Na Língua do PP: Matheus Alves já está no ar

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O Na Língua do Primeira Página já soltou o episódio imperdível e, sim, hoje é aquele tipo de conversa que dá vontade de maratonar tudo ao redor.

Quem é Matheus Alves e por que ele virou referência

O episódio do Na Língua do Primeira Página desta quinta-feira traz Matheus Alves, criador de conteúdo que bomba nas redes falando de filmes, séries e cultura pop com um timing quase impecável. Sabe aquele cara que parece que nasceu com o controle remoto na mão? Então, é nessa energia aí, só que com disciplina de quem virou profissional.

Com apenas 25 anos, ele já fez cobertura a convite de estúdios, participou de pré-estreias e marcou presença em eventos de streamings como a Netflix. E não é só “ir e postar”: o papo rende porque ele conta como lidou com a engrenagem toda, desde a criação até as oportunidades que apareceram com o crescimento do público.

Do YouTube aos milhões: a receita da paixão com método

Matheus começou cedo. Aos 16 anos, ainda no embalo do momento “começa e melhora no caminho”, ele deu os primeiros passos no YouTube. E aí tem uma parte bem interessante do episódio: ele relembra como transformou a paixão por cinema e séries em profissão sem cair na armadilha clássica de depender apenas de sorte.

O foco foi criar conteúdo com recorte claro, principalmente voltado para entretenimento. No caso dele, o termômetro eram referências que muita gente sente no coração: séries e canais que marcaram época. Os quadros que ele desenvolveu ajudaram a atrair um público nostálgico, fã de produções como iCarly, Brilhante Victória e Hannah Montana. Ou seja: é fandom, mas com estratégia.

Bastidores: estúdios, streamings e publis que funcionam

No podcast, Matheus também abre o jogo sobre bastidores. Tem a parte de eventos em São Paulo, com pré-estreias e cabines de imprensa, explicando como a comunidade que ele construiu virou ponte para oportunidades. É aquele “o algoritmo pode ser cruel, mas o público que você cria também é construção de reputação”.

E as marcas entram como consequência do trabalho bem feito. Ele relata publis com empresas grandes, como Burger King e até Vivara. O que chama atenção é que, no discurso dele, não parece “publicidade por publicidade”. Parece entender o que faz sentido no universo do seguidor e como manter o tom de cultura pop sem virar propaganda genérica. No mundo geek, isso é tipo fazer cosplay sem perder o personagem.

Como referência do impacto do trabalho dele em um ambiente de streaming, dá até para conectar com a própria Netflix, já que ele menciona participações em eventos do setor.

Nostalgia Disney e Nickelodeon, mas com cara de 2026

Hoje, Matheus produz conteúdo para Instagram e TikTok, incluindo vídeos sobre estreias de filmes e séries e uma pegada forte de nostalgia. E nostalgia aqui não é “só falar da infância”. É pegar referências de Disney Channel e Nickelodeon e encaixar num formato rápido, performático e fácil de consumir.

O episódio dá contexto para entender por que um vídeo sozinho pode acumular mais de 18 milhões de visualizações e bater a marca de milhões também em curtidas. Tradução: não é só gosto. É consistência, linguagem e entrega. E tem o detalhe nerd que eu acho perfeito: a forma como ele conversa com as pessoas sem fingir que elas não existem. É relação, não só alcance.

Se você é do time que vive comentando episódios, guardando temporada como se fosse item colecionável e discutindo “qual foi o melhor twist”, esse episódio vai te deixar com aquela sensação de “tá, era isso que eu queria ouvir”.

Será que dá para transformar cultura pop em carreira?

Depois de ouvir Matheus Alves no Na Língua do Primeira Página, a resposta que sobra é bem clara: dá. Mas não do jeito mágico, “acorda e vira influenciador”. Dá com estudo, recorte, presença e coragem de construir audiência em cima do que você gosta de verdade.

O episódio já está no ar e, sinceramente, é daquelas recomendações que parecem spoiler: quando você clica, já sabe que vai passar tempo demais assistindo e comentando. E eu não culpo ninguém. Cultura pop chama, e quando encontra um criador que sabe onde pisa, a conversa rende.

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