derivados” de filmes clássicos ou de sucesso recente. Exemplos do mesmo movimento incluem o live-action de A Bela e a Fera e o projeto Gaston, também em desenvolvimento, além de outros caminhos já comentados.
No cardápio de adaptações, aparece Enrolados com Kathryn Hahn e Diego Luna, Stepsisters (spin-off de Cinderela), além de Lilo & Stitch 2 e Impossible Creatures. Ou seja: o estúdio está testando formatos e tentando achar a melhor mistura entre nostalgia e novidade.
Alinhamento entre tom e história: o desafio do projeto
Em A Princesa e o Sapo, a Tiana é movida por ambição, responsabilidade e sonho de independência, tudo isso temperado com magia e humor. Já a Disney, nos últimos anos, também precisou ajustar o rumo em bilheteria e expectativas. Por exemplo, o live-action de Moana teve desempenho abaixo do esperado, com abertura de US$ 43 milhões nos EUA.
Mesmo assim, o estúdio não largou o formato. O argumento é simples: quando acerta, acerta grande. Lilo & Stitch, por exemplo, ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria. Então, o spin-off de Tiana entra como tentativa de manter o “encanto comercial” com uma base emocional forte.
Agora o ponto crucial: como fazer um derivado funcionar sem virar só “mais do mesmo”? Se o roteiro realmente aproveitar a experiência de Domingo e O’Hara, dá para imaginar um resultado que equilibra espetáculo, identidade e temas relevantes para além do gênero fantasia.
O spin-off de Tiana vai surpreender ou só reciclar?
Se for para apostar, eu apostaria que o diferencial aqui não vai ser só o live-action em si, mas o tipo de história que o time por trás do roteiro vai conseguir costurar. Afinal, quando você coloca gente com bagagem dramática em cima de um universo amado, a chance de sair do modo automático aumenta bastante.
E aí, na sua visão: Tiana merece um spin-off mais fiel ao original ou você prefere que mexam mais nessa mitologia e criem algo bem fora da casinha?
Leitura complementar: A Princesa e o Sapo no Wikipedia ajuda a relembrar personagens e contexto do filme de 2009.
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