Marco Pigossi volta à Globo em Clube Hedonê

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Marco Pigossi volta à Globo depois de oito anos fora do circuito de novelas e agora aparece escalado em Clube Hedonê, um thriller erótico do Globoplay baseado em um livro da Sue Hecker. Sim, é isso mesmo: a carreira do cara virou uma mistura de recomeço e “plot twist” sedutor.

O que é Clube Hedonê e por que esse retorno chamou atenção

O intervalo entre “a saída da Globo” e “o retorno com um thriller erótico” foi quase uma eternidade de calendário televisivo. Segundo a coluna Play, do jornal O Globo, Marco Pigossi fechou um novo trabalho na empresa e está escalado para Clube Hedonê, produção do Globoplay inspirada em Mansão Hedonê, da autora Sue Hecker.

A proposta da série é bem naquela linha de tensão crescente e encontros cheios de subtexto. De um lado, a casa erótica é frequentada por gente da elite brasileira, com aquele charme polido que, na prática, esconde muita coisa. Do outro, entra o suspense: um personagem precisa se infiltrar no ambiente para investigar um crime, então o clima já começa com aquela sensação de “não confia em ninguém”.

E aqui mora o ingrediente geek de comparação involuntária: é como se o Pigossi tivesse saído do “universo Marvel das novelas” e voltasse agora pra uma aventura mais sombria, com vibe de série investigativa de streaming. Só que com mais fogo no modo “story arc”.

Quem é Marco Pigossi em Clube Hedonê e o clima da série

Marco Pigossi entra no elenco do thriller erótico que deve puxar o enredo para o jogo de poder e identidade. Na trama, o foco central fica em duas figuras: Leandra, interpretada por Giovana Cordeiro, e Augusto, vivido por Vitor Sampaio. Ela é a principal estrela de uma casa frequentada por integrantes da elite. Ele trabalha como policial e precisa se infiltrar na boate para investigar um crime.

Ou seja, Clube Hedonê não é “só sedução por sedução”. A graça está em como a narrativa mistura investigação, atmosfera tensa e relações que vão ficando mais perigosas a cada episódio. É o tipo de história que deixa o espectador sempre com aquela pulga atrás da orelha: quem está atuando de verdade e quem está só mascarando medo, desejo ou interesse?

Inclusive, se você curte produções que jogam com esse contraste, vale conectar com a ideia de “persona vs. objetivo”. É quase uma batalha constante entre o que o personagem mostra e o que ele realmente busca.

Elenco forte e bastidores: quem mais entra na jogada

Além de Giovana Cordeiro e Vitor Sampaio, Clube Hedonê conta com nomes como Marcello Novaes, Rafael Losso, Maria Casadevall, Ravel Andrade e Michel Melamed. Um elenco desses geralmente indica duas coisas: ou a série tem orçamento para sustentar a produção, ou a Globo e o Globoplay estão apostando num projeto com leitura bem clara do público de streaming.

Na equipe técnica, a produção é da Glaz, com direção de Lipe Binder. A redação final fica por conta de Maíra Motta, roteirista das séries As Five (2020 a 2024) e Segunda Chamada (2019 a 2021). Se tem um ponto em comum entre essas obras, é o cuidado com ritmo e construção de personagem. E ritmo é o coração de thriller.

Para contextualizar o universo do Globoplay com adaptações e apostas em narrativas específicas, uma referência útil é o próprio Globoplay, que concentra as produções e costuma divulgar materiais oficiais quando a estreia se aproxima.

O ano do “cheguei ao meu limite” e o que ele fez depois

Em 2018, Marco Pigossi surpreendeu ao não renovar contrato com a Globo. Na época, a justificativa girava em torno de tirar um ano sabático e estudar na Inglaterra. Só que, logo depois, ele acabou sendo contratado para uma série australiana da Netflix, mostrando que a pausa também virou estratégia de reposicionamento.

O ator comentou que sentiu que tinha chegado ao limite artístico. O ponto interessante é que, em vez de “sumir”, ele foi trocando de trilha: foi para projetos internacionais e investiu em papéis diferentes. Depois de Tidelands (2018), veio Alta Mar, Cidade Invisível (2021 a 2023), Gen V e Brilliant Minds. No cinema, teve Maníaco do Parque (2024), Bone Lake (2024), You Are Dating a Narcissist! (2025) e também o remake de Quarto do Pânico (2026).

Tradução para linguagem de fã: o cara jogou contra o próprio tipo de personagem que a galera já esperava dele e ganhou repertório. Agora, ao voltar com Clube Hedonê, ele parece continuar a mesma lógica: buscar desafio, não só “manter o glamour”.

Quando chega e o que esperar do Globoplay

Por enquanto, os detalhes de estreia não foram tratados aqui como cronograma fechado. Mas dá para projetar o que a vibe da série entrega: ambiente fechado, tensão social, erotismo como ferramenta dramática e um mistério com cara de investigação que vai escalando até explodir.

Se você está pensando “ok, mas o que isso muda na carreira do Pigossi?”, a resposta é: muda o enquadramento. Em novelas, o personagem costuma ter um caminho com emoções em camadas, mas o ritmo tende a ser outro. No thriller erótico de streaming, a construção é mais direta no conflito. E conflito é o combustível do público que maratona pensando “só mais um episódio”.

Então fica a expectativa: como o Pigossi vai navegar nesse território entre sedução e tensão. Vai ser ele na vibe de personagem que sabe exatamente o que está fazendo, ou vai ser aquela atuação em modo “quase entrega, quase esconde”? Spoiler interno: em thriller, quase sempre é os dois.

Vai ser Clube Hedonê ou mais um salto de protagonista?

Marco Pigossi saiu da Globo faz tempo, mas não saiu do jogo. Agora, com Clube Hedonê, ele volta para o ecossistema da emissora apostando num thriller erótico no Globoplay, baseado em Mansão Hedonê, e cercado por um elenco com peso. Se essa série acertar o ritmo e o subtexto, pode virar mais um daqueles trabalhos que a gente não só assiste, mas comenta como teoria no dia seguinte. Porque, né… quando a elite está envolvida e tem infiltração no meio, a verdade costuma estar bem mais perto do que parece.

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