Lioness virou assunto em grande escala depois que Morgan Freeman falou com elogios e chamou de “coragem” o jeito do roteirista Taylor Sheridan escrever a série.
- O elogio que veio da trajetória de Freeman
- O que Taylor Sheridan está fazendo diferente em Lioness
- Quando a geopolitica fica em suspenso (e o emocional assume)
- Por que Joe e o núcleo do drama em risco
- Freeman tem razão ao chamar de coragem?
O elogio que veio da trajetória de Freeman
Em entrevista ao The New York Times, Morgan Freeman comentou sobre Taylor Sheridan, criador e responsável pela escrita de Lioness. E não foi elogio genérico daqueles de “achei bonito”. Freeman foi bem direto: a escrita do cara tem a ver com o que as pessoas vivem de verdade, principalmente no lado emocional, naquele tipo de pressão que não dá para desligar quando a câmera para.
O ator, que interpreta o Secretário de Estado Edwin Mullins na série, reforçou que o Sheridan já vinha mostrando isso em Yellowstone e mantém o mesmo foco agora no universo de operações secretas e guerra ao terror.
O que Taylor Sheridan está fazendo diferente em Lioness
A leitura do Freeman aponta para um ponto bem nerd (no melhor sentido): em vez de tratar o roteiro como só “plot de ação”, Sheridan transforma decisões humanas em motor da história. Em Lioness, isso aparece quando os conflitos não são só sobre estratégia, mas sobre consequências pessoais. É como se cada missão tivesse um custo emocional embutido, tipo um debuff permanente, só que real.
Freeman também destacou que o Sheridan observa experiências emocionais e coloca isso na página. A frase do ator deixa claro que o roteirista não está interessado em “geopolítica como discurso”. Ele está interessado em pessoas atravessadas por medo, responsabilidade e escolhas que quebram a rotina.
Quando a geopolitica fica em suspenso (e o emocional assume)
Mesmo com o pano de fundo de redes ocultas, operações secretas e terrorismo, a série tenta manter o foco no humano. Freeman mencionou que Lioness não está centrada em “questões geopolíticas contemporâneas”, mesmo que o público possa tentar conectar com o noticiário do momento.
Ou seja: o que você vê na tela não é um manual do mundo real. É mais uma discussão sobre como alguém reage quando a vida pode mudar em minutos. E quando a história faz isso com consistência, o resultado é aquele clima de tensão que não precisa de gritaria o tempo todo para funcionar.
Por que Joe e o núcleo do drama em risco
Um dos exemplos citados por Freeman foi Joe, personagem de Zoe Saldaña. Ele descreveu a situação de Joe como a de uma mulher cuja vida está frequentemente em risco, mas que ainda tem filhos, marido e uma vida que precisa continuar. Isso é o coração do que o ator chamou de coragem: escrever sobre alguém que toma decisões enquanto carrega responsabilidades.
Para quem acompanha, essa base deixa o roteiro mais potente porque a ação não está “separada” do cotidiano. O trabalho entra na casa e bagunça tudo. É drama com pólvora, só que com prioridade total para as escolhas e para o que fica depois do impacto.
Freeman tem razão ao chamar de coragem?
Se a escrita de Taylor Sheridan consegue fazer o público sentir peso emocional mesmo dentro de um cenário de operações secretas, então sim, a coragem está ali. Afinal, quantas histórias realmente colocam a câmera do lado das consequências humanas, e não só do resultado final?
O que você acha: Lioness acerta mais no suspense ou no drama das decisões de Joe? Bora comentar.
Referência em contexto sobre Lioness e, para o trabalho do criador, veja também Taylor Sheridan no histórico de carreira.
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