Goodbye, Lara ganhou uma abertura de cair o queixo: a Kadokawa liberou um opening com sequências em animação tradicional desenhada à mão, mostrando que a magia do cel animation ainda tem força total no anime atual.
- O que muda na abertura de Goodbye, Lara
- Kinema Citrus e a magia da mão
- “Sayonara Lara” e quem canta
- A história da Lara (sem spoiler demais)
- Onde assistir na Crunchyroll
Sim, isso é exatamente o tipo de detalhe nerd que a gente ama: quando um estúdio decide colocar a mão no papel, o resultado fica com outra textura visual. E no caso do opening de Goodbye, Lara (também conhecido como Sayonara Lara), a técnica tradicional em célula aparece em momentos específicos do vídeo, junto de créditos escritos à mão. Ou seja, não é só “bonito” por fora, é craft por dentro.
O que muda na abertura de Goodbye, Lara
A abertura foi divulgada pela Kadokawa e chama atenção logo no primeiro olhar por causa das sequências desenhadas à mão. Em vez daquele “polido” mais digital que domina boa parte das produções recentes, dá para perceber um cuidado que lembra a era clássica do cel animation.
Outro ponto interessante é a forma como os créditos aparecem no vídeo, também com escrita manual. É tipo quando um autor coloca a assinatura no canto do papel: nada “extra” para vender, só um toque de autenticidade que deixa o opening com cara de evento.
Kinema Citrus e a magia da mão
A responsável por colocar esse sonho em movimento é a equipe do estúdio Kinema Citrus. A proposta aqui é simples e poderosa: usar animação tradicional desenhada à mão em algumas partes do opening, criando variação de textura. E isso faz diferença porque o olho do público sente quando há personalidade no traço.
Inclusive, durante participação na Anime Expo, o diretor Takushi Koide já tinha deixado no ar que ainda via potencial na animação tradicional. Agora, a prática virou produto final. Nerd gosta disso. Eu, pelo menos, sempre torço quando um time aposta em técnica.
“Sayonara Lara” e quem canta
O tema do opening é a canção “Sayonara Lara”, interpretada pela dupla Ikimono-gakari. A combinação de música com animação tradicional costuma funcionar muito bem porque a cadência da faixa acompanha o “peso” das linhas, dando mais emoção ao que é contado em poucos minutos.
Em termos de vibe, dá para esperar aquele clima de despedida e destino que combina com o próprio título. E sim, é impossível não fazer a conexão com o jeito dramático de romances inspirados em contos clássicos.
A história da Lara (sem spoiler demais)
Lara é uma princesa-sereia com uma paixão proibida por um príncipe humano. Para viver esse romance, ela busca a bruxa Grace e recebe uma poção que permite que Lara se transforme em humana. Só tem um detalhe cruel: caso não encontre o amor verdadeiro, ela vira espuma e desaparece no oceano.
Depois de duzentos anos, Lara desperta novamente no Lago Biwa, decidida a encontrar o amor verdadeiro. O anime é inspirado em A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen, então dá para sentir que os temas vão girar em torno de escolha, perda e recomeço.
Se você quiser contextualizar a obra clássica por trás da história, vale olhar em A Pequena Sereia.
Onde assistir na Crunchyroll
O anime inspirado no conto está em exibição na Crunchyroll. Novos episódios entram com legendas todos domingos, às 12h30, no horário de Brasília. Ou seja, é aquela rotina gostosa de maratonar sem culpa no fim de semana.
Com um opening desses, a expectativa sobe rápido: vai ser só estética no começo ou o cuidado se espalha pelo resto do material? A gente descobre conforme os episódios avançam.
Você também acha que animação desenhada à mão virou o “cheat code” do coração?
Quando a indústria aposta em técnica tradicional do jeito que a Kinema Citrus fez em Goodbye, Lara, não é só nostalgia. É impacto. E aí vai a pergunta: você prefere abertura com aquele acabamento mais moderno ou curte quando o estúdio puxa o caderno e coloca alma de cel animation na tela?
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