Deadline: ator em conversas para Jimmy Olsen na DC

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Jimmy Olsen live-action parece estar ganhando mais molho nos bastidores. Segundo o Deadline, um ator já estaria em negociações com a DC Studios para interpretar o personagem na série que mira um spin-off focado no Jovem Clark e no caos que ronda Central City.

O que o Deadline alegou sobre o elenco

De acordo com o Deadline, Jimmy Tatro estaria em conversas para participar da série Crime, que é descrita como um spin-off de Superman e tem como foco Jimmy Olsen. O gancho aqui é que a trama não parece ser “mais do mesmo” do universo do Krypton. Pelo menos não no tom.

A ideia é que a série se concentre no jornalista, vivido por Skyler Gisondo, enquanto a história gira em volta de um clássico vilão: Gorila Grodd. Traduzindo: Central City pode até ser o cenário, mas quem vai carregar o microfone narrativo é Grodd, com todas aquelas vibes de mente acima da média e força bruta prontas pra dar ruim.

Além disso, o Deadline também amarra o contexto do trabalho recente do ator, já que Tatro esteve em Pânico 7, como Scott. Ou seja: se o cara estiver fechando a conta mesmo, ele chega trazendo um histórico de atuação que mistura comédia, tensão e aquela energia de personagem que “não sabe onde tá se metendo”, mas vai mesmo assim.

Por que Gorila Grodd é o centro do spin-off

O ponto mais interessante do projeto é o formato. A série Crime deve funcionar como uma docusérie true-crime, com Olsen liderando a produção. E Grodd entra como o grande foco. Nos quadrinhos e na cultura pop, Grodd é aquele tipo de ameaça que começa com “ok, ele é forte” e termina com “espera, ele é forte e também pensa rápido demais”.

Segundo o que foi descrito, entre os poderes do vilão estão a força física, o intelecto superior e habilidades psíquicas que ele adquiriu após contato com uma nave alienígena. Traduzindo para o nosso idioma geek: é o combo perfeito para uma narrativa que pode alternar investigação e paranoia.

Em live-action, Grodd já apareceu antes. Ele esteve na série The Flash (CW), estrelada por Grant Gustin, dentro do que era conhecido como universo de Arrow. Então a série atual não começa do zero em termos de “mitologia visual”. A diferença é que o foco parece ser mais investigativo, quase como se cada episódio fosse uma escavação do que aconteceu com Grodd e como isso mexe com as pessoas ao redor.

Se a proposta for bem executada, dá para sentir o clima de investigação com cara de documentário, só que com superpoderes no meio. É true-crime… só que com tentáculos da DC.

Quem está por trás da produção da série

O projeto também tem um detalhe que chama atenção: os criadores e produtores. A série deve ser comandada por Tony Yacenda e Dan Perrault, que têm no currículo American Vandal. A obra é conhecida por satirizar o gênero true-crime, fazendo críticas ao formato e, ao mesmo tempo, usando o estilo para contar histórias que funcionam.

Isso é uma faca de dois gumes. De um lado, pode garantir um tom inteligente, com referências e piadas na medida. Do outro, se alguém tentar transformar em “mais um suspense genérico”, o charme do caminho pode se perder. Mas considerando a escolha criativa, a expectativa é que Crime brinque com o formato e, ao mesmo tempo, entregue tensão real para vender o perigo do Grodd.

E como Olsen está diretamente envolvido na produção, o elenco tem um papel importante para sustentar a seriedade sem perder a leveza do personagem. Olsen é aquele cara que tenta organizar o mundo com palavras e fotos. Agora imagina lidar com um vilão que literalmente mexe com a mente.

Para contexto do universo DC e como esses projetos andam sendo discutidos, vale acompanhar a base em DC, onde as informações institucionais ajudam a entender o caminho do material.

A conexão com o Flash e as teorias dos fãs

Como Grodd é vilão da galeria do Flash, existe uma pergunta inevitável: a série vai só usar o Grodd como “ameaça de turno” ou vai puxar mais elementos do Corredor Escarlate para a trama?

O que se sabe é que ainda não dá para cravar como a produção vai equilibrar isso. Pode ser um vislumbre, pode ser uma origem mais focada no próprio Grodd e no impacto dele na vida de Olsen. Também pode ser que existam pequenas conexões para quem é fã mais raiz sentir o gosto de “tá tudo no mesmo forno”.

Nos bastidores de fandom, as teorias são sempre as mesmas: sempre tem alguém imaginando timeline, multiverso e aparições surpresa. Mas, aqui, o formato true-crime pode servir como uma justificativa narrativa para mostrar registros, testemunhos e reconstruções do que aconteceu. É um jeitinho elegante de inserir pistas do universo maior sem necessariamente parar a história para um crossover completo.

Vai virar “Gorila Grodd investigado” ou um universo inteiro?

Se a série Crime realmente colocar Grodd no centro e usar o estilo true-crime para contar a história, a promessa é de algo que tem potencial para ser memorável. E, com Jimmy Olsen na condução, a produção pode construir uma identidade própria. A pergunta é: o público vai aceitar o misto de investigação e metahumano como um novo “gancho” da DC Studios?

Por enquanto, o que temos é a informação do Deadline de que um ator já estaria em conversas, somada a um elenco que inclui Skyler Gisondo como Olsen. Se isso evoluir para um fechamento oficial, a gente ganha mais um passo rumo a um novo tipo de narrativa dentro do universo do Superman. E, sinceramente? Eu já tô curioso para ver como eles vão enquadrar um vilão psíquico dentro de uma estética de documentário.

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