Though I Am an Inept Villainess vai estrear dia 12 de julho e a TOHO já deixou um trailer novo online, com direito ao tema de encerramento “Shooting Star” (Hōkiboshi) por Rokudenashi. Bora lá ver o que este anime do tipo “troca de corpo e caos na corte” tem para oferecer.
- Quando estreia e o que o trailer entrega
- “Shooting Star” e o impacto no clima do anime
- Estúdio, direção e equipa por trás do projeto
- Premissa: a borboleta da corte vira o “problema”
- Este trailer convenceu ou só deu vontade de re-assistir?
Quando estreia e o que o trailer entrega
Com estreia agendada para 12 de julho, a TOHO colocou online um novo trailer da adaptação em série anime da novel Though I Am an Inept Villainess (Futsutsuka na Akujo de wa Gozaimasu ga – Sūgū Chōso Torikae Den), escrita por Satsuki Nakamura. E já dá para sentir que a proposta vai misturar o típico romance e intriga de corte com uma dose bem grande de comédia e desespero do “plano A” que vira plano Z.
O mais interessante aqui é como o trailer costuma funcionar como uma espécie de preview do tom: cortes rápidos, expressões exageradas na medida certa e aquele ar de “eu devia estar em pânico, mas vou fazer drama com estilo”. Não é um isekai clássico, mas tem aquela vibe de fantasia com reviravolta absurda.
“Shooting Star” e o impacto no clima do anime
No trailer, o destaque vai para o tema de encerramento “Shooting Star” (Hōkiboshi), interpretado por Rokudenashi. A escolha musical é daqueles detalhes que mudam tudo: mesmo em histórias com caos e trocas de corpo, o ending costuma ser o momento em que o anime “respira” e deixa uma sensação de caminho aberto para a próxima confusão.
“Shooting Star” tem aquele jeitão de refrão que cola na cabeça, tipo quando um opening teu entra em modo loop automático no Spotify. E, num anime de intriga como este, a música acaba funcionando como complemento perfeito: enquanto a história se desenrola com intrigas e consequências, o ending dá aquela camada emocional que faz o espectador prestar atenção até nos segundos finais.
Se você curte acompanhar temas e músicas japonesas pelo viés de fãs, a rota natural é seguir o que sai em trailers oficiais, porque é onde geralmente dá para sentir o “fit” entre som e narrativa. No caso de TOHO e trailers, o padrão é esse: primeiro o impacto do visual, depois o “efeito” do tema. E aqui, parece que eles acertaram em cheio.
Estúdio, direção e equipa por trás do projeto
Esta adaptação tem um pacote técnico bem sólido. A animação está a cargo do estúdio Doga Kobo, conhecido por entregar cortes expressivos e uma fluidez que dá gosto de ver, como em títulos do naipe de Jellyfish Can’t Swim in the Night e Oshi no Ko. Já a direção é de Mitsue Yamazaki (de How Heavy Are the Dumbbells You Lift? e Monthly Girls’ Nozaki-kun).
No argumento, temos Yoshiko Nakamura (ligada a projetos como Detective Conan: Zero’s Tea Time, Tadaima, Okaeri e The Helpful Fox Senko-san). E o design de personagens fica por conta de Ai Kikuchi (que trabalhou em How Heavy Are the Dumbbells You Lift?, New Game! e Shikimori’s Not Just a Cutie).
Traduzindo para linguagem de fã: a equipa tem mão para equilibrar comédia e emoção, e isso é crucial quando a premissa inclui troca de corpo, ameaça de execução e toda a política de corte. Ou seja, não basta ser engraçado, tem de funcionar como narrativa.
Premissa: a borboleta da corte vira o “problema”
A história de Though I Am an Inept Villainess começa num reino inspirado na China histórica, onde cinco clãs apresentam as suas donzelas como consortes imperiais. Só uma será coroada imperatriz. Nesse cenário, a frágil e bela Kou Reirin, apelidada de “borboleta” da corte, é a favorita para casar com o príncipe herdeiro.
Mas aí entra o elemento que muda tudo: durante o Festival das Lanternas, Shu Keigetsu, o “rato da corte”, ataca Reirin. Só que o que era para ser o fim vira outra reviravolta: Reirin acorda nas mismasolos (masmorras) após uma troca de corpo. Acontece que o agressor toma o lugar de Reirin na corte, com o objetivo de roubar a posição. E, de repente, a própria Reirin, agora com um corpo robusto, tem de lidar com a vida e com as consequências que já estavam a caminho.
O lado divertido e interessante é que o “poder” dela não é força bruta, é a capacidade de sobreviver e descobrir como jogar o jogo político melhor do que esperavam. É aquele tipo de enredo em que o leitor pensa: “ok, ela está presa, mas ela vai transformar a prisão em palco”.
No elenco anunciado, os nomes incluem Manaka Iwami como Kou Reirin, Natsumi Kawaida como Shu Keigetsu, Farahnaz Nikray como Kō Tōsetsu, Hana Hishikawa como Riirii, Yūichirō Umehara como Shin-u e Makoto Furukawa como Ei Gyōmei.
Este trailer convenceu ou só deu vontade de re-assistir?
Se o teu radar para anime de intriga e comédia caótica não falha, Though I Am an Inept Villainess já chega com ingredientes que normalmente dão bom resultado: estúdio forte, equipa com experiência e um tema de encerramento que parece pronto para ganhar espaço. Com estreia marcada para 12 de julho e “Shooting Star” a fechar o ciclo emocional do episódio, fica difícil não querer marcar na lista.
Agora a pergunta é simples: vai ser aquele anime que tu assiste e pensa “ok, agora entendo”, ou vai ser daqueles que tu devoras em modo turbo e depois ainda fica a cantar o ending a caminho do trabalho? Eu apostava na segunda opção.
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