Five Nights at Freddy’s 3: diretor de Corrente do Mal

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Five Nights at Freddy’s não para de puxar assunto no mundo geek. Agora, um ator da franquia confirmou que David Robert Mitchell, de Corrente do Mal, está escrevendo a continuação.

Roteiro do FNAF 3: Mitchell na escrita

O ator Skeet Ulrich, que vive Henry Emily na franquia, soltou a informação mais interessante da semana para quem já tá no modo “calcula horinhas pra teorizar”. Segundo ele, o roteiro do terceiro filme está sendo escrito por David Robert Mitchell, diretor de Corrente do Mal (It Follows).

Em resumo bem direto: Ulrich disse que a produção ainda está no começo, mas que o trabalho de roteiro já está em andamento. E, no universo do terror, isso costuma ser um baita sinal de que a história vem com intenção, não só com “mais animatrônicos e pronto”.

Mitchell é aquele tipo de cineasta que tem um estilo bem específico de tensão, crescendo devagar e te deixando desconfortável com o imprevisível. Traduzindo do terror para o fandom: se o cara que fez It Follows entrou no trampo do Five Nights at Freddy’s 3, a chance de a franquia dar uma refinada no horror é real. Para referência do trabalho dele, vale revisitar a obra em páginas como a da Wikipedia sobre David Robert Mitchell.

Quem volta: Henry e William Afton em foco

Além de confirmar o nome do roteirista, Ulrich também falou sobre o que a sequência parece querer priorizar. Ele mencionou que o terceiro longa deve ter muito de Henry e também de William Afton, interpretado por Matthew Lillard no cinema.

Não é exatamente uma garantia de enredo, mas é aquele tipo de pista que faz a gente voltar pro filme anterior e reler os detalhes como se fossem easter eggs do GTA. O ponto é: Ulrich deixou claro que novos roteiristas foram contratados e, por isso, ainda é cedo para cravar qualquer trama com precisão cirúrgica.

Mesmo assim, a frase do ator tem peso. Quando um elenco fala “está muito de X e Y”, geralmente é porque as linhas gerais do roteiro já estão se desenhando. E no FNAF, isso importa: a história costuma orbitar personagens e consequências, não só sustos aleatórios.

Blumhouse, pós-créditos e o tamanho do risco

O terceiro filme ainda não foi oficialmente confirmado pela Blumhouse, estúdio ligado diretamente ao caminho do terror comercial moderno. E, sinceramente? Com FNAF, essa “confirmação ou não” pode demorar, porque a franquia vive de expectativa e de gancho.

O motivo do hype é o que veio no fim de Five Nights at Freddy’s 2, lançado em 2025. O longa terminou com uma cena pós-créditos que sinalizava o retorno de William Afton, com Springtrap voltando ao tabuleiro.

Se você pensa “ok, então já sabemos que vai ter isso”, só lembra que o FNAF sempre pega carona na paranoia. Não basta voltar um personagem. Tem que encaixar a motivação, explicar o que mudou e, principalmente, sustentar o clima de “algo está errado aqui” por tempo suficiente para valer o ingresso do cinema.

O que esperar do “FNAF 3” na prática

Com Mitchell escrevendo e com a história prometendo destaque para Henry e Afton, o Five Nights at Freddy’s 3 pode seguir por dois caminhos clássicos do terror: ou ele fica mais psicológico, como em obras que não dependem só de jump scare, ou ele abraça o caos e transforma a mitologia do jogo em algo mais cinematográfico.

E tem outra camada: a franquia já mostrou que consegue equilibrar nostalgia de videogame com narrativa de filme. No segundo longa, a Blumhouse continuou apostando em um elenco que combina carisma e estranheza. Além de Ulrich, Hutcherson, Lail e Lillard voltam, e a sequência também incluiu McKenna Grace.

Agora, o que muda com Mitchell? O tom. David Robert Mitchell costuma trabalhar com sensação de ameaça constante, com construção de atmosfera. Então a expectativa é que o “medo” ganhe mais textura, menos improviso e mais cronologia emocional.

FNAF 3 vai dar medo do jeito certo?

Se a confirmação do Ulrich estiver mais próxima do que a gente chama de “plano de verdade”, o terceiro filme pode ser o ponto em que Five Nights at Freddy’s sai do modo “continuação automática” e entra no modo “ok, agora a gente capricha”. Com Corrente do Mal por trás do roteiro, a chance de o terror ficar mais inteligente aumenta.

Por enquanto, Blumhouse e estúdio ainda não confirmaram oficialmente o projeto, mas a direção já foi sugerida, e isso já é combustível suficiente pra qualquer fã ficar acordado até tarde no computador procurando pistas. Porque, no fim, FNAF é isso: você só quer saber se o próximo susto vai ser barulhento ou inevitável.

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