Metrópolis 100 anos: mostra gratuita no RJ [ENTENDA] agora

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Um século de Metrópolis chega com uma mostra gratuita no RJ que vai te jogar do futurismo clássico para as ruínas do “sonho moderno”, com 69 filmes em exibição.

O que é a mostra “Um século de Metrópolis”

A chamada já é quase spoiler de mashup nerd: o projeto Um século de Metrópolis: da invenção do futuro às ruínas do sonho moderno celebra o centenário do clássico dirigido por Fritz Lang. E não é só “passar o filme e pronto”. A ideia é fazer uma viagem por décadas e geografias, conectando visões de cidade, tecnologia e distopia.

No total, são 69 filmes de diferentes épocas e origens, costurados para responder uma pergunta meio incômoda e bem atual: quando a gente promete futuro, quem paga a conta no presente?

O evento acontece entre 4 e 23 de agosto, de forma totalmente gratuita, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Unidade Passeio. Se você curte cinema que conversa com arquitetura, história urbana e caos social, essa é daquelas programações que viram referência no seu “watchlist”.

Programação de tirar o fôlego: datas, sessões e destaques

Rolam sessões ao longo dos dias com curtas e longas que abraçam desde ficção científica silenciosa até debates sobre tecnologia e sociedade. Tem desde títulos mais conhecidos do público geral até filmes raros para quem vive a caçada por repertório.

Dá para sentir o recorte futurista em blocos bem diferentes. Por exemplo, na primeira semana aparece uma trilha que começa com obras como Ferdinand Zecca e Georges Méliès, e vai avançando até clássicos e variações distópicas com cara de “o futuro já era”.

E tem um detalhe que ajuda demais quem precisa planejar: os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes de cada sessão ou atividade. Ou seja, não é só chegar de última hora e rezar para o universo. Planeja e manda ver.

O dia 21: a sessão de Metrópolis com música ao vivo

Se a sua motivação é Metrópolis mesmo, anota no calendário como quem salva aquele evento imperdível: a exibição acontece em 21 de agosto, às 17h.

O evento também entrega aquele tempero que deixa tudo mais “cinema de verdade”: acompanhamento de música ao vivo com o cantor e compositor Negro Leo. É o tipo de combinação que faz você prestar atenção em detalhes visuais e sonoros como se fosse primeira vez, mesmo já tendo visto por alto.

Além disso, no mesmo dia rola a Sessão de Metrópolis (em 17h, com a obra completa), também com a presença do mesmo acompanhamento musical ao vivo. Ou seja: é quase um evento dentro do evento.

Para contexto histórico do filme e do diretor, vale bater o olho na ficha do filme Metrópolis em fontes de referência.

Por que isso faz sentido hoje (e por que te interessa)

Ok, você já viu alguma versão de cidade futurista em jogo, série ou quadrinho. Mas a proposta aqui é mais “a raiz do problema”. A mostra puxa o fio entre a fantasia de progresso e o lado A do mundo real: desigualdade, trabalho, máquinas e a sensação de que o sonho moderno sempre teve um preço.

Tem debates encaixados na programação, como discussões sobre o “monstro tecnológico” com participação de convidados e tradução para Libras. E isso, no fim, é o que transforma uma sessão de cinema em experiência cultural. Você sai com ideias, não só com imagens na cabeça.

Para quem vive cultura geek, a ponte fica clara: Metrópolis é uma das referências que atravessam décadas e estilos, do imaginário cyberpunk até a estética de megaestruturas e androides. É o “DNA” de muita distopia pop que a gente vê remixando hoje.

Você vai deixar passar um século de Metrópolis ou vai garantir sua sessão?

Com entrada gratuita, 69 filmes e aquela sessão especial com Negro Leo no dia 21, a chance é bem rara. Então me diz: você vai encarar a experiência e mergulhar no futuro que já nasceu rachado?

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